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Artrose do quadril: dor pode irradiar para a coxa e joelho

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Artrose do quadril: dor pode irradiar para a coxa e joelho

A artrose do quadril, também conhecida como coxartrose, é uma doença degenerativa da articulação coxofemoral. Segundo o ortopedista Alexandre Blanc, do CREB – Centro de Reumatologia, Ortopedia e Fisioterapia – a doença é mais comum após os 50 anos, acometendo mulheres e homens.

“Alguns fatores como obesidade, doenças reumatológicas, doenças do quadril na infância e sequelas de fraturas aumentam a incidência da artrose no quadril.”, esclarece o médico do CREB. Segundo ele, após o correto diagnóstico feito por um especialista, o tratamento pode ser feito com auxílio de fisioterapia, hidroterapia, acupuntura e infiltração do quadril com ácido hialurônico.

Sintomas da artrose no quadril

O ortopedista do CREB explica que pacientes acometidos pela coxartrose queixam-se de dor, que pode iniciar na virilha e irradiar para coxa e joelho, além de sentirem limitação de movimentos, que ocorre de forma progressiva.“Atividades como caminhar, cruzar as pernas e amarrar sapatos tornam-se cada vez mais difíceis para estas pessoas”, garante ele.


O correto tratamento da dor lombar

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Principal causa de incapacidade em todo o mundo, a dor lombar não está sendo tratada corretamente. É o que aponta uma pesquisa, publicada na revista médica Lancet, que aponta que muitos médicos ainda tendem a prescrever apenas analgésicos para aquele...

Principal causa de incapacidade em todo o mundo, a dor lombar não está sendo tratada corretamente. É o que aponta uma pesquisa, publicada na revista médica Lancet, que aponta que muitos médicos ainda tendem a prescrever apenas analgésicos para aqueles que sentem dores nas costas, ao invés de incentivar a prática de fisioterapia e exercícios específicos, o que traz alívio para os sintomas da doença.

O aconselhamento psicológico é considerado fundamental para pacientes com dor crônica

 
Mais de 60% das pessoas com dor lombar utilizam analgésicos opioides nos Estados Unidos, por exemplo. A verdade é que o incorreto uso de opioides ajuda a impulsionar uma overdose de opiáceos nos Estados Unidos. Segundo os Centros de Controle e Prevenção de Doenças ( CDC), as overdoses com opioides aumentaram 30% entre 2016 e 2017 e matam cerca de 35 mil pessoas por ano.

– Definitivamente, opioides não são as melhores opção para tratamento da dor crônica. Alcançamos melhores resultados no tratamento da dor lombar, por exemplo, com a utilização correta da fisioterapia, RPG, hidroterapia, e até aconselhamento psicológico, opção considerada fundamental para pacientes com dor crônica. A sensação de tristeza e incapacidade podem ser decorrentes do quadro de dor lombar e muitas vezes o sintoma depressivo é resultado de sucessivas tentativas frustradas de alívio do sintoma. Dor crônica leva a depressão e vice-versa – afirma o fisiatra e reumatologista Haim Maleh, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, e professor de reumatologia da Universidade Federal Fluminense (UFF), pontuando que no CREB há um entendimento de que em algumas situações há necessidade de apoio emocional e, por isso, a clínica disponibiliza para sues pacientes acolhimento psicológico.

O American College of Physicians defende em sua orientação que os pacientes com dor lombar devem realizar fisioterapia, incluindo técnicas de termoterapia (ondas curtas, microondas).

– Orientado por médicos fisiatras, o CREB opta por protocolos que incluem exercícios específicos para coluna, como RPG, Pilates Terapêutico, acupuntura e hidroterapia. A abrangência de nossos protocolos possibilita uma rápida melhora e a restituição da qualidade de vida. Afinal você pode viver bem, feliz e sem dor – finaliza o médico.


Fibromialgia: você pode ter qualidade de vida

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A Fibromialgia é uma doença dolorosa, de longa evolução, não inflamatória, caracterizada por queixas de dor músculo-esquelética difusa (dor em vários músculos, tendões e articulações, incluindo a coluna vertebral). O principal sintoma da Fibromialgia é a dor e o desconforto muscular, cuja intensidade varia de moderada a forte.Além da dor, outros sintomas podem ocorrer: cansaço, fadiga inexplicável, tristeza, depressão, dificuldade de concentração, palpitação, sono não reparador (dormir e acordar cansado,como se não tivesse dormido),dor de cabeça do tipo tensional ou do tipo enxaqueca,disfunção na articulação temporo mandibular (articulação que faz a abertura da boca, levando a dores de cabeça, na face e na coluna cervical),períodos de diarréia ou prisão de ventre, bem como sintomas gástricos como dor abdominal e dificuldade de digestão.

“O diagnóstico é apenas clínico, baseando-se no histórico do paciente e no exame físico. O médico precisa ter experiência com a doença. Muitas vezes, a pessoa tem Fibromialgia, sente dores, mas como os exames nada apontam, o diagnóstico é dado pela experiencia e conhecimento do médico com a doença. É preciso procurar um reumatologista que tem experiência no assunto”, explica o reumatologista do CREBCentro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, Dr. Sérgio Rosenfeld. “Seguimos no CREB os critérios de classificação do Colégio Americano de Reumatologia  para Fibromialgia, que  incluem a presença de dor difusa pelo corpo em pontos dolorosos”, diz o Dr. Sérgio.

Diagnosticada a doença, o reumatologista aponta três caminhos que devem ser seguidos pelo paciente: apoio psicoterápico, tratamento medicamentoso e reabilitação física, podendo incluir, aí, relaxamento,  acupuntura, fisioterapia específica para cada caso, hidroterapia e, em um segundo momento, até Pilates e RPG.

– Não se sabe, ainda, a causa da Fibromialgia. Mas na grande maioria dos casos, o fator desencadeante é algum tipo de estresse seja físico ou emocional. Por isso, é importante estabelecer uma boa relação médico-paciente, entendendo a pessoa como um todo – seu corpo, suas emoções e seus sentimentos. A parte medicamentosa é indispensável e não existe um remédio específico. Temos, sim, um conjunto de remédios associados que, a curto e médio prazo, eliminam as  dores e sintomas da Fibromialgia. E a reabilitação física também é fundamental, pois vai trazer de volta a qualidade de vida perdida – ensina o médico.

Uma vez diagnosticada a Fibromialgia e contando com o comprometimento do paciente no tratamento, a boa notícia – ressalta o Dr. Sérgio – é que o tratamento seguido à risca pode devolver a qualidade de vida perdida. “A minha experiência em consultório mostra que os resultados do tratamento podem ser muito bons. Diagnosticado e seguindo o tratamento, o paciente já volta outra pessoa na nova consulta. Ele volta de bem com a vida, com disposição”, diz  o médico do CREB.



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