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Escoliose pode afetar até mesmo a capacidade de respiração

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Escoliose pode afetar até mesmo a capacidade de respiração

Você sabe o que é escoliose? É uma doença da coluna que provoca dores e muitas vezes aparece já na adolescência. Segundo o ortopedista Marcio Taubman, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, a escoliose apresenta uma curvatura no alinhamento da coluna e sua progressão pode trazer dor por desgaste dos discos intervertebrais ou pela compressão de raízes nervosas.

A escoliose tem tratamento, com excelentes resultados

“Quanto mais cedo tratar, melhor para o paciente. Ao menor sinal de dor, deve consultar um especialista. A escoliose tem tratamento, com excelentes resultados. Utilizamos protocolos que incluem fisioterapia, RPG e hidroterapia, além de acupuntura, que alivia a dor”, diz o Dr. Márcio, lembrando que o CREB tem um centro focado no tratamento de doenças da coluna.

Segundo ele, a escoliose pode acometer crianças saudáveis e as meninas são acometidas de 5 a 8 vezes mais do que os meninos. “A curvatura característica da escoliose pode até não incomodar o paciente, mas pode progredir e em alguns casos atrapalhar até mesmo a capacidade de respiração devido a deformidade do tórax e diminuição do espaço para os pulmões”, afirma.


Radiologista do CREB apresenta trabalho no Congresso Brasileiro de Ultrassonografia

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Radiologista do CREB apresenta trabalho no Congresso Brasileiro de Ultrassonografia

Ao participar do 23° Congresso Brasileiro de Ultrassonografia, realizado em São Paulo, em 26 de outubro, o radiologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – o Dr. Estevão Albino Torres Vargas, apresentou um trabalho intitulado “Revisão de literatura: Tenossinovite de De Quervain – o que o ultrassonografista deve relatar no laudo”. O trabalho foi desenvolvido pelo Dr. Estevão no CREB, com apoio do staff médico da ultrassonografia. Trata-se de uma atualização para médicos de todo o Brasil sobre como deve ser feito um exame de ultrassonografia do punho e da mão segundo os mais novos conceitos da literatura médica internacional. “O trabalho é sobre uma das principais causas de dor no punho e mão e explica como fazer um exame diagnóstico de qualidade, utilizando os mais novos aparelhos de ultrassonografia, como o que temos no CREB”, explica o Dr. Estevão. Segundo ele, foram revisados 24 artigos internacionais e havia apenas um artigo nacional, datado de 2012, sobre o tema. “Desta forma, houve contribuição para a comunidade médica brasileira, já que o tema estava defasado na literatura nacional”, destaca ele, cuja apresentação no congresso despertou grande interesse dos médicos presentes.


Osteoporose masculina: como tratar?

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Na maior parte dos casos, a osteoporose aparece na terceira idade.

Acomete tanto homens como mulheres, mas principalmente elas. As estatísticas apontam que uma em cada três mulheres acima de 45 anos tem a doença.

De acordo com as estatísticas, a incidência da doença varia de 14% a 29% em mulheres com mais de 50 anos e pode alcançar até 73% em mulheres com mais de 80 anos. Em mulheres com mais de 50 anos, o risco de fratura do colo do fêmur é de 17,5% e da coluna, de 16%.

Mas os homens também são acometidos pela osteoporose.

 “Os medicamentos utilizados no tratamento da osteoporose foram desenvolvidos, em princípio, para utilização em mulheres na pós-menopausa e foram revistos no sentido de verificar sua possível eficácia em homens. Sabemos que na osteoporose feminina a falta do estrogênio é o que desencadeia a doença e que nos homens é a falta de testosterona.

A administração da testosterona em homens com hipogonadismo e diagnóstico de osteoporose apresenta evidência limitada de aumento na densidade mineral óssea. Ainda não há evidências de que o uso da testosterona esteja relacionado à redução no risco de fraturas por fragilidade óssea e isso limita bastante a indicação”, explica o ortopedista Bernardo Stolnicki, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia, e coordenador do CREB Prevrefrat (Programa de Prevenção da Refratura).

Segundo ele, praticamente todos medicamentos utilizados em mulheres também foram aprovados para uso em homens. Ele diz que o medicamento que demonstrou melhor resultado em aumentar a massa óssea e diminuir incidência de fraturas por fragilidade foi o ácido zoledrônico.

“Além disso, pela sua característica de ser aplicado apenas uma vez ao ano, favorece a adesão ao tratamento, que é fundamental para o desfecho favorável na incidência de fraturas”, explica o Dr. Bernardo.

“As orientações que objetivam a preservação da massa óssea nos homens são similares àquelas recomendadas às mulheres e contemplam a indicação de dieta balanceada com consumo adequado de cálcio, suplementação de vitamina D, prática de atividade física (individualizada conforme as necessidades e restrições de cada indivíduo) e abstenção de fatores nocivos, tais como o consumo excessivo de álcool e fumo”, acrescenta o médico do CREB.



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  • COPACABANA:   Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
  • LEBLON:   Av. Ataulfo de Paiva, 355
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