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Descer do salto evita riscos

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Nos tempos atuais, são muitas as mulheres obrigadas a usar sapatos de salto alto diariamente.

Além disso, aquelas que não precisam trabalhar com os famosos sapatos de bico fino de dez centímetros de altura, também costumam adotar o salto alto como sinônimo de beleza, sofisticação e elegância. O preço tem sido alto: dores constantes, que vão dos dedos dos pés à coluna lombar. Segundo o médico ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia -, Dr. Antônio Issé, mulheres que utilizam sapatos de salto alto e bico fino por longos e constantes períodos dificilmente escapam deste quadro:

“Todos temos um eixo central, que nos dá equilíbrio. Quando uma mulher utiliza um sapato de salto alto, ela necessariamente altera este eixo porque força o posicionamento do pé para frente. Esta má posição e o desconforto do próprio sapato, cujo bico fino aperta os dedos dos pés, provocam uma série de problemas em seqüência”, alerta o Dr. Antônio Issé.

Os problemas começam no ante-pé, já que com o salto alto inclinado faz com que a força recaia sobre a região. Ele ainda força a panturrilha, predispondo uma tendinite, e a lombar, provocando dores na coluna e podendo causar problemas nos joelhos e até varizes. O bico fino, por sua vez, que faz com que os dedos compridos sejam sobrepostos uns sobre os outros, pode provocar joanete.

O ideal seria descer do salto alto, mas se você, entretanto, não pode deixá-lo de lado, o médico dá algumas dicas. e bico fino. Ir para o trabalho de tênis, calçando o sapato alto apenas ao chegar no escritório, e lá, a cada duas horas, retirar os sapatos por 20 minutos, é uma delas. Alguns alongamentos que devem ser repetidos na hora de acordar e dormir também auxiliam no caso. A melhor opção, no entanto, ainda continua sendo uma boa consulta ao médico para uma avaliação e um trabalho de prevenção sobre o caso.

publicado no Jornal Metro Magazine


Lombalgia-hérnia de disco

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Há mais de um ano, comecei a sentir fortes dores na coluna. Fui ao ortopedista, fiz algumas radiografias e fui encaminhada a um neurologista, que diagnosticou Protusão Discal, por hérnia de disco. Gostaria de saber com mais detalhes do que se trata e...

Há mais de um ano, comecei a sentir fortes dores na coluna. Fui ao ortopedista, fiz algumas radiografias e fui encaminhada a um neurologista, que diagnosticou Protusão Discal, por hérnia de disco. Gostaria de saber com mais detalhes do que se trata essa doença, se é caso cirúrgico, qual especialidade médica que pode tratá-la e se tem algum médico ou centro de referência para este caso. (Rosana Lopes de Brito, 29 anos, Copacabana)
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Suas queixas de dor na coluna lombar, com irradiação para coxa e perna, com sensação de queimação e, às vezes, de dormência, são realmente sugestivas de hérnia de disco. Sugiro que procure a sua clínica de reumatologia e ortopedia, para o diagnóstico e início do tratamento, que poderá contar com acupuntura, Reeducação Postural Global (RPG), hidroterapia, em piscina aquecida, e eletroterapia, além de medicação apropriada para o seu caso. É importante frisar que mais de 95 % dos casos de hérnia de disco se resolvem muito bem, sem a necessidade de cirurgia. É importante que saiba da necessidade de cuidados simples, no dia-a-dia, para proteger a sua coluna. Caso queira, o CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – disponibiliza gratuitamente folhetos informativos sobre problemas na coluna, que orientam a melhor forma de sentar, pegar peso, deitar, entre outras atividades do nosso dia-a-dia.
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João Marcelo Amorim, Ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo


Dor de coluna por mais de três meses? Pode ser espondilite anquilosante

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Sentir dor na coluna é uma das queixas mais comuns, e muitas são as causas, bem como o que ela pode indicar. Mas se você anda sentindo dores na coluna por mais de três meses, é possível que esteja acometido pela espondilite aquilosante.

“A artrite reumatoide é uma doença inflamatória crônica e autoimune, cuja causa ainda não é totalmente conhecida. Esta doença acomete uma em cada cem pessoas, mas mulheres entre 40 e 60 anos são duas vezes mais acometidas que os homens. Um dos sintomas é a sensação de rigidez e dores nas juntas, principalmente pela manhã”, explica a Dra. Vianca Nataly Pereira Zeballos, reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Espondilite anquilosante: é possível readquirir a qualidade de vida perdida

A reumatologista do CREB diz que a doença não tem cura, porém a boa notícia é que pode ser tratada, devolvendo ao paciente a qualidade de vida perdida. “Esta doença inflamatória crônica afeta a membrana sinovial das pequenas articulações. E pode provocar dores e inchaços, principalmente nas mãos e nós pés. Mas o tratamento pode diminuir os sintomas, preservar a capacidade funcional do paciente e devolvê-lo a qualidade de vida perdida”, garante a Dra. Vianca.

Segundo ela, quanto mais cedo o tratamento começar, melhor será a resposta obtida. “Infecções, genes e fatores do meio ambiente podem estar relacionados à doença. Muitas vezes, uma função absolutamente simples e comum, como pentear o cabelo ou escovar os dentes, se torna um suplício para o paciente acometido pela artrite reumatoide. É preciso evitar que a doença chegue a este estágio. Por isso, quanto mais cedo tratar, melhor”, defende a médica do CREB.

O tratamento

A reumatologista acrescenta que a espondilite anquilosante pode, ainda, acometer os olhos e o pulmão do paciente. Em muitos casos, a capacidade funcional é marcante, e traz muita perda de qualidade de vida.

No CREB, destaca ela, o tratamento é absolutamente individualizado e humanizado. “Quando necessário, contamos até com apoio psicológico. Além de medicações específicas e a prática regular de exercício físico controlado, contamos com protocolos que incluem fisioterapia, acupuntura, hidroterapia e RPG, atividades que dispomos em nossa clínica. Muitas vezes, a dor e a incapacidade funcional provocam a perda da autoestima e da confiança do paciente em um estágio mais avançado da doença. Mas o tratamento bem realizado pode devolver a qualidade de vida perdida”, garante a reumatologista.



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