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Reumatologista do CREB participa de lançamento de nova medicação para espondilite anquilosante

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O Dr. Haim Maleh, fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – e professor da Universidade federal Fluminense (UFF) participou, no dia 01 de outubro, do lançamento de uma nova medicação biológica para o tratamento...

O Dr. Haim Maleh, fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – e professor da Universidade federal Fluminense (UFF) participou, no dia 01 de outubro, do lançamento de uma nova medicação biológica para o tratamento da espondilite anquilosante e artrite psoriásica (artrite da psoríase), em São Paulo. Tal medicação biológica acaba de chegar ao Brasil e trata-se de um inibidor da il-17, com excelentes resultados no alívio da dor lombar, artrite e lesões da psoríase. “A espondilite anquilosante é uma doença que leva a dor lombar, inflamação das articulações da bacia, tendinite nos tornozelos, artrite e inflamação ocular (uveíte). Já a artrite psoriásica é caracterizada por artrite em mãos e punhos e acomete pacientes com psoríase (lesão dermatológica descamativa). Esse novo medicamento representa um avanço no tratamento destas duas doenças e é muito importante acompanhar as novidades para oferecer aos nossos pacientes o que há de mais avançado”, afirma o Dr. Haim.


A densitometria óssea detecta osteoporose precocemente

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Caracterizada pela diminuição da massa óssea, com consequente enfraquecimento e fragilidade do osso e maior possibilidade de fraturas, mesmo após pequenas quedas e traumas, a osteoporose tem números alarmantes.

No Brasil, mais de 10 milhões de pessoas têm a doença e, no mundo, esse número chega a 200 milhões. E mais: de acordo com as estatísticas, uma em cada quatro mulheres, após a menopausa, têm osteoporose e uma a cada cinco mulheres que já tiveram fratura sofrerão outra fatura, em menos de um ano.

O raio-x só detecta a osteoporose quando já há perda de 30% da massa óssea

Os principais fatores de risco da doença são:

• ser mulher;

• ter pele e/ou olhos claros;

• ser baixa e/ou magra;

• quem não toma leite ou ingere pouco alimento com cálcio;

• quem não faz exercício físico;

• quem toma pouco Sol;

• quem tem parente com a doença;

• quem sofre de asma (bronquite), artrite ou alergia;

• fumantes;

• quem bebe muito café e bebida alcoólica;

• quem tem menopausa precoce por cirurgia ou não;

• quem usa antiácidos, anticonvulsivantes, certos diuréticos, heparina e/ou corticoides;

• e quem tem problema de tireoide.

Mas há uma boa notícia: a osteoporose pode ser prevenida e tratada com excelentes resultados. “Podemos diagnosticar a doença, com precisão e precocemente, por meio de um exame de fácil realização, indolor e de alta precisão chamado densitometria óssea.”, explica a ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, Dra. Letícia Junqueira.

 

"Enquanto o raio-x somente detecta a osteoporose quando já há perda de 30% da massa óssea, com esse exame podemos detectá-la quando há perda de menos de 1%. E detectada precocemente, podemos tratá-la com êxito”, finaliza a ortopedista do CREB.


Cientistas britânicos descobrem 14 novos genes ligados à artrite na infância

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Pesquisadores da Manchester University publicaram estudo na revista Nature Genetics, que relata a descoberta de 14 novos genes ligados ao problema da artrite na infância.

De acordo com os cientistas, essa descoberta poderá ajudar na classificação da doença e abrirá novas frentes para tratamentos. “A artrite na infância, também conhecida como artrite idiopática juvenil, é um tipo específico de artrite bastante separado dos tipos encontrados em adultos e houve apenas uma quantidade limitada de pesquisa nessa área no passado. Este estudo foi estabelecido para observar os fatores de risco específicos. Identificar esses 14 fatores de risco genéticos seria um avanço bastante importante. Ele vai nos ajudar a compreender o que está causando o problema, como ele progride e, em seguida, desenvolver potencialmente novas terapias”, afirmou a pesquisadora Dra. Anne Hinks.

Para realizar tal pesquisa, os cientistas britânicos compararam os genes de 2 mil crianças portadoras da artrite com os genes de voluntários saudáveis. “Nós já sabíamos há algum tempo que existe uma forte contribuição genética para o risco de uma criança desenvolver artrite. No entanto, apenas três fatores de risco genéticos foram identificados anteriormente. Este estudo é a maior investigação genética até esta data onde foram identificadas 14 novas regiões de risco, acrescentando uma importância significativa para o conhecimento da base genética desta doença”, ressaltou o diretor médico e professor Alan Silman.

Reumatismo não é doença exclusiva da Terceira Idade

O reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia, Dr. Marco Arnez, lembra que a ideia de que reumatismo é uma doença da terceira idade é ultrapassada. Segundo ele, os reumatologistas e fisiatras recebem cada vez mais a visita de crianças e adolescentes,acometidos pela doença, principalmente devido ao uso excessivo de videogames e telefones celulares. Esse foi, inclusive, um dos temas de destaque da reunião anual da Liga Europeia Contra o Reumatismo, que aconteceu em Londres.

“Crianças e adolescentes passam horas e horas jogando videogames e também gastam muito de seu tempo livre navegando e utilizando os recursos de smartphones. Essas atividades sem tempo discriminado podem causar reumatismo crônico nestes jovens. Antes, o reumatismo era considerado uma doença da terceira idade, mas essa ideia está ultrapassada”, explica o reumatologista. “A dor crônica aparece devido ao extremo esforço realizado por estes jovens, que fazem movimentos repetidos durante várias horas, com os controles dos videogames e celulares. Na Europa já discute-se, inclusive, a necessidade de se expor esse efeito colateral nas embalagens dos jogos, tamanho o problema”, acrescenta ele.



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  • COPACABANA:   Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
  • LEBLON:   Av. Ataulfo de Paiva, 355
  • MÉIER:   Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier

Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:

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  • INTERLAGOS:   Av. Interlagos, 1989
  • TATUAPÉ:   Rua Apucarana, 1619