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Reabilitação Neurológica: O que é? Quando iniciar, quanto tempo dura o tratamento?

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Um programa de reabilitação neurológica é muito mais do que um simples tratamento. Trata-se de um programa totalmente individualizado, focado em ações com o objetivo de recuperar uma importante função do paciente, como a marcha, o movimento de um membro ou mesmo a fala. O próprio nome diz tudo: reabilitar é tornar hábil de novo.

“Não buscamos reduzir ou eliminar os sintomas, apenas, mas recuperar a funcionalidade perdida. Todos os profissionais de um programa de reabilitação neurológica estão envolvidos e focados para devolver ao paciente a autonomia, o bem-estar físico, emocional e social e ajudá-lo a readquirir uma ou mais habilidades perdidas”, resume o neurologista Bruno Mattos Coutinho, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

De acordo com o médico do CREB, inúmeros problemas de saúde podem deixar sequelas no sistema nervoso, podendo ser originados por traumatismo crânio-encefálico, tumores, lesões medulares, convulsões, paralisia cerebral, entre outros ou ser consequência de alterações do sistema circulatório, a partir de um acidente vascular cerebral ou um acidente isquêmico transitório. “Infecções, como uma encefalite ou uma meningite, também podem trazer sequelas ao sistema nervoso central”, acrescenta o Dr. Bruno.

Equipe multidisciplinar e tratamento individualizado

O neurologista do CREB explica que a reabilitação neurológica deve envolver profissionais de diversas áreas, como um neurologista, um ortopedista, fisioterapeutas, psicólogos e nutricionistas, entre outros, e ser absolutamente individualizada. “O primeiro passo é identificar todos os comprometimentos neurológicos do paciente para traçar um plano de intervenção nas mais diferentes áreas, como fisioterapia, terapia da fala, terapia ocupacional, neuropsicologia, preparação física e nutrição. A família do paciente também deve ser envolvida”, afirma o Dr. Bruno.

Os objetivos e metas da reabilitação neurológica serão definidos no plano de intervenção, sem uma data definida para finalização. É o próprio processo que ditará o ritmo da reabilitação. Entre outros objetivos e atividades, estão:

- Autonomia nas atividades de vida diária (comer, vestir, higiene pessoal, escrita, atividades domésticas, entre outros);

- Melhorar a comunicação, a linguagem e a fala;

- Controle de perturbações do comportamento

- Controle de esfíncteres;

- Atividades de melhoria da mobilidade, equilíbrio e controlo muscular;

- Treino de marcha;

- Treino cognitivo;

- Controle da dor;

- Acompanhamento nutricional;

- Aconselhamento e envolvimento familiar;

- Aconselhamento e treino de utilização de ajudas técnicas.

CREB dispõe de serviço de reabilitação neurológica

O CREB dispõe de um abrangente serviço de reabilitação neurológica, com hidroterapia em piscinas aquecidas e cinesioterapia nos seus vários métodos, entre outras medidas de reabilitação física. Além disso, oferece tratamento para a espasticidade e distonias, com aplicação da toxina botulínica Tipo A, que apresenta excelentes resultados clínicos. “Atualmente, o uso de Toxina Botulínica Tipo A é considerado tratamento “padrão ouro” em distonias e de espasticidade. A Toxina Botulínica Tipo A vem sendo usada há 20 anos no tratamento de condições neurológicas, especificamente nas doenças caracterizadas por distonias e espasticidade. O tratamento é feito através de injeções musculares realizadas pelo médico”, explica o Dr. Bruno.

Segundo ele, além de avanços na terapêutica com a Toxina Botulínica Tipo A, também houve grande desenvolvimento de técnicas de reabilitação neurológica, que proporcionam uma vida ativa e produtiva a pacientes que, em outros tempos, seriam permanentemente considerados incapazes. “Pacientes com espasticidade e distonias têm necessariamente que estar num programa de reabilitação física/multiprofissional. Entre os resultados do tratamento está a melhora das atividades funcionais do paciente, como a marcha, a movimentação voluntária e retorno ao trabalho e a diminuição da dor. Outros benefícios são a prevenção de contraturas, a diminuição da frequência e gravidade dos espasmos dolorosos e até o retardo na indicação de procedimentos cirúrgicos, ou mesmo a sua suspensão”, garante, finalizando que o tratamento deve começar de forma imediata e sem prazo determinado para terminar.


Certificação de Saúde com padrão de qualidade A

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O CREB recebeu acreditação com conceito “A” pela reconhecida certificadora UNIDAS – Programa de Avaliação dos Prestadores de Serviços de Saúde, conforme as normas e diretrizes nacionais e internacionais dos órgãos envolvidos, como ANS, ANVISA, Organi...

O CREB recebeu acreditação com conceito “A” pela reconhecida certificadora UNIDAS – Programa de Avaliação dos Prestadores de Serviços de Saúde, conforme as normas e diretrizes nacionais e internacionais dos órgãos envolvidos, como ANS, ANVISA, Organização Mundial da Saúde (OMS), entre outros.

Trata-se de uma importante e destacada certificação da área médica no Brasil, que garante que a empresa certificada segue as melhores práticas de mercado. A certificação UNIPLUS muito nos orgulha porque oferece ainda mais credibilidade ao incansável trabalho realizado até aqui, com compromisso total de nossa equipe e parceiros com as melhores práticas.


Incontinência urinária tem tratamento. Saiba agora o que é reabilitação perineal

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A incontinência urinária definitivamente não é exclusiva da terceira idade, longe disso. Ela acontece a partir da fraqueza dos músculos pélvicos, responsáveis pela sustentação da bexiga, útero, reto e pela continência urinária.

Essa situação é muito mais comum do que se pode imaginar: se você perdeu uma pequena quantidade de urina que seja durante um acesso de tosse, em meio a uma gargalhada, ao espirrar ou mesmo ao pegar um peso, muito provavelmente você tem incontinência urinária de esforço. Trata-se de uma doença séria, que pode trazer problemas sociais inclusive, mas a boa notícia é que tem tratamento, a chamada reabilitação perineal.

“A incontinência urinária definitivamente não é exclusiva da terceira idade, longe disso. Ela acontece a partir da fraqueza dos músculos pélvicos, responsáveis pela sustentação da bexiga, útero, reto e pela continência urinária. Ao fazer um maior esforço, o paciente sofre um aumento da pressão intra-abdominal, o que provoca a pressão na bexiga. Se a musculatura pélvica não estiver fortalecida e bem coordenada, pode acontecer o vazamento de um pouco de urina”, explica o reumatologista e fisiatra Haim Maleh, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Mulheres são as mais acometidas

O médico do CREB pontua que a incontinência urinária é muito mais comum em mulheres devido a idade, partos vaginais, hipoestrogenismo (menopausa), flacidez muscular, obesidade, dentre outros fatores de risco, e geralmente ocorre no homem após cirurgias ou traumas na próstata. “Muitas vezes, por vergonha, o paciente deixa de realizar atividade física para não ocorrer a perda de urina e, ainda, abandona compromissos sociais também. Isso, quando acontece, pode causar até mesmo depressão”, pontua.

Reabilitação perineal tem resultados excelentes

A incontinência urinária, bem como outras doenças, como vaginismo e prostatismo, devem ser tratadas por meio da reabilitação perineal, disponível no CREB. O Dr. Haim explica que é uma fisioterapia pélvica, com o uso de

Biofeedback, eletroestimulação e exercícios dirigidos para a musculatura do assoalho pélvico, que costuma trazer resultados excelentes.

“A incontinência urinária é um problema muito sério e precisa de tratamento imediato. Por meio de técnicas fisioterápicas específicas podemos simplesmente eliminar a doença, mas é fundamental que o paciente procure um especialista e se dedique ao tratamento”, garante ele.

Segundo o Dr. Haim, a fisioterapia urológica tem evoluído muito e sua eficácia tem ficado cada vez mais comprovada devido aos excelentes resultados que alcançamos no tratamento conservador das disfunções urogenitais e anorretais como, por exemplo, as incontinências urinárias, fecais, disfunções sexuais e as distopias genitais (entre as quais a “queda de bexiga”).

“A reabilitação perineal tem como principais objetivos reduzir a frequência miccional, reduzir a hiperatividade vesical, facilitar o esvaziamento vesical, melhorar a atividade esfincteriana, melhorar a condição muscular do assoalho pélvico e buscar independência funcional para melhora de qualidade de vida. Utilizamos, no CREB, os mais modernos recursos disponíveis, como exercícios perineais, eletroestimulação, biofeedback, ginástica hipopressiva, cinesioterapia, técnicas comportamentais e reorganização corporal, e os resultados são mesmo excelentes” finaliza o reumatologista e fisiatra do CREB.



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