Crochetagem é associada a RPG, acupuntura, hidroterapia e pilates, contra a dor localizada
A crochetagem é um método fisioterapêutico para tratamento de dores do aparelho locomotor. O fisioterapeuta utiliza manobras com um gancho, e elimina as aderências sobre a pele. A técnica é muito utilizada, com sucesso, para eliminar dores localizada...
A crochetagem é um método fisioterapêutico para tratamento de dores do aparelho locomotor. O fisioterapeuta utiliza manobras com um gancho, e elimina as aderências sobre a pele.
A técnica é muito utilizada, com sucesso, para eliminar dores localizadas.
“A crochetagem é um método que busca a a liberação tecidual através da utilização do gancho realizando movimentos curtos de tração em um eixo paralelo à cicatriz por todo seu trajeto longitudinal, movimentos em um eixo perpendicular a cicatriz e também movimentos com início imediatamente após o bordo mais externo da cicatriz. Na verdade, ocorre um aumento da circulação sanguínea e circulação linfática. Isso traz alívio e atua diretamente sobre a dor, eliminando-a”, explica Handerson R. Neurer, coordenador do serviço de reabilitação do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.
A técnica é muito utilizada para eliminar dores localizadas; aderências fibrosas que limitam o movimento entre os planos de deslizamento tissulares; nos corpúsculos fibrosos (depósitos úricos ou de cálcio); e nas cicatrizes e hematomas, que geram progressivamente aderências entre os planos de deslizamento. “A técnica realizada nos trigger points (pontos de gatilho, de inibição) sugere um efeito reflexo, tendo indicações para aderências consecutivas a um traumatismo levando a um derrame tecidual, a aderências consecutivas a uma fibrose cicatricial cirúrgica, epicondilites, pubalgia, lombalgia. É indicado também para nevralgias”, diz ele.
O fisioterapeuta ressalta que no CREB essa técnica é associada a outros protocolos, como acupuntura, RPG, pilates terapêutico e hidroterapia, realizada em piscinas apropriadas para tal, o que oferece mais efetividade ao tratamento. “Na presença de uma dor localizada num local específico, o terapeuta inicia sua busca palpatória manual nas regiões afastadas do foco doloroso. Esta busca segue cadeias lesionais que estão em relação anatômica com a lesão. Esta concepção é importante para evitar o aumento da dor através do efeito rebote”, resume ele.
CREB utiliza a Terapia por Ondas de Choque em sua plenitude
Pioneiro no uso da Terapia de Ondas de Choque no Rio de Janeiro, o CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo- foi a primeira grande clínica a oferecer no estado fluminense esse tratamento, que é o que há de mais moderno no combate a tendinit...
Pioneiro no uso da Terapia de Ondas de Choque no Rio de Janeiro, o CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo- foi a primeira grande clínica a oferecer no estado fluminense esse tratamento, que é o que há de mais moderno no combate a tendinite de ombro, quadril, cotovelo e joelho, bursites, fascite plantar e esporão de calcâneo. Isso já tem mais de dez anos, e a TOC vem evoluindo cada vez mais, sendo utilizada com novas técnicas.
Técnica de “trigger points”
O CREB, por exemplo, é uma das clínicas a utilizar a TOC com a técnica de “trigger points”, que visa estimular e tirar a sensibilidade dos pontos de maior intensidade álgica do paciente, em vez de só focar o tratamento no ponto focal da patologia. Trata-se de uma técnica criada pelo Dr. Christoph Schimitz, ortopedista professor da Universidade de Munique, Alemanha, e do Centro de Pesquisas Avançadas da Universidade de Nyon, Suíça, que apresentou como uma grande contribuição em Terapia por Ondas de Choque
– Esta técnica pode ser utilizada nos tratamentos de dor crônica refratária e outros procedimentos, tais como lombalgias crônicas (dor lombar), dor miofascial (dor muscular, sem uma origem definida, de moderada a intensa intensidade álgica) e cervicalgias (dores na região cervical), dentre outras. E os resultados têm sido muito positivos – explica o reumatologista e fisiatra do CREB, Antônio Rodrigues d’Almeida Neto.
Vale pontuar que o tratamento com TOC é realizado em consultório médico, por médico capacitado, geralmente em três sessões, de 20 a 30 minutos cada. O tratamento utiliza-se de ondas acústicas, que vem sendo utilizado com sucesso em substituição a vários tipos de cirurgia. As melhores respostas ao tratamento têm sido de casos de patologia em ombros, em especial as tendinites e bursites, na região plantar (sola do pé), principalmente para as fascites plantares, as calcificações na junção do tendão de Aquiles com o osso do calcanhar (entesite aquiléa) e, também, para bursites do quadril (trocanteriana). Na maioria dos casos, a eficácia da TOC é percebida logo após as duas primeiras aplicações.
Lombalgia aguda e crônica: é preciso consultar um especialista
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), 85% da população mundial sofre, sofreu ou irá sofrer dores na coluna
De fato, dores na região lombar são as que mais afetam as pessoas, perdendo apenas para a dor de cabeça. A lombalgia é a dor ou sensação de peso, ou mesmo de queimação na região lombar, ou próximo das nádegas, e pode irradiar para as pernas e nádegas, provocando dormências e formigamento, até mesmo nos pés. Ao menor sinal de dor na região, é preciso consultar um especialista para tratamento.
“A região lombar se localiza entre a última costela e o início da nádega. Não é nada incomum sentirmos dor nessa região. Muitas vezes, trata-se de um mal jeito, uma noite mal dormida, um esforço excessivo, mas também pode ser indicativo de algum problema maior. A dor lombar pode indicar uma inflamação, uma infecção, hérnia de disco, alguma doença abdominal ou pulmonar ou mesmo uma artrose. É preciso procurar um especialista, porque quando mais cedo tratamos problemas na coluna, melhores resultados alcançamos”, explica o Reumatologista e Fisiatra do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia – e Professor de Reumatologia da UFRJ, Haim Maleh.
Tipos de Lombalgia
Segundo Maleh, existem, basicamente, dois tipos de lombalgia: lombalgia crônica e lombalgia aguda. “A lombalgia aguda é mais comum nos jovens, e aparece normalmente após um esforço físico extra. Dura menos de duas semanas, embora possa chegar a quatro ou seis semanas, em casos mais graves. Já a lombalgia crônica é mais comum em pessoas com mais idade e permanecem mais longamente.
A lombalgia aguda surge a partir de uma inflamação das estruturas da região lombar, provavelmente após uma queda, impactos diretos, má postura ou excesso de exercício físico. Já a lombalgia crônica nem sempre tem sua causa direta definida, mas questões genéticas, tabagismo, obesidade e falta de exercício físico ajudam a explicá-la.
O médico ressalta que o tipo e grau da lombalgia e as características do paciente indicarão o melhor tratamento. É fundamental um correto diagnóstico para que o tratamento possa ter o melhor resultado, o que é possível. O tratamento pode ser medicamentoso e utilizar de protocolos que incluem hidroterapia, RPG, Pilates e acupuntura, crioterapia compressiva e eletroterapia, serviços oferecidos pelo CREB, que dispõe, por exemplo, de duas piscinas próprias para hidroterapia e estúdio de Pilates. “As dores da lombalgia são incômodas mesmo e podem deixar a pessoa sem condições de andar e praticar suas atividades diárias, mas o tratamento correto irá trazer alívio para o paciente”, garante.
Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:
- BARRA DA TIJUCA: Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
- BOTAFOGO: Rua Voluntários da Pátria, 408
- COPACABANA: Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
- LEBLON: Av. Ataulfo de Paiva, 355
- MÉIER: Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier
Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:
- SANTO AMARO: Av. Santo Amaro, 5702
- INTERLAGOS: Av. Interlagos, 2255 - âncora SS03 - Shopping Interlagos
- TATUAPÉ: Rua Apucarana, 1619