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Calçados inadequados podem causar problemas que exigem cirurgia

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A busca por estar na moda e se sentir atraente pode levar à compra de calçados inadequados, que podem resultar em diversos problemas. Além de causar calos e bolhas nos pés, o uso desses calçados pode acarretar questões mais sérias, como quedas, deformidades anatômicas e danos nas articulações e estruturas ósseas.

Embora o uso de salto alto seja uma das práticas mais comuns, os riscos não se limitam apenas a esse tipo de calçado. Muitos sapatos são apertados na parte da frente ou no calcanhar, e há casos em que as pessoas compram um número menor, mesmo sentindo desconforto.

Riscos Associados a Calçados Inadequados

Aqueles que escolhem sapatos pela estética em vez do conforto devem reconsiderar suas escolhas rapidamente, antes que problemas de saúde mais graves se desenvolvam. Como os sapatos são usados diariamente e para diversas atividades, é fundamental ter cuidado para evitar complicações.

Abaixo estão os riscos mais frequentes associados ao uso de calçados inadequados:

  1. Bolhas

    Sapatos que apertam em qualquer parte do pé podem causar bolhas. Essas bolhas surgem devido à fricção entre o sapato e a pele, frequentemente aparecendo no dedinho e no calcanhar. Optar por calçados feitos de materiais mais macios e que tenham um tamanho adequado pode ajudar a prevenir esse problema.

  2. Calos

    Assim como as bolhas, os calos se formam devido à pressão excessiva em determinadas áreas do pé, resultando em espessamento da pele.

  3. Dores nas Plantas dos Pés

    Esse desconforto geralmente ocorre após longas caminhadas e pode ser causado pela irritação entre a palmilha e a sola do pé, ou pela falta de amortecimento, que resulta em impacto excessivo no calcanhar.

  4. Dor nas Articulações

    Essa é uma das principais consequências do uso de salto alto. A alteração na angulação dos pés provoca uma redistribuição do peso corporal, levando a dores e outros problemas nas articulações.

  5. Quedas em Idosos

    O uso de calçados inadequados também está associado a quedas em pessoas idosas. Sapatos muito largos e sem aderência podem se soltar, aumentando o risco de desequilíbrio e quedas.


Fisiatria. Você já consultou um?

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Você já se consultou com um médico fisiatra?

Talvez você não tenha ido ao consultório de um, mas certamente já precisou: o médico fisiatra atende a pessoas de todas as idades que estejam sofrendo de alguma dor regular, dor esta que pode até estar dificultando o desempenho de atividades de seu dia a dia. Dores na coluna, dores na perna, cotovelo, ombro… são muitas as doenças que o fisiatra trata.

“A fisiatria foi criada nos anos 30 e inicialmente tratava apenas de os distúrbios do aparelho locomotor e sistema neurológico. Mas após a segunda grande guerra, ganhou um grande impulso principalmente pela importância que teve ao tratar do enorme número de combatentes com lesões físicas graves. Tratamos de casos, como uma lombalgia, até lesões como sequelas de um derrame cerebral”, explica Antônio D’Almeida, fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia.

O que é a Fisiatria?

– A fisiatria é reconhecida como uma especialidade médica desde 1947, quando foi aprovada pela The American Board of Medical Specialties (Câmara Americana de Especialidades Médicas). O principal objetivo desta especialidade certamente é restabelecer as funções do movimento prejudicadas por doenças na coluna vertebral, músculo, tendões, ligamentos e o osso, que são parte do aparelho locomotor. Muitas vezes, trabalhamos associados a outros profissionais de saúde, incluindo médico, fisioterapeuta e terapeuta manual, entre outros.

Segundo o Dr. Antonio, do CREB, a fisiatria utiliza protocolos que podem incluir hidroterapia, acupuntura, RPG, Pilates, cinesioterapia e fisioterapia analgésica para devolver ao paciente a mobilidade, amplitude articular e a qualidade de vida perdida. Tratamento medicamentoso também é utilizado e o tratamento é absolutamente individual.

“O fisiatra trata de seus pacientes olhando-os como um todo, não apenas os sintomas apresentados. Entendemos o paciente como um indivíduo e temos um olhar amplo, para compreender o que ele tem e como pode recuperar sua saúde”, finaliza o médico.


Incontinência fecal em crianças

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A Incontinência fecal infantil caracteriza-se pela perda da capacidade de controlar a eliminação dos gases e das fezes e geralmente ocorre com crianças acima de 4 anos. Nessa condição, a criança não controla a eliminação das fezes devido a problemas...

A Incontinência fecal infantil caracteriza-se pela perda da capacidade de controlar a eliminação dos gases e das fezes e geralmente ocorre com crianças acima de 4 anos. Nessa condição, a criança não controla a eliminação das fezes devido a problemas de prisão de ventre ou traumas psicológicos, fazendo com que perca as fezes de forma involuntária. A incontinência fecal é motivo de constrangimento para a criança. Essa condição pode acarretar problemas emocionais, com afastamento do convívio social, vergonha, medo de descobertas, perda da autoestima e da confiança.

“Entre 15 e 30% das crianças com distúrbios intestinais funcionais continuam a apresentar dor e infrequência na defecação, dor abdominal e escape fecal muito depois de atingirem a puberdade. O tratamento da incontinência fecal varia de acordo com a gravidade e causa da doença. Os problemas ligeiros podem ser tratados com mudança de hábitos alimentares, como eliminação do álcool e cafeína e ingestão de alimentos ricos em fibras para aumentar o volume das fezes. Nos casos em que a alteração na dieta não trouxer resultados, o uso de medicamentos está indicado”, explica Waleska Rocha, fisioterapeuta do CREB – Centro de Reumatologia e ortopedia Botafogo.

A fisioterapia pode ser utilizada para fortalecer os músculos da região anal e ensinar técnicas de autorregulação

Segundo ela, a fisioterapia para tratamento da incontinência fecal – disponível no CREB – pode ser utilizada para fortalecer os músculos da região anal e ensinar técnicas de autorregulação em que o paciente reaprende a defecar e a controlar a eliminação de fezes. “Os sintomas da incontinência fecal começam com a perda de capacidade de segurar os gases intestinais. Com o passar do tempo, o ânus pode tornar-se mais flácido e frouxo e fezes líquidas deixam de ser retidas, bem como fezes sólidas”, finaliza Waleska Rocha.



Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:

  • BARRA DA TIJUCA:   Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
  • BOTAFOGO:   Rua Voluntários da Pátria, 408
  • COPACABANA:   Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
  • LEBLON:   Av. Ataulfo de Paiva, 355
  • MÉIER:   Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier

Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:

  • SANTO AMARO:   Av. Santo Amaro, 5702
  • INTERLAGOS:   Av. Interlagos, 2255 - âncora SS03 - Shopping Interlagos
  • TATUAPÉ:   Rua Apucarana, 1619