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Osteoporose em homens

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A osteoporose não é apenas uma doença da mulher. Após os 70 anos, 6% de todos os homens sofrerão uma fratura de quadril como resultado da osteoporose, e estarão vulneráveis a fraturas da coluna vertebral.

Sabe-se que osteoporose, doença que leva a redução da massa óssea e consequente enfraquecimento ósseo e fraturas, afeta principalmente as mulheres na pós-menopausa. Mas talvez não seja de conhecimento populacional que cerca 1,5 milhão de homens com mais de 65 anos têm osteoporose.

A osteoporose não é apenas uma doença da mulher. Após os 70 anos, 6% de todos os homens sofrerão uma fratura de quadril como resultado da osteoporose, e também estarão vulneráveis a fraturas da coluna vertebral. No entanto, existem diferenças entre homens e mulheres quando se trata de osteoporose. Para os homens, a perda óssea começa mais tarde e progride mais lentamente. Homens que sofrem fraturas do quadril são mais propensos a ter mais complicações decorrentes desse tipo de fratura, do que mulheres.

Dentre os fatores de risco para osteoporose em homens:

1- Uso de medicamentos que afetam a densidade óssea. Estes incluem os corticóides, anticonvulsivantes e anticoagulantes.

2- Doenças crônicas, tais como: hipertireoidismo, doença da paratireóide, doenças disabsortivas (Doença Celíaca), problemas digestivos tais como a intolerância a lactose e artrite reumatóide.

3- Deficiência de vitamina D

Tanto para homens quanto para mulheres, a melhor forma de diagnosticar a osteoporose é através da densitometria óssea. Homens à partir de 70 anos de idade, mesmo saudáveis, devem fazer uma densitometria óssea para avaliar o possível diagnóstico. Homens com histórico prévio de doenças da tireóide, paratiróide, doenças disabsortivas intestinais, em uso crônico de corticóide, devem fazer o exame mais precocemente.


Atletas de alto rendimento sofrem com lesões

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As olimpíadas e as paralimpiadas apresentam atletas que parecem superar os limites humanos, como Usain Bolt, o corredor jamaicano que consegue atravessar 100 metros em inacreditáveis menos de 10 segundos. A ideia de que esses atletas estão imunes a problemas físicos, no entanto, é uma fantasia. Muito pelo contrário: atletas de alto rendimento sofrem seguidas lesões, por conta de um dia a dia com pesados treinamentos e uma exaustiva rotina de competições.

“Esses super atletas não estão isentos de sofrer lesões. Pelo contrário. Há toda uma equipe multidisciplinar, com médicos, fisioterapeutas, nutricionistas e psicólogos, oferecendo todo suporte para que se mantenham aptos à prática de sua atividade profissional. Eles precisam se cuidar para não sofrerem lesões constantes”, explica o ortopedista e especialista em medicina do esporte, o Dr. João Marcelo, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

No atletismo são comuns os estiramentos devidos a uma sobrecarga na atividade do músculo

“No atletismo, são comuns os estiramentos devidos a uma sobrecarga na atividade do músculo, rompendo parcial ou completamente as fibras musculares. Corredores de maratona costumam ser acometidos pela síndrome do Trato Iliotibial, mais conhecida como “joelho do corredor”. Trata-se de uma tensão no trato iliotibial (fáscia localizada na face externa da coxa), gerando atrito entre o mesmo e a região lateral do fémur. Tendinites e lesões no manguito rotador (conjunto dos músculos rotadores do ombro que atuam como principais estabilizadores) também são muito comuns”, lista o médico.

“Muitos desses problemas podemos evitar. Oferecemos, no CREB, a avaliação muscular isocinética por dinamometria computadorizada, um exame indolor, de alta sofisticação, que determina, de forma objetiva, qual músculo ou grupo muscular está fragilizado e, com isso, focamos na prevenção ou tratamento de forma bastante objetiva. Esse exame é recomendado não apenas para atletas, mas também para pessoas que tenham, por exemplo, problemas degenerativos, como a artrose de quadril ou de joelho, que tem fragilidade muscular. Sabendo-se disso e identificando-se o grupo muscular fragilizado, os resultados do tratamento são muito bons, beneficiando essas pessoas também”, pontua o ortopedista.

Esportes com contato físico, como o futebol, são campeões de lesões e fraturas

Esportes com bastante contato físico, o futebol, o basquete, o handebol e o rugby são campeões de estiramentos musculares, entorses de tornozelo, contusões em coxas e braços, luxações (lesões articulares com deslocamento dos ossos da superfície articular) e fraturas (perda da continuidade óssea fechada ou exposta, podendo apresentar desvios). Já esportes que envolvem luta, como boxe, judô e taekwondo, lista o Dr. João Marcelo, apresentam tendinites de ombros, entorses de tornozelos, lesões ligamentares, luxações, fraturas e contusões diversas. “Também são comuns os Distúrbios da Articulação Têmporo-Mandibular (ATM) por trauma de contato direto, o que causa dor de cabeça, dor de ouvido e zumbidos, dor ou cansaço dos músculos da mastigação, ruídos articulares (estalos ou crepitação) e dificuldade para abrir a boca”, acrescenta.

O médico do CREB diz que levantadores de peso costumam ter lesões ligamentares nos cotovelos e ombros, tendinite patelar e traumas na região cervical, além de condromalácia (a cartilagem articular da patela perde suas substâncias) e osteatrose nos joelhos, acelerada pela sobrecarga de peso. “Já os nadadores apresentam regularmente dermatites e micoses, lombalgia, por conta do estilo borboleta, e tendinite do bíceps. Eles também costumam ter o que chamamos de ‘Joelho de Nadador’, uma lesão que acomete os joelhos, principalmente por conta dos movimento do estilo peito. Problemas nos ombros também são muito comuns”, enumera. Por fim, atletas de vôlei apresentam com muita regularidade entorses de tornozelo, tendinite patelar e lesão de ligamento cruzado anterior do joelho, além de problemas nos ombros e fraturas nas mãos.


Cálcio e Vitamina D são suficientes para tratar a Osteoporose?

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Substâncias para Tratamento da Osteoporose

Embora o cálcio e a vitamina D tenham um papel importante no tratamento da osteoporose, eles devem ser usados em combinação com um agente antirreabsortivo, tais como a classe de medicamentos denominados bisfosfonatos.

Para descobrir se você tem osteoporose, essa doença caracterizada pela perda de massa óssea, enfraquecimento ósseo e fraturas, faça o exame de densitometria óssea, disponível no CREB.

Agende sua consulta online, clicando aqui.

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