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Dor: paciente precisa ser escutado

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Em um primeiro momento, o paciente que procura um médico especialista quer acabar com a dor que sente. Principalmente quando essa dor é incapacitante, o que acontece em muitos casos. A dor altera a qualidade de vida, prejudica o dia a dia, pode afast...

Em um primeiro momento, o paciente que procura um médico especialista quer acabar com a dor que sente. Principalmente quando essa dor é incapacitante, o que acontece em muitos casos. A dor altera a qualidade de vida, prejudica o dia a dia, pode afastar a pessoa do convívio social e causar tristeza e depressão.

O CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – tem um olhar mais amplo sobre o tratamento das mais variadas doenças e, por isso, oferece aconselhamento psicológico para seus pacientes. Esse serviço funciona desde fevereiro do ano passado, é gratuito e tem feito muito bem a uma série de pacientes que o utilizaram.

  • Muitas vezes, o paciente quer ser escutado. Quer desabafar. E também quer entender o que está acontecendo com ele. Temos essa escuta, tão importante quanto a medicação, a fisioterapia, a acupuntura, a hidroterapia e outras técnicas. Oferecemos aos nossos pacientes essa possibilidade de falar e, principalmente, ser escutado. Os resultados têm sido muito satisfatórios, porque além de cuidar do corpo, é preciso cuidar da mente também – diz a psicóloga do CREB, Daniela Maleh.

Fisiatra do CREB é eleito presidente da SBTOC

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O fisiatra Antônio D’Almeida Neto, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – foi eleito presidente da Sociedade Brasileira de Tratamento por Ondas de Choque (SBTOC), para o biênio 2015/2016. Um dos maiores conhecedores da técnica no paí...

O fisiatra Antônio D’Almeida Neto, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – foi eleito presidente da Sociedade Brasileira de Tratamento por Ondas de Choque (SBTOC), para o biênio 2015/2016. Um dos maiores conhecedores da técnica no país, o médico assume a SBTOC com a finalidade de fortalecer a sociedade. Entre outras ações, Dr. Antônio pretende criar um canal de comunicação mais efetivo com os associados, criar comitês específicos e preparar e realizar o 2º Congresso Brasileiro e Latino-americano da SBTOC e ONLat (Federação Iberoamericana de Sociedades e Associações de Ondas de Choque), além de realizar, a cada dois meses, cursos práticos, com o objetivo de treinar, atualizar e capacitar os associados.

Utilizada em larga escala na Europa e nos Estados Unidos, e cada vez mais conhecida no Brasil, a TOC – Terapia de Ondas de Choque – é hoje o que há de mais moderno, no mundo, no combate a tendinite de ombro, quadril, cotovelo, joelho, bursites, fasciíte plantar e esporão de calcâneo. Seus índices de sucesso são inquestionáveis, alcançando 75% a 85% dos tratamentos, e se não bastasse, ainda apresenta outra ponto extremamente importante: o custo, que além de bem menos oneroso do que uma cirurgia, diminui os riscos do paciente com a internação em hospital.

“Na maioria dos casos, a eficácia da TOC é percebida logo após as duas primeiras aplicações. Não há internação e também minimiza o uso crônico de medicações, reduzindo efeitos colaterais e os gastos com medicamentos”, explica o Dr. Antônio D’Almeida. O tratamento da TOC é feito em consultório médico, por médico capacitado, geralmente em três sessões, de 20 a 30 minutos cada. É praticamente indolor e não invasivo. Segundo o médico do CREB, alguns tratamentos podem ser associados à TOC, como a acupuntura, a hidroterapia e a reabilitação física (fisioterapia), também disponíveis no CREB.

– A Terapia por Ondas de Choque é líder no tratamento da dor em todo o mundo. Em muitos casos, proporcionará um alívio imediato da dor, bem como uma melhoria na mobilidade e funcionalidade. A maioria das indicações exige apenas de três a cinco aplicações, realizadas com intervalos. É, realmente, um tratamento moderno e extremamente eficaz e muitas vezes até evita a cirurgia – finaliza ele.


TOC combinada com outras terapias tem melhores resultados

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O CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – é pioneiro no uso da TOC -Terapia de Ondas de Choque, no Rio de Janeiro. Desde novembro de 2006 esse tratamento – hoje o que há de mais moderno no combate a tendinite de ombro, quadril, cotovelo e joelho, bursites, fasciíte plantar e esporão de calcâneo – é oferecido na clínica e de lá para cá já foram atendidos mais de 3 mil casos catalogados. O CREB observa os mesmos índices encontrados no exterior, principalmente Europa e Estados Unidos, onde a técnica é utilizada há mais de 10 anos: de 75 a 85% de sucesso em casos onde os tratamentos convencionais não apresentaram resposta positiva.

O fisiatra e reumatologista do CREB, Dr. Antônio d’Almeida Neto, é especialista em TOC e um dos únicos cinco médicos de todo o continente americano certificado pela ATRAD, Associação Internacional de Terapia por Ondas de Choque. Segundo ele, todos os atendimentos de TOC feitos no CREB são devidamente catalogados para estudos científicos e constantes avaliações. “Do total de atendimentos, 75 % obtiveram praticamente cura, ou seja, ausência completa dos sintomas. Dos 25% restantes, apenas 10% não obtiveram nenhum resultado e os demais 15% tiveram uma grande melhora dos sintomas dolorosos, com retorno da função motora”, revela ele.

Segundo ele, a experiência da clínica está em sintonia com as estatísticas internacionais, mas observa-se que os resultados agregam valor se combinados com outros protocolos, que incluem principalmente hidroterapia e acupuntura.

– Nossa experiência com cerca de 3000 casos, que em sua grande maioria, obtiveram resultados satisfatórios, revela que os resultados ganham valor agregado ao combinar a TOC com outras terapias. Tais como procedimentos fisioterápicos e acupuntura, nos caso de fasciíte plantares; hidroterapia, nos casos de lombalgias crônicas refratárias a outros procedimentos ou as tendinopatias de ombro ou quadril. Isto tem sido um diferencial significativo, em especial em relação a hidroterapia, onde temos em curso uma amostragem em avaliação – explica ele.

O Dr. Antônio acrescenta que os resultados, em sua grande maioria, não ocorrem de imediato, havendo uma redução significativa do nível da dor, após as sessões. “O desaparecimento da dor residual ocorre de um a quatro meses, após o término do tratamento, período no qual estarão ocorrendo diversas reações celulares e teciduais, ou seja, formação de novo tecido vascular, com aumento de irrigação e oxigenação local, que provoca uma renovação dos tecidos da região tratada”.

O tratamento da TOC é feito em consultório médico, por médico capacitado, geralmente em três sessões, de 20 a 30 minutos cada, através de ondas acústicas, que vem sendo utilizado com sucesso em substituição a vários tipos de cirurgia. Não há internação, não é invasivo, tem ótima tolerância e também minimiza o uso crônico de medicações, reduzindo efeitos colaterais e os gastos com medicamentos.



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  • COPACABANA:   Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
  • LEBLON:   Av. Ataulfo de Paiva, 355
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