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Dores no Inverno: Descubra como Prevenir e Aliviar

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Com a chegada do inverno, é comum as pessoas sentirem mais dores no corpo.

Embora não haja uma relação direta entre o frio e as dores, a verdade é que as estatísticas apontam que as clínicas de reumatologia e ortopedia registram um aumento de até 20% no número de consultas nessa época do ano. As dores mais comuns incluem dor no joelho, coluna, pernas e pescoço, principalmente em pacientes que já sofrem de doenças reumáticas, como a artrose.

No frio, as pessoas tendem a ficar mais retraídas, o que pode aumentar a tensão muscular e contribuir para o surgimento de dores. Além disso, muitas pessoas deixam de praticar atividade física no inverno, o que pode agravar ainda mais as dores.

De acordo com o reumatologista e fisiatra do CREB - Clínica de Reumatologia e Ortopedia, Eduardo Sadigurschi, pacientes com artrose, artrite e outras doenças reumáticas costumam sofrer mais no frio e as principais doenças reumáticas que costumam ser afetadas pelo frio são a artrose, esclerose sistêmica e o lúpus eritematoso sistêmico.

Para evitar as dores no frio, é importante andar bem agasalhado e manter a atividade física, desde que realizada com cuidado e aquecimento prévio. Ao menor sinal de dor, é importante consultar um médico para um diagnóstico e tratamento adequados.


EXCELÊNCIA MÉDICA RECONHECIDA NO CREB.

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Dra. Letícia Junqueira Morelli, referência em osteoporose, citada na publicação Conectividade Óssea.

A Dra. Letícia Junqueira Morelli foi citada na publicação da revista Conectividade Óssea, especializada em ortopedia, como herdeira do legado do Dr. Bernardo Stolnicki, médico Coordenador do Programa de Prevenção a Refraturas, que também fez parte do corpo clínico do CREB por mais de 25 anos, e que faleceu no dia 20 de outubro de 2021.

O Dr. Bernardo Stolnicki iniciou em 2011, com sua equipe, o primeiro programa FLS – Fracture Liaison Services do país, chamado de PrevRefrat. Suas contribuições foram inestimáveis para o crescimento e a difusão dos FLS no Brasil e em outros países da América Latina.

Temos muito orgulho de ter contado com toda a sua dedicação pessoal e profissional, agora reconhecida também no trabalho da Dra. Letícia no tratamento da osteoporose.


A espondilite anquilosante acomete a coluna vertebral e provoca dores nas costas

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Um dos sintomas mais comuns da espondilite anquilosante é uma dor localizada na parte baixa das costas e no quadril, com rigidez na coluna ao acordar.

Uma dor nas costas pode ser apenas reflexo de uma noite mal dormida, pode ser fruto de um esforço físico demasiado ou mesmo manifestação de estresse. Mas não se pode desconsiderar a necessidade de se procurar um médico especialista porque esta dor pode ser sintoma de alguma doença que precisa ser tratada, como a espondilite anquilosante.
Um dos sintomas mais comuns da espondilite anquilosante é justamente uma dor localizada na parte baixa das costas e no quadril, com rigidez na coluna ao acordar, que piora se a pessoa estiver em repouso mas alivia se, ao contrário, estiver em movimento. “A espondilite anquilosante é uma artropatia inflamatória crônica, autoimune, que acomete principalmente a coluna vertebral, a bacia, os quadris e os ombros. Mas também pode atingir o intestino e os olhos, resultando em crises de uveíte, caraterizadas por dor ocular, dificuldade de enxergar a luz e olhos vermelhos”, alerta o reumatologista Camilo Tubino Schuindt, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

A espondilite anquilosante pode levar à incapacidade física

De acordo com o reumatologista do CREB, a espondilite anquilosante é uma doença séria, que pode ser incapacitante. “A boa notícia é que a doença tem tratamento e é possível devolver ao paciente a qualidade de vida perdida. Em geral, ela se caracteriza por dores constantes, que podem durar por mais de três meses, com possível sensação de rigidez nos locais doloridos”, informa.
O Dr. Camilo relata que a doença acomete três homens para cada mulher e é mais comum entre jovens adultos, principalmente na faixa dos 20 aos 45 anos. “Se não tratada devidamente, a espondilite anquilosante pode levar à calcificação da coluna vertebral, com incapacidade física, limitação de movimento e curvatura da coluna, além da possibilidade de acarretar artrite em articulações, principalmente joelho e tornozelo”, alerta.
Além do uso de medicação específica, o tratamento prevê fisioterapia. “Aqui no CREB adotamos, com muito sucesso, protocolos que incluem acupuntura, hidroterapia e RPG. O tratamento é individualizado, portanto é prescrito caso a caso”, finaliza ele, recomendando, ao menor sinal de dor, a procura a um especialista.



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