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Síndrome do túnel de carpo provoca dor, formigamento e fraqueza nos dedos e polegares

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Síndrome do túnel do carpo

A Síndrome do túnel do carpo é uma neuropatia provocada pela compressão e irritação do nervo mediano no pulso. Os principais sintomas da doença são dor, formigamento, dormência e fraqueza nos dedos e polegares. “O nervo é comprimido ali dentro, e as principais causas são por trauma de trabalho repetitivo. Operadoras de caixa em supermercados e pessoas que passam o dia digitando, por exemplo, são sérios candidatos à esta síndrome. Mas há alguns fatores predisponentes, como a obesidade, gravidez, artrite, diabetes e hipotireoidismo”, explica o ortopedista Francisco Werneck, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia.

O Dr. Francisco pontua que o paciente acometido por esta síndrome também podem sentir dores no braço e no ombro, além da sensação de inchaço nos dedos. “O paciente pode ter problemas para segurar objetos. Isso pode se tornar uma ação difícil de realizar. Há casos em que há até uma sensação de falta de coordenação. A síndrome pode se prolongar por meses, mesmo anos se não for devidamente tratada”, ressalta o médico do CREB.

O tratamento, aponta ele, depende da gravidade do caso. Inclui medicamentos e fisioterapia, além de aplicação de gelo. “Sentiu os sintomas, procure um médico imediatamente. Ainda mais quem trabalha com as mãos o dia todo, como por exemplo digitadores. Para prevenir, evite a flexão dos punhos em demasia. Alongamentos na região são importantes”, finaliza ele.


Doença de Parkinson: fisioterapia neurológica tem papel primordial

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A doença de Parkinson é uma doença neurológica degenerativa e progressiva

A doença de Parkinson tem como característica principal o distúrbio motor. Sendo esse distúrbio caracterizado por alterações motoras como desequilíbrio, alteração de marcha, instabilidade postural, lentidão de movimento, rigidez muscular, tremores, diminuição da capacidade pulmonar que resultam na perda da qualidade de vida desses pacientes.

“A fisioterapia neurológica tem papel primordial para melhora da qualidade de vida desses pacientes, tendo como objetivo não só tratar os distúrbios apresentados por essa doença como também estabelecer metas de prevenção tentando evitar a evolução e possíveis complicações.

O tratamento fisioterápico deve ser realizado de forma contínua com alongamentos, exercícios para coordenação motora, equilíbrio e treino de marcha, exercícios para melhora da força muscular e mobilizações das articulações”, informa a fisioterapeuta Luciana Mattoso Vitola, staff do serviço de reabilitação física do CREB – Centro de Reumatologia, Ortopedia e Fisioterapia.

Segundo ela, os benefícios da fisioterapia neurológica, essenciais para a vida desses pacientes, reduz a rigidez e melhora a mobilidade das articulações.

“Com o tratamento para melhora da marcha e equilíbrio, vamos reduzir a probabilidade de queda, lembrando que muitos desses paciente tem diminuição da densidade da massa óssea (osteopenia-osteoporose), portanto com maior risco de fratura. Melhorando a força muscular o paciente tem mais liberdade para realizar suas atividades de vida diárias e apresenta melhora na sua postura e consequentemente melhora da marcha e do equilíbrio”, acrescenta a fisioterapeuta.


Incontinência fecal em crianças

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A Incontinência fecal infantil caracteriza-se pela perda da capacidade de controlar a eliminação dos gases e das fezes e geralmente ocorre com crianças acima de 4 anos. Nessa condição, a criança não controla a eliminação das fezes devido a problemas...

A Incontinência fecal infantil caracteriza-se pela perda da capacidade de controlar a eliminação dos gases e das fezes e geralmente ocorre com crianças acima de 4 anos. Nessa condição, a criança não controla a eliminação das fezes devido a problemas de prisão de ventre ou traumas psicológicos, fazendo com que perca as fezes de forma involuntária. A incontinência fecal é motivo de constrangimento para a criança. Essa condição pode acarretar problemas emocionais, com afastamento do convívio social, vergonha, medo de descobertas, perda da autoestima e da confiança.

“Entre 15 e 30% das crianças com distúrbios intestinais funcionais continuam a apresentar dor e infrequência na defecação, dor abdominal e escape fecal muito depois de atingirem a puberdade. O tratamento da incontinência fecal varia de acordo com a gravidade e causa da doença. Os problemas ligeiros podem ser tratados com mudança de hábitos alimentares, como eliminação do álcool e cafeína e ingestão de alimentos ricos em fibras para aumentar o volume das fezes. Nos casos em que a alteração na dieta não trouxer resultados, o uso de medicamentos está indicado”, explica Waleska Rocha, fisioterapeuta do CREB – Centro de Reumatologia e ortopedia Botafogo.

A fisioterapia pode ser utilizada para fortalecer os músculos da região anal e ensinar técnicas de autorregulação

Segundo ela, a fisioterapia para tratamento da incontinência fecal – disponível no CREB – pode ser utilizada para fortalecer os músculos da região anal e ensinar técnicas de autorregulação em que o paciente reaprende a defecar e a controlar a eliminação de fezes. “Os sintomas da incontinência fecal começam com a perda de capacidade de segurar os gases intestinais. Com o passar do tempo, o ânus pode tornar-se mais flácido e frouxo e fezes líquidas deixam de ser retidas, bem como fezes sólidas”, finaliza Waleska Rocha.



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