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CREB utiliza a Terapia por Ondas de Choque em sua plenitude

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Pioneiro no uso da Terapia de Ondas de Choque no Rio de Janeiro, o CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo- foi a primeira grande clínica a oferecer no estado fluminense esse tratamento, que é o que há de mais moderno no combate a tendinit...

Pioneiro no uso da Terapia de Ondas de Choque no Rio de Janeiro, o CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo- foi a primeira grande clínica a oferecer no estado fluminense esse tratamento, que é o que há de mais moderno no combate a tendinite de ombro, quadril, cotovelo e joelho, bursites, fascite plantar e esporão de calcâneo. Isso já tem mais de dez anos, e a TOC vem evoluindo cada vez mais, sendo utilizada com novas técnicas.

Técnica de “trigger points”

O CREB, por exemplo, é uma das clínicas a utilizar a TOC com a técnica de “trigger points”, que visa estimular e tirar a sensibilidade dos pontos de maior intensidade álgica do paciente, em vez de só focar o tratamento no ponto focal da patologia. Trata-se de uma técnica criada pelo Dr. Christoph Schimitz, ortopedista professor da Universidade de Munique, Alemanha, e do Centro de Pesquisas Avançadas da Universidade de Nyon, Suíça, que apresentou como uma grande contribuição em Terapia por Ondas de Choque

– Esta técnica pode ser utilizada nos tratamentos de dor crônica refratária e outros procedimentos, tais como lombalgias crônicas (dor lombar), dor miofascial (dor muscular, sem uma origem definida, de moderada a intensa intensidade álgica) e cervicalgias (dores na região cervical), dentre outras. E os resultados têm sido muito positivos – explica o reumatologista e fisiatra do CREB, Antônio Rodrigues d’Almeida Neto.

Vale pontuar que o tratamento com TOC é realizado em consultório médico, por médico capacitado, geralmente em três sessões, de 20 a 30 minutos cada. O tratamento utiliza-se de ondas acústicas, que vem sendo utilizado com sucesso em substituição a vários tipos de cirurgia. As melhores respostas ao tratamento têm sido de casos de patologia em ombros, em especial as tendinites e bursites, na região plantar (sola do pé), principalmente para as fascites plantares, as calcificações na junção do tendão de Aquiles com o osso do calcanhar (entesite aquiléa) e, também, para bursites do quadril (trocanteriana). Na maioria dos casos, a eficácia da TOC é percebida logo após as duas primeiras aplicações.


Fascite Plantar: TOC é uma excelente opção

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Fascite Plantar é uma doença caracterizada pela inflamação da membrana de tecido conjuntivo que recobre a parte inferior do pé

Doença caracterizada pela inflamação da membrana de tecido conjuntivo que recobre a parte inferior do pé, se estendendo do osso calcâneo aos dedos, a fascite plantar lesão é provocado por repetidas trações na fáscia plantar. “Os fatores mais conhecidos como influenciadores para o aparecimento da lesão são: erros de exercícios físico, calçados sem amortecimentos para o calcanhar e em mal estado, alterações morfológicas do pé, diminuição da força de flexão plantar e entre outras atividades de esforço repetitivo ao calcâneo”, explica Handerson Meurer, Coordenador de Fisioterapia do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia.

Uma das mais eficientes e recentes técnicas é a Terapia por Ondas de Choque (TOC)

Handerson explica que em alguns casos mais duradouros, se instalando uma lesão crônica, as forças de tensão da fáscia e dos músculos que se inserem no tendão do calcâneo, estimulam a formação de espículas ósseas, que são conhecidas popularmente como esporão de calcâneo. Segundo o ortopedista e fisiatra Alfredo Clapp, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia, o tratamento fisioterapêutico tem uma abordagem preferencialmente de restauração da função mecânica da fáscia plantar e analgesia.

“Algumas técnicas utilizadas agem a favor desses objetivos, como o aparelho de ultrassom, um recurso eletro-termoterapêutico que ajuda no quadro inflamatório através da emissão de ondas que aceleram o metabolismo celular melhorando o aporte sanguíneo e nutrição do local afetado, proporcionando redução do nível de inflamação e consequentemente gerando resultado analgésico, a manipulação através da técnica de crochetagem também é uma forma de tratamento onde se utiliza um gancho para quebra de aderências existentes na fáscia extinguindo postos de fibroses”, diz ele.

O Dr. Alfredo acrescenta que uma das mais eficientes e recentes técnicas dentro do âmbito traumato ortopédico é a Terapia por Ondas de Choque (TOC), que é resultado de um fenômeno que cria uma intensa troca de pressão entre os meios, com efeitos biológicos de aumento da proliferação dos vasos sanguíneos, estimulo nos fatores de crescimentos angiogênicos que estão relacionados com proliferação celular, diminuição da substância P, presente na inflamação e consequentemente regeneração tecidual.

“A TOC é feita em consultório médico, é quase indolor, não invasiva e geralmente três sessões são suficientes para resolver o problema”, garante ele. O CREB dispõe dessa tecnologia, aplicada apenas por médicos treinados para tal.


Por que encolhemos?

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É comum os pais dizerem para seus filhos que não é a vovó quem está encolhendo, mas sim eles que estão crescendo e ficando cada vez mais altos. Pode ser uma resposta simpática para uma pergunta tão recorrente, mas a verdade é que sim, nós encolhemos ao passar dos anos. Esse fenômeno é natural e faz parte do processos de envelhecimento dos seres humanos. O organismo vai se modificando, desde os tecidos, que se tornam menos flexíveis, com perda de fluidos e hormônios, até a perda de força e estrutura de músculos e ossos. Esse fenômeno é conhecido como senescência, a biologia do envelhecimento. Acredita-se que até o efeito da gravidade contribui para esse encolhimento.

Segundo o ortopedista, independente da idade, mesmo pela manhã os nossos ossos ficam menores, devido a perda de líquido durante a noite de sono. Uma pesquisa realizada recentemente na Alemanha, com 1200 adultos, com uso de raio-X e outros exames, permitiu a construção de um banco de dados sobre o que acontece com a altura dos discos e a forma da coluna vertebral com a chegada à terceira idade. Essa pesquisa traz uma polêmica para o centro das atenções: há uma redução dos discos que ficam entre os ossos ou a altura dos discos aumenta com a idade? A diminuição da estatura é causada pelo fato de os ossos ficarem mais comprimidos?

A pesquisa revelou que os discos da parte baixa das costas, da lombar, aumentaram de altura até as pessoas atingirem 70 anos, em ambos os sexos. Ao mesmo tempo, a principal parte das vértebras ficou menor com a idade. O centro dos ossos aparentava ter baixado seu nível de propriedades. A parte superior de cada osso sofreu alteração em sua densidade, passou a ter massa mais reduzida se comparada com a inferior. A concavidade aumentou em toda a extensão.

Essa pesquisa indica que o encolhimento é provocado pelas mudanças nos ossos mesmo e não nos discos entre eles. A coluna vertebral é formada por várias vértebras, que são ligadas por articulações, os chamados discos intervertebrais. Esses discos são constituídos de material fibroso (ânulo fibroso) e gelatinoso (núcleo pulposo) que desempenham a função de amortecedores e são responsáveis pela mobilidade. O que diminui de tamanho são as vértebras, que sobrepõem-se umas às outras, integrando o canal vertebral.



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