Centro da Coluna CREB: centro de excelência em diagnóstico e tratamento de pacientes com dores na coluna
Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que 85% da população mundial tem, teve ou terá dores na coluna vertebral. No Brasil, estima-se que um em cada três pessoas sofre de dores crônicas, especialmente dores na coluna, uma das mais frequentes. A OMS afirma que, nesse exato momento, metade da população mundial sente dores na região que vai do pescoço até o cóccix, no final da coluna. A má notícia é que dessa legião de pessoas, 60% sequer contam com um diagnóstico para suas dores e, assim, não estão sendo adequadamente tratados.
A boa notícia, entretanto, é que 90% das dores crônicas na coluna podem ser tratadas por meio de procedimentos não cirúrgicos e protocolos de reabilitação adequados. Ou seja, é possível ser feliz e não sentir dor. E é baseado nesta estatística e utilizando os mais modernos e eficazes protocolos de tratamento que atua o Centro da Coluna CREB (Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo), um centro de excelência em diagnóstico e tratamento de pacientes com dores na coluna, com uma bagagem de 30 anos de experiência em problemas músculo-esqueléticos.
– Atendemos das mais simples às mais complexas doenças na coluna vertebral que envolvem as regiões cervical, torácica, lombar ou sacral da coluna. Temos um atendimento especializado em coluna vertebral e dispomos de todos os recursos tecnológicos e protocolos para atendimento, em nossa própria clínica. Um exemplo são as duas piscinas climatizadas que dispomos para a prática de hidroterapia. Contamos também com estúdio de Pilates, as mais diversas técnicas de fisioterapia, acupuntura, RPG e aparelhos modernos, como raio-x digital, tudo concentrado na própria clínica. Assim, podemos oferecer um atendimento global, sempre com orientação de médicos reumatologistas e fisiatras – explica o reumatologista e fisiatra Haim Maleh, do CREB.
Segundo o médico, um diagnóstico preciso é o primeiro ponto para um tratamento de sucesso. O CREB conta com uma equipe multidisciplinar, o que oferece mais dinamismo ao tratamento proposto. O Centro da Coluna CREB conta com profissionais extremamente experientes e especializados, que trabalham em conjunto, como reumatologistas, fisiatras, ortopedistas e fisioterapeutas. “O paciente recebe um atendimento individual e tem todo o acompanhamento em seu tratamento, que é realizado na própria clínica. Os resultados são mais efetivos, mesmo porque o controle é maior”, garante o Dr. Haim Maleh.
– Os problemas da coluna vertebral têm em comum a dor, o desconforto, a sensação de queimação ou dormência, formigamento nos braços e mãos ou membros inferiores, tonteira, zumbido no ouvido ou mesmo lacrimejamento. Esses são sintomas comuns, que podem ter várias causas, como posturais, metabólicas, inflamatórias, infecciosas, emocionais e tumorais que podem ser por doenças da própria coluna ou por metástase de outros órgãos. É fundamental, portanto, uma avaliação médica e um diagnóstico correto para instituir o tratamento. Esse é o nosso objetivo, um correto diagnóstico para podermos orientar e tratar corretamente, facilitando o sucesso no tratamento e o bem estar do paciente – explica ele.
O Centro da Coluna CREB utiliza os mais moderno e eficientes protocolos e procedimentos não-cirúrgicos para o tratamento de problemas da coluna. “A dor é um sinal de alerta emitido pelo nosso corpo. E quanto mais rápido o paciente for tratado, mais fácil será alcançar sucesso no tratamento, e em menos tempo. “A perda de tônus muscular secundário ao sedentarismo, má postura e obesidade podem fazer uma pressão muito grande sobre a coluna vertebral, ocasionando os mais variados tipos de lesões. Atletas e praticantes amadores de esportes também podem sentir dores, muitas vezes após a realização de exercícios em excesso ou mal praticados. Somente um especialista poderá dar um diagnóstico preciso”, diz o Dr. Haim Maleh, lembrando que são sinais de alarme para dores nas costas febre sem motivo aparente, fraqueza muscular, anestesia ou dormência na face interna das coxas, dor do joelho até o tornozelo e dores noturnas que não melhoram mesmo com repouso.
– A lombalgia é, em países industrializados, a principal causa de incapacidade em pessoas com menos de 45anos. Estima-se que de 5 a 10% das causas de afastamento do trabalho provém de pacientes com lombalgia. Os números realmente são alarmantes e o pior é que muitas vezes a pessoa acha que são dores passageiras e não busca orientação médica. Mas essa pequena dor pode se transformar em um problema crônico. Ao menor sinal de dor nas costas, é preciso procurar um especialista – finaliza o Dr Haim Maleh.
Dor de coluna por mais de três meses? Pode ser espondilite anquilosante
Sentir dor na coluna é uma das queixas mais comuns, e muitas são as causas, bem como o que ela pode indicar. Mas se você anda sentindo dores na coluna por mais de três meses, é possível que esteja acometido pela espondilite aquilosante.
“A artrite reumatoide é uma doença inflamatória crônica e autoimune, cuja causa ainda não é totalmente conhecida. Esta doença acomete uma em cada cem pessoas, mas mulheres entre 40 e 60 anos são duas vezes mais acometidas que os homens. Um dos sintomas é a sensação de rigidez e dores nas juntas, principalmente pela manhã”, explica a Dra. Vianca Nataly Pereira Zeballos, reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.
Espondilite anquilosante: é possível readquirir a qualidade de vida perdida
A reumatologista do CREB diz que a doença não tem cura, porém a boa notícia é que pode ser tratada, devolvendo ao paciente a qualidade de vida perdida. “Esta doença inflamatória crônica afeta a membrana sinovial das pequenas articulações. E pode provocar dores e inchaços, principalmente nas mãos e nós pés. Mas o tratamento pode diminuir os sintomas, preservar a capacidade funcional do paciente e devolvê-lo a qualidade de vida perdida”, garante a Dra. Vianca.
Segundo ela, quanto mais cedo o tratamento começar, melhor será a resposta obtida. “Infecções, genes e fatores do meio ambiente podem estar relacionados à doença. Muitas vezes, uma função absolutamente simples e comum, como pentear o cabelo ou escovar os dentes, se torna um suplício para o paciente acometido pela artrite reumatoide. É preciso evitar que a doença chegue a este estágio. Por isso, quanto mais cedo tratar, melhor”, defende a médica do CREB.
O tratamento
A reumatologista acrescenta que a espondilite anquilosante pode, ainda, acometer os olhos e o pulmão do paciente. Em muitos casos, a capacidade funcional é marcante, e traz muita perda de qualidade de vida.
No CREB, destaca ela, o tratamento é absolutamente individualizado e humanizado. “Quando necessário, contamos até com apoio psicológico. Além de medicações específicas e a prática regular de exercício físico controlado, contamos com protocolos que incluem fisioterapia, acupuntura, hidroterapia e RPG, atividades que dispomos em nossa clínica. Muitas vezes, a dor e a incapacidade funcional provocam a perda da autoestima e da confiança do paciente em um estágio mais avançado da doença. Mas o tratamento bem realizado pode devolver a qualidade de vida perdida”, garante a reumatologista.
Doutor clique - Tecnologia na Medicina
Alguns casos de aplicação de tecnologia na Medicina
Stephane Tommasi, 17 anos, expert em body-boarding, levou um baita susto no mês passado. Pegava onda no Posto 5 quando caiu de mau jeito de uma formação de dois metros e fraturou duas vértebras. Impossibilitada de se mover até que um colete terapêutico ficasse pronto, ela passou parte do tempo no hospital Cardiotrauma, em Ipanema, falando com amigos que sequer precisavam ir vê-la. Usou um serviço recém-implantado no local e em outros dois hospitais no Rio: a visita virtual, via internet sem fio.
Munida de notebook, headset e webcam fornecidos pelo hospital, que tem uma banda larga com uma rede Wi-Fi interna, Stephane pôde conversar à vontade com seus amigos profissionais do body-board, como o parceiro Alexandre Tessotti, no Espírito Santo.
– Consegui me comunicar direitinho com eles através do serviço – conta Stephane, que, valente, voltará ao mar no próximo verão.
Tecnologia ajuda na prevenção e no tratamento
Este é apenas um exemplo da crescente integração entre medicina e tecnologia, que ocorre nas mais diversas áreas – do atendimento ao paciente até a cirurgia, passando pelo diagnóstico mais preciso. No Hospital Albert Einstein, em São Paulo, a tecnologia é fundamental em áreas que vão desde a oncogenética (verificação de predisposição hereditária ao câncer) até delicados procedimentos cardíacos.
– Um dos mais recentes e importantes é a intervenção na valva da artéria aorta (valva aórtica) através de um cateterismo, bem menos invasivo do que a cirurgia convencional – explica a médica Márcia Makdisse, gerente do programa de cardiologia do hospital. – Esse procedimento é alternativo (não indicado para todos os casos) e pode ser feito diretamente no laboratório de hemodinâmica, acompanhado via monitor.
Na parte cardíaca, a dra. Márcia destaca ainda programas de prevenção da arritmia cardíaca através de monitoramento em casa, com um aparelho capaz de transmitir por telefone para o hospital o registro dos batimentos do coração, e novas técnicas tomográficas e nucleares capazes de detectar precocemente lesões prejudiciais ao paciente.
Do ponto de vista dos médicos, a teleconferência via internet é também uma grande pedida. Alexandra Monteiro, médica radiologista da Casa de Saúde São José e coordenadora de telemedicina da Faculdade de Ciências Médicas da Uerj, diz que, no âmbito de iniciativas do governo como o Programa Nacional de Telessaúde, médicos do interior conseguem cotejar diagnósticos com hospitais mais bem aparelhos nas grandes cidades, ajudando a formar diagnósticos mais acurados.
– É possível enviar pela web scans de exames em formatos próprios da medicina, mas é preciso tomar cuidado para preservar a privacidade do paciente, já que a rede é transparente – explica Alexandra. – Estamos aos poucos avançando nessa integração técnico-médica, e acredito que o final do processo será uma biblioteca virtual de saúde em que se possa melhor gerenciar o conhecimento sobre as doenças, algo essencial num país continental como o nosso.
Raio-X digital conta com “Photoshop” de radiografias
Nem só de internet vive o dia-a-dia de clínicas e hospitais. Máquinas poderosas chegam para ajudar a desvendas as manhas das doenças com precisão. Um exemplo é o raio-X digital, que hoje conta com um scanner de alta resolução feito pela Kodak, o DirectView CR-850. Usado, entre outros locais, no Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo (Creb), ele contém um software que é uma espécie de Photoshop voltado para radiografias.
– O técnico insere a chapa no scanner, que em segundos a digitaliza e, depois, é possível manipular a imagem resultante de várias formas: dando zoom, melhorando brilho e contraste, examinado detalhes e por aí vai – explica Bruno Libman, administrador do Creb.
O resultado vai direto para o computador do médico, que pode chegar a um diagnóstico bem mais rapidamente. O reumatologista Eduardo Sadigurschi já consulta direto a versão computadorizada do raio-X para chegar a suas conclusões.
– A imagem fica muito mais nítida e, podendo aproximá-la, conseguimos ver até as menores lesões ortopédicas e reumatológicas – explica o dr. Eduardo. – Isso leva a diagnósticos mais precoces, que ajudam muito no tratamento.
No fim, em vez de levar uma incômoda chapa para casa, a pessoa leva um CD com a imagem, que pode auxiliar numa consulta médica posterior.
Resultados de exames chegam pela internet
Mas os resultados dos exames também podem chegar pela internet. A Veus Technology oferece esse serviço num totem no Labs D’Or, no Rio, e também por email ou celular. Segundo Marcelo Botelho, presidente da empresa, devem ser instalados uns 30 totens até meados do ano que vem em hospitais cariocas.
– O envio de exames vai não só para o totem, mas também para todo o restante do nosso sistema: smartphone, SMS, internet… e agora estamos implantando um serviço de reconhecimento de fala para que o paciente pegue o resultado do exame pelo telefone – diz Marcelo.
Naturalmente, em celulares mais simples o SMS é melhor meio de receber um alerta do resultado (não só para o paciente, como para o médico que precisa liberar um laudo, por exemplo). Mas em smartphones com acesso à internet via browser, como no PC, é possível acessar fotos do exames reduzidas por uma metodologia da própria Veus.
Um passeio pelo laboratório da rede D’Or mostra como a tecnologia mudou a vida de quem faz exames. Máquinas especializadas nos mais diversos tipos de exames – de microbiologia a urina – reduzem drasticamente o tempo de coleta, análise e conclusão de um exame médico.
– Nosso setor é capaz de processar cerca de 450 amostras de urina por dia e cerca de 200 de parasitologia (fezes) – conta Eleir de Lima, coordenadora da parte de urinálise e parasitologia do laboratório.
A maior parte do processo é automática: os profissionais organizam as amostras em bandejas que são inseridas em máquinas integradas ao sistema de computadores do laboratório. Cada amostra leva até 2 minutos para ser examinada. Do início de todo o processo até a liberação do laudo com o aval do médico leva-se cerca de duas horas.
– Com isso, conseguimos enviar alertas precoces aos pacientes, avisando que os exames ficaram prontos antes do fim do prazo – explica Marcelo.
Em outro setor, máquinas testam a que substâncias diversos tipos de bactérias reagem, para determinar o tipo de antibiótico que poderá ser receitado para um paciente.
A computação tem ramificações em diversas áreas da medicina. Uma delas é a oftalmologia. A saúde dos olhos, aliás, é uma grande preocupação depois que o computador chegou. Nesse inverno por que passamos, os casos de conjuntivite são agravados em quem usa o computador constantemente – você sabia?
– Mas nem tanto pelo uso do PC em si: é mais pelo contágio via teclado e mouse, dois meios terríveis de contaminação de conjuntivite viral – diz o oftalmologista do Instituto Penido Burnier de Campinas, Leôncio Queiroz Neto. – E passar álcool neles não elimina o adenovírus que causa a doença.
Outro problema à qual a turma do micro é afeita é o ressecamento dos olhos, porque nos esquecemos de piscar quando estamos diante do computador. A saída, diz o dr. Leôncio, é procurar piscar voluntariamente, botar o monitor 20 graus abaixo do nível dos olhos, evitar ambientes com ar-condicionado e olhar para o horizonte por cinco minutos a cada hora de trabalho no computador.
Um outro lado da tecnologia na área oftálmica é a produção de lentes de óculos high-tech. A Essilor, criadora das lentes Varilux, acabou de lançar a Crizal A2, uma lente manipulada quimicamente para evitar a eletricidade estática.
– Até agora, quando você limpava os óculos, a fricção do pano atraía as partículas de poeira para as lentes – explica Maurício Comfar, gerente de produto da Essilor. – A nova lente teve suas moléculas mexidas, alterando sua densidade, o que repele as partículas na hora da limpeza.
Publicado em O Globo (Revista Digital)
Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:
- BARRA DA TIJUCA: Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
- BOTAFOGO: Rua Voluntários da Pátria, 408
- COPACABANA: Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
- LEBLON: Av. Ataulfo de Paiva, 355
- MÉIER: Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier
Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:
- SANTO AMARO: Av. Santo Amaro, 5702
- INTERLAGOS: Av. Interlagos, 2255 - âncora SS03 - Shopping Interlagos
- TATUAPÉ: Rua Apucarana, 1619