Reabilitação neurológica no CREB utiliza Nintendo Wii®
O setor da Reabilitação Neurológica do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – conta com uma ampla infraestrutura preparada e equipada, para atender pacientes portadores de diversas doenças, tais como o AVC (acidente vascular cerebral),...
O setor da Reabilitação Neurológica do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – conta com uma ampla infraestrutura preparada e equipada, para atender pacientes portadores de diversas doenças, tais como o AVC (acidente vascular cerebral), AVCH (acidente vascular cerebral hemorrágico), Doença de Parkinson, Paralisia facial periférica, ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica), Esclerose Múltipla, Mal de Alzheimer, síndrome Vestibular, Síndrome de Asperger, entre tantas outras.
“A fisioterapia neurológica visa a recuperação, alivio da dor, prevenção, conservação e o desenvolvimento da capacidade física e mental do paciente, possibilitando assim uma melhora e uma maior independência nas suas atividades de vida diária. Para a avaliação e reabilitação dos pacientes são abordadas as seguintes variáveis: força muscular, amplitude de movimento, postura, coordenação, equilíbrio, avaliação da marcha, habilidade na realização dos movimentos, respiração, funções cognitivas e motoras. São utilizados uma gama de recursos tais como a Cinesioterapia, termoterapia, técnicas manuais e a reabilitação com o Nintendo Wii®”, diz a fisioterapeuta Bruna Túlio, staff do serviço de reabilitação física do CREB.
A reabilitação utilizando o Nintendo Wii® tem feito muito sucesso nos tratamentos oferecidos no CREB. “Os pacientes que utilizam esse meio de tratamento interagem com imagens em um ambiente simulado, tendo a sensação de estar no mundo real. Utilizando canais multissensoriais, proporciona ao usuário a navegação e a interação em um ambiente sintético gerado por computador. Nesse universo, encontra-se o videogame Nintendo Wii®, que está incrementando e revolucionando os programas de reabilitação neurológicas do CREB. A realidade virtual (RV) é indicada para pacientes com perdas de equilíbrio, déficit cognitivo, alterações vestibulares, diminuição do arco de movimento, controle de tronco e encefálico, melhora de marcha, dentre outros. E necessário a avaliação do paciente previamente, para saber se e indicado para o tratamento, e ao utilizar o aparelho e necessário um profissional qualificado para assistir ao paciente no que for necessário”, explica a fisioterapeuta.
Segundo ela, a equipe de reabilitação neurológica do CREB olha o paciente como um todo, objetivando uma melhor qualidade muscular, “inclusive a acessória pulmonar para melhora da capacidade respiratória, melhor mobilidade e principalmente a independência dessas pessoas seja para ‘pequenas coisas’ que se tornam grandes quando nos faltam, como para comer, andar, controle urinário e exercer atividades diárias conforme gosto e necessidades pessoais”.
Mochilas pesadas fazem mal à saúde
A volta às aulas traz à tona um assunto muito importante, que na maior parte das vezes é negligenciado: o peso da mochila dos estudantes.
Entre livros, cadernos e material de apoio, é muito comum encontrar alunos com mochilas que pesam até 15 quilos. São crianças de dez, onze anos, que carregam para cima e para baixo um sobrepeso que certamente faz mal à saúde.
“Antes de mais nada, esse excesso de peso sobrecarrega a coluna vertebral das crianças. Pode provocar dores musculares constantes e até resultar em uma artrose, ou seja, causar inflamação na articulação. As mochilas pesadíssimas afetam principalmente o quadril e os joelhos dos estudantes. É um problema muito sério”, aponta o Dr. Haim Maleh, Reumatologista e Fisiatra do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia – e Professor de Reumatologia da UFF.
Segundo ele, o estudante não deve carregar mais do que 10% do seu peso nos ombros. Isso significa que uma criança com 50 quilos só deveria utilizar uma mochila com no máximo 5 quilos, entre livros, cadernos, material de apoio e lanche. “Há, ainda, um agravante muito sério. Em geral, os estudantes não gostam de carregar a mochila sobre os dois ombros. Sempre concentram as duas alças em apenas um ombro. Isso é terrível e aumenta o problema. O peso da mochila precisa ser distribuído”, pontua o médico.
Algumas escolas já oferecem armários para os alunos, e editoras começam a dividir os livros para diminuir o peso do material. O mercado também oferece mochilas com rodinhas. Mas em geral o problema está longe de ser resolvido. “Ao menor sinal de dor ou se os pais perceberem algum tipo de desvio postural ou ombros assimétricos, um especialista deve ser consultado”, finaliza o Dr. Haim.
O correto tratamento da dor lombar
Principal causa de incapacidade em todo o mundo, a dor lombar não está sendo tratada corretamente. É o que aponta uma pesquisa, publicada na revista médica Lancet, que aponta que muitos médicos ainda tendem a prescrever apenas analgésicos para aquele...
Principal causa de incapacidade em todo o mundo, a dor lombar não está sendo tratada corretamente. É o que aponta uma pesquisa, publicada na revista médica Lancet, que aponta que muitos médicos ainda tendem a prescrever apenas analgésicos para aqueles que sentem dores nas costas, ao invés de incentivar a prática de fisioterapia e exercícios específicos, o que traz alívio para os sintomas da doença.
O aconselhamento psicológico é considerado fundamental para pacientes com dor crônica
Mais de 60% das pessoas com dor lombar utilizam analgésicos opioides nos Estados Unidos, por exemplo. A verdade é que o incorreto uso de opioides ajuda a impulsionar uma overdose de opiáceos nos Estados Unidos. Segundo os Centros de Controle e Prevenção de Doenças ( CDC), as overdoses com opioides aumentaram 30% entre 2016 e 2017 e matam cerca de 35 mil pessoas por ano.
– Definitivamente, opioides não são as melhores opção para tratamento da dor crônica. Alcançamos melhores resultados no tratamento da dor lombar, por exemplo, com a utilização correta da fisioterapia, RPG, hidroterapia, e até aconselhamento psicológico, opção considerada fundamental para pacientes com dor crônica. A sensação de tristeza e incapacidade podem ser decorrentes do quadro de dor lombar e muitas vezes o sintoma depressivo é resultado de sucessivas tentativas frustradas de alívio do sintoma. Dor crônica leva a depressão e vice-versa – afirma o fisiatra e reumatologista Haim Maleh, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, e professor de reumatologia da Universidade Federal Fluminense (UFF), pontuando que no CREB há um entendimento de que em algumas situações há necessidade de apoio emocional e, por isso, a clínica disponibiliza para sues pacientes acolhimento psicológico.
O American College of Physicians defende em sua orientação que os pacientes com dor lombar devem realizar fisioterapia, incluindo técnicas de termoterapia (ondas curtas, microondas).
– Orientado por médicos fisiatras, o CREB opta por protocolos que incluem exercícios específicos para coluna, como RPG, Pilates Terapêutico, acupuntura e hidroterapia. A abrangência de nossos protocolos possibilita uma rápida melhora e a restituição da qualidade de vida. Afinal você pode viver bem, feliz e sem dor – finaliza o médico.
Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:
- BARRA DA TIJUCA: Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
- BOTAFOGO: Rua Voluntários da Pátria, 408
- COPACABANA: Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
- LEBLON: Av. Ataulfo de Paiva, 355
- MÉIER: Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier
Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:
- SANTO AMARO: Av. Santo Amaro, 5702
- INTERLAGOS: Av. Interlagos, 1989
- TATUAPÉ: Rua Apucarana, 1619