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Método Maitland, no combate à dor

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Aliviar a dor é o principal objetivo do método Maitland, um tratamento fisioterápico não embasado apenas em uma técnica de mobilização articular em si, mas sim uma “filosofia” que engloba a avaliação e o tratamento, que defende o raciocínio clínico b...

Aliviar a dor é o principal objetivo do método Maitland, um tratamento fisioterápico não embasado apenas em uma técnica de mobilização articular em si, mas sim uma “filosofia” que engloba a avaliação e o tratamento, que defende o raciocínio clínico baseado principalmente nos achados clínicos. “Esse método é utilizado para aliviar dores e liberar com segurança determinadas estruturas, apresentando o objetivo de restaurar os movimentos e a amplitude de movimento normal, melhorando, assim, a função do indivíduo”, explica o fisioterapeuta Thiago Coutinho, do staff de reabilitação do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

O fisioterapeuta explica que o tratamento é comumente indicado para pacientes com disfunções neuromusculoesqueléticas (podendo estar envolvidas as articulações periféricas e/ou da coluna vertebral, além da articulação temporomandibular – ATM). “O grande impacto do conceito Maitland não reside nas técnicas, mas sim no processo de avaliação clínica meticulosa que permite, inclusive, que quaisquer outras modalidades de mobilização ou manipulação possam ser agregadas, aplicadas e reavaliadas sem comprometer em absolutamente nada o processo de raciocínio clínico. Porém, essas técnicas são preferencialmente usadas para tratamento de disfunções da coluna vertebral”, finaliza ele.

No CREB, o conceito Maitland é, muitas vezes, associado ao RPG e ao Pilates , procurando utilizar essas técnicas preferencialmente para tratamento de disfunções da coluna vertebral, o que traz relaxamento, alívio e bem estar ao paciente. Os resultados alcançados têm sido excelente, ressalta Coutinho.


Reabilitação pós-covid é fundamental para pacientes que estiveram internados e tiveram sequelas físicas por conta da doença

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Os números da Covid voltaram a assustar a população, ainda que a vacinação esteja avançando no país. É verdade que o número de internações e de mortes caíram muito, do auge da pandemia para cá, mas todo cuidado é pouco diante do atual crescimento de casos. O uso da máscara em ambientes fechados e da higienização das mãos com álcool 70% ainda é recomendado.

Outra questão fundamental é a reabilitação pós-covid. É muito importante que pacientes que tiveram a doença e ficaram curados, porém com algumas sequelas físicas, busquem a reabilitação pós-covid para um resultado 100% positivo. “O quadro hoje está muito mais leve, é verdade, graças, principalmente, a vacinação em massa da população. Mas muitos pacientes que tiveram internado e venceram a doença voltaram para casa com sequelas físicas, impactando na saúde e na qualidade de vida. Eles precisam de uma boa reabilitação pós-covid”, afirma o reumatologista e fisiatra Haim Maleh, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

As principais sequelas pós-covid

Segundo o médico do CREB, as sequelas pós-covid mais comuns são alterações cardiorrespiratórias e neurológicas, fraqueza muscular, perda da mobilidade, fadiga, além de problemas de saúde mental, como ansiedade, depressão e distúrbios cognitivos e de memória. “Estas são as sequelas mais comuns. Há várias outras, que podem se tornar problemas crônicos, comprometendo a autonomia e a qualidade de vida da pessoa.

“O mais importante é promover um atendimento individualizado para uma boa reabilitação pós-covid. As necessidades de cada pacientes devem ser consideradas. E não há um prazo determinado, estipulado, para a reabilitação. Isso vai depender de caso a caso. No CREB, criamos protocolos específicos no atendimento de pacientes que procura reabilitação pós-covid, que podem incluir fisioterapia nas suas mais variadas formas, acupuntura, hidroterapia, RPG e outros”, define ele.

CREB é certificado como Covid Free pelo IBES Internacional

O CREB é certificado como Covid Free desde julho do ano passado, pelo IBES Internacional (Instituto Brasileiro para Excelência em Saúde). Isso significa que a clínica se vale de boas práticas preventivas no enfrentamento da doença, oferecendo um ambiente seguro para seus funcionários e pacientes. Mesmo com um certo relaxamento dos números diante da escalada do ano passado, o CREB continua adotando com todo rigor todas as medidas de ouro para enfrentar a pandemia.

“Fomos e continuamos muito rigorosos com todos protocolos de biossegurança. Este entendimento nada mais é do que uma obrigação e uma responsabilidade nossa. Mantemos os protocolos que nos garante ser um estabelecimento covid free”, garante o Dr. Haim.


Bursite trocantérica provoca dor na lateral do quadril e coxa

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Dor lateral no quadril e, também, na coxa, apresentando dificuldade no caminhar, pode ser uma consequência de uma bursite trocantérica.

“Como a pressão direta sobre a bursa aumenta a dor, geralmente é difícil para o paciente deitar sobre o lado afetado. Sendo assim, a bursite trocantérica pode prejudicar o sono, apresentar dificuldade no caminhar e dor constante e, consequentemente, reduzir a qualidade de vida do paciente”, acrescenta o ortopedista João Marcelo, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia e da equipe médica do futebol profissional do Clube de Regatas do Flamengo.

Dificuldade no caminhar e dor constante

Ele explica que “a bursa trocantérica é um tecido sinovial localizado superficialmente ao trocanter maior, a parte do fêmur proximal que é saliente lateralmente no quadril. Todas as pessoas têm quatro mais bursas trocantéricas em cada quadril. Estas bursas funcionam como se fossem um ‘saco vazio’ sobre as proeminências ósseas, o que facilita o deslizamento de tendões e fáscias sobre o osso”.

A bursite trocantérica é a inflamação de uma ou mais bursas trocantéricas. “Em geral, é causada por movimentos exagerados dos tendões e fáscias sobre o trocânter maior. “Essa pressão direta pode causar ou agravar os sintomas da bursite trocantérica. A partir da evolução da inflamação, a Bursa vai perdendo sua função deslizante. Geralmente, pacientes com bursite trocantérica também podem apresentar doença na coluna lombar; diferença de comprimento entre os membros inferiores; doença na articulação sacroilíaca; artrose do joelho e entorse do tornozelo”, diz o ortopedista do CREB, pontuando que um exame importante a ser feito nesses casos é a baropodometria computadorizada, que avalia o movimento e a pisada do paciente.



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