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Mesoterapia ajuda a aliviar a dor

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Artroses, bursites, entorses, lesões musculares, lombalgias, nevralgias, tendinites… todas essas doenças têm em comum a dor, em maior ou menor grau, mas sempre limitante e provocando perda de qualidade de vida do paciente. Embora seja utilizado també...

Artroses, bursites, entorses, lesões musculares, lombalgias, nevralgias, tendinites… todas essas doenças têm em comum a dor, em maior ou menor grau, mas sempre limitante e provocando perda de qualidade de vida do paciente. Embora seja utilizado também como tratamento estético, a mesoterapia é uma técnica indicada, com intuito terapêutico, para ajudar a atenuar a inflamação e, consequentemente, a dor, atuando sobre a inflamação local. Nesses casos, é chamada de mesoterapia da dor.

A mesoterapia da dor tem intuito terapêutico

“Trata-se de uma técnica médica que introduz doses mínimas de medicamentos, por via intradérmica ou subcutânea, na área afetada pela dor. É uma técnica muito eficaz. Pode ser feita com ou sem agulhas. Quando não se utilizam agulhas, os produtos são aplicados na pele via percutânea. Essa terapia está disponível para todos que sofrem de dor, tanto adultos quanto crianças, além de pessoas da terceira idade”, explica o Reumatologista Sergio Rosenfeld, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

O número de sessões adequadas depende do problema a tratar e da intensidade da dor, adianta o Dr. Sergio. “É uma técnica que deve ser prescrita e realizada por médicos. No CREB temos utilizado, com muito sucesso, também associada a acupuntura. Na consulta, o médico poderá propor o tratamento adequado ao paciente”, finaliza ele.


Por que encolhemos?

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É comum os pais dizerem para seus filhos que não é a vovó quem está encolhendo, mas sim eles que estão crescendo e ficando cada vez mais altos. Pode ser uma resposta simpática para uma pergunta tão recorrente, mas a verdade é que sim, nós encolhemos ao passar dos anos. Esse fenômeno é natural e faz parte do processos de envelhecimento dos seres humanos. O organismo vai se modificando, desde os tecidos, que se tornam menos flexíveis, com perda de fluidos e hormônios, até a perda de força e estrutura de músculos e ossos. Esse fenômeno é conhecido como senescência, a biologia do envelhecimento. Acredita-se que até o efeito da gravidade contribui para esse encolhimento.

Segundo o ortopedista, independente da idade, mesmo pela manhã os nossos ossos ficam menores, devido a perda de líquido durante a noite de sono. Uma pesquisa realizada recentemente na Alemanha, com 1200 adultos, com uso de raio-X e outros exames, permitiu a construção de um banco de dados sobre o que acontece com a altura dos discos e a forma da coluna vertebral com a chegada à terceira idade. Essa pesquisa traz uma polêmica para o centro das atenções: há uma redução dos discos que ficam entre os ossos ou a altura dos discos aumenta com a idade? A diminuição da estatura é causada pelo fato de os ossos ficarem mais comprimidos?

A pesquisa revelou que os discos da parte baixa das costas, da lombar, aumentaram de altura até as pessoas atingirem 70 anos, em ambos os sexos. Ao mesmo tempo, a principal parte das vértebras ficou menor com a idade. O centro dos ossos aparentava ter baixado seu nível de propriedades. A parte superior de cada osso sofreu alteração em sua densidade, passou a ter massa mais reduzida se comparada com a inferior. A concavidade aumentou em toda a extensão.

Essa pesquisa indica que o encolhimento é provocado pelas mudanças nos ossos mesmo e não nos discos entre eles. A coluna vertebral é formada por várias vértebras, que são ligadas por articulações, os chamados discos intervertebrais. Esses discos são constituídos de material fibroso (ânulo fibroso) e gelatinoso (núcleo pulposo) que desempenham a função de amortecedores e são responsáveis pela mobilidade. O que diminui de tamanho são as vértebras, que sobrepõem-se umas às outras, integrando o canal vertebral.


Lombalgia tem tratamento, mas é preciso procurar um especialista

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Oito, em cada dez pessoas, no mundo inteiro, já sofreram, sofrem ou sofrerão dor nas costas, ao menos uma vez na vida. A estatística é da Organização Mundial da Saúde (OMS) e demonstra como o assunto é sério. Uma das doenças da coluna mais comuns é a...

Oito, em cada dez pessoas, no mundo inteiro, já sofreram, sofrem ou sofrerão dor nas costas, ao menos uma vez na vida. A estatística é da Organização Mundial da Saúde (OMS) e demonstra como o assunto é sério. Uma das doenças da coluna mais comuns é a lombalgia. Inclusive, segundo o INSS (Instituto Nacional da Seguridade Social), é uma das campeãs do afastamento do trabalho.

 

A lombalgia é uma das campeãs do afastamento do trabalho

Segundo o Dr. Marcio Taubman, ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – a lombalgia provoca dores na região lombar, isto é na região mais baixa da coluna, acima da bacia. “A lombalgia pode ter diferentes causas, mecânicas, inflamatórias, infecciosas, traumáticas e até psicossociais. Além de dores, a pessoa pode ter sensação de queimação, localizada e que também pode se irradiar para a perna, com ou sem dormência ou sensação de formigamento, além de fraqueza na perna”, explica o médico do CREB.

Ao menor sinal destes sintomas, diz o Dr. Márcio, é preciso procurar um especialista. A lombalgia tem tratamento. “Quem nunca sentiu dores nas costas? É algo tão comum, que muitas vezes a gente nem presta atenção, acha que foi uma noite mal dormida, um mal jeito ou excesso de exercício. Mas a dor é indicação de que algo não vai bem. Um especialista deve ser consultado rapidamente, porque quanto mais cedo tratar, mais rápido teremos sucesso no tratamento”, finaliza ele.



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