É na infância que começamos a tratar da saúde da nossa coluna
Ao contrário do que se possa imaginar, crianças também sentem dores na coluna. Elas não estão imunes a este problema tão sério que, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), atinge a 85% da população mundial. A OMS garante que 85 pessoas em cada...
Ao contrário do que se possa imaginar, crianças também sentem dores na coluna. Elas não estão imunes a este problema tão sério que, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), atinge a 85% da população mundial. A OMS garante que 85 pessoas em cada 100, incluindo crianças, sentiram, sentem ou sentirão dor de coluna. No caso dos pequenos, vícios de postura, sedentarismo, obesidade e as pesadíssimas mochilas escolares são os principais motivos para dores na coluna.
É na infância que é mais fácil e adequado fugir dessa estatística.
As crianças fazem parte da estimativa da OMS, mas é justamente na infância que é mais fácil e adequado fugir dessa estatística. É o que apontou, por exemplo, uma pesquisa feita na Bélgica, por dois anos consecutivos, com 190 crianças, de nove a 11 anos. Esse grupo participou de um amplo programa de conscientização e correção de postura, e foi comparado a um outro grupo, com 170 crianças com as mesmas idades, que não foi submetido ao tal programa. O grupo que participou do programa apresentou apresentaram menos queixas de dor nas costas e desenvolveram uma postura correta, inclusive ao sentar, em sala de aula.
Buscar uma coluna saudável, desde a infância, é um grande investimento na nossa saúde. Os pais devem estar atentos a isso, pontua o ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – Márcio Taubman. “Definitivamente, a prevenção é o melhor investimento. Quanto mais cedo a gente se preocupar com a saúde de nossa coluna, mais chances a gente tem de não sofrer de dores na coluna. Os pais devem estar atentos e orientar seus filhos sobre a correta postura, e isso vai fazer toda a diferença no futuro. É fundamental que os pais levem seus filhos para uma consulta de avaliação e orientação. Quanto mais cedo começarem as medidas de prevenção, menos doenças de coluna elas terão no futuro”, afirma o Dr. Márcio.
Ortopedistas do CREB participam de simpósio sobre osteoartrite e sarcopenia
Os ortopedistas Bruno Vargas e Carlomã Aguiar, ambos do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – participaram do BRASOS (Brazilian Symposium on Osteoaethrites and Sarcopenia), evento realizado no Brisa Barra Hotel, no Rio de Janeiro, de 2...
Os ortopedistas Bruno Vargas e Carlomã Aguiar, ambos do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – participaram do BRASOS (Brazilian Symposium on Osteoaethrites and Sarcopenia), evento realizado no Brisa Barra Hotel, no Rio de Janeiro, de 27 a 29 de junho. O simpósio trouxe atualizações e guidelines sobre osteoartrite, osteoporose e sarcopenia. As apresentações enfatizaram o caráter multifacetário das doenças osteometabólicas e de maneira prática exemplificaram modelos multidisciplinares para abordagem das síndromes. Além disso, o BRASOS apresentou novidades diagnósticas e evidencias científicas de intervenções minimamente invasivas e como essas ferramentas têm melhorado a qualidade de vida dos pacientes e, em muitos casos, evitando o manejo cirúrgico das patologias. ”Exercícios físicos também foram destacados como importantes aliados na prevenção e reabilitação da osteosarcopenia. Por fim, saímos com importantes fundamentos e atualizações no campo osteometabólico e com confiança de trabalhar em um centro como CREB, que nos dá um excelente suporte no plantel de profissionais multidisciplinares atualizados e em constante interação, recursos diagnósticos completos, apoio diferenciado no tratamento, além de contar com um parque de reabilitação moderno e eficaz”, disse o Dr. Bruno Vargas.
Centro da Coluna CREB: centro de excelência em diagnóstico e tratamento de pacientes com dores na coluna
Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que 85% da população mundial tem, teve ou terá dores na coluna vertebral. No Brasil, estima-se que um em cada três pessoas sofre de dores crônicas, especialmente dores na coluna, uma das mais frequentes. A OMS afirma que, nesse exato momento, metade da população mundial sente dores na região que vai do pescoço até o cóccix, no final da coluna. A má notícia é que dessa legião de pessoas, 60% sequer contam com um diagnóstico para suas dores e, assim, não estão sendo adequadamente tratados.
A boa notícia, entretanto, é que 90% das dores crônicas na coluna podem ser tratadas por meio de procedimentos não cirúrgicos e protocolos de reabilitação adequados. Ou seja, é possível ser feliz e não sentir dor. E é baseado nesta estatística e utilizando os mais modernos e eficazes protocolos de tratamento que atua o Centro da Coluna CREB (Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo), um centro de excelência em diagnóstico e tratamento de pacientes com dores na coluna, com uma bagagem de 30 anos de experiência em problemas músculo-esqueléticos.
– Atendemos das mais simples às mais complexas doenças na coluna vertebral que envolvem as regiões cervical, torácica, lombar ou sacral da coluna. Temos um atendimento especializado em coluna vertebral e dispomos de todos os recursos tecnológicos e protocolos para atendimento, em nossa própria clínica. Um exemplo são as duas piscinas climatizadas que dispomos para a prática de hidroterapia. Contamos também com estúdio de Pilates, as mais diversas técnicas de fisioterapia, acupuntura, RPG e aparelhos modernos, como raio-x digital, tudo concentrado na própria clínica. Assim, podemos oferecer um atendimento global, sempre com orientação de médicos reumatologistas e fisiatras – explica o reumatologista e fisiatra Haim Maleh, do CREB.
Segundo o médico, um diagnóstico preciso é o primeiro ponto para um tratamento de sucesso. O CREB conta com uma equipe multidisciplinar, o que oferece mais dinamismo ao tratamento proposto. O Centro da Coluna CREB conta com profissionais extremamente experientes e especializados, que trabalham em conjunto, como reumatologistas, fisiatras, ortopedistas e fisioterapeutas. “O paciente recebe um atendimento individual e tem todo o acompanhamento em seu tratamento, que é realizado na própria clínica. Os resultados são mais efetivos, mesmo porque o controle é maior”, garante o Dr. Haim Maleh.
– Os problemas da coluna vertebral têm em comum a dor, o desconforto, a sensação de queimação ou dormência, formigamento nos braços e mãos ou membros inferiores, tonteira, zumbido no ouvido ou mesmo lacrimejamento. Esses são sintomas comuns, que podem ter várias causas, como posturais, metabólicas, inflamatórias, infecciosas, emocionais e tumorais que podem ser por doenças da própria coluna ou por metástase de outros órgãos. É fundamental, portanto, uma avaliação médica e um diagnóstico correto para instituir o tratamento. Esse é o nosso objetivo, um correto diagnóstico para podermos orientar e tratar corretamente, facilitando o sucesso no tratamento e o bem estar do paciente – explica ele.
O Centro da Coluna CREB utiliza os mais moderno e eficientes protocolos e procedimentos não-cirúrgicos para o tratamento de problemas da coluna. “A dor é um sinal de alerta emitido pelo nosso corpo. E quanto mais rápido o paciente for tratado, mais fácil será alcançar sucesso no tratamento, e em menos tempo. “A perda de tônus muscular secundário ao sedentarismo, má postura e obesidade podem fazer uma pressão muito grande sobre a coluna vertebral, ocasionando os mais variados tipos de lesões. Atletas e praticantes amadores de esportes também podem sentir dores, muitas vezes após a realização de exercícios em excesso ou mal praticados. Somente um especialista poderá dar um diagnóstico preciso”, diz o Dr. Haim Maleh, lembrando que são sinais de alarme para dores nas costas febre sem motivo aparente, fraqueza muscular, anestesia ou dormência na face interna das coxas, dor do joelho até o tornozelo e dores noturnas que não melhoram mesmo com repouso.
– A lombalgia é, em países industrializados, a principal causa de incapacidade em pessoas com menos de 45anos. Estima-se que de 5 a 10% das causas de afastamento do trabalho provém de pacientes com lombalgia. Os números realmente são alarmantes e o pior é que muitas vezes a pessoa acha que são dores passageiras e não busca orientação médica. Mas essa pequena dor pode se transformar em um problema crônico. Ao menor sinal de dor nas costas, é preciso procurar um especialista – finaliza o Dr Haim Maleh.
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