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Problemas de coluna: quanta mais cedo tratar, melhor

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As estatísticas apontam que 85% da população mundial sofre, sofreu ou sofrerá de dores na coluna vertebral. Mas como fugir de um número tão absoluto como este? A resposta pode estar em um estudo realizado na Bélgica, onde especialistas acompanharam 190 crianças com idade entre nove e onze anos, durante dois anos, que participaram de um programa de conscientização e correção de postura. Comparadas a um outro grupo de 170 crianças que não participaram destas atividades, as crianças que receberam o treinamento apresentaram menos queixas de dor nas costas. O estudo mostrou, também, que essas crianças  desenvolveram uma postura correta, inclusive ao se sentarem para assistir aula e que o número de crianças curvadas para frente ou com o pescoço caído para trás também diminuiu.

“A melhor alternativa para combater possíveis problemas de coluna é, de fato, a prevenção. Quanto mais cedo se olhar para essa questão, mais chances se tem de não sofrer de dores na coluna. Uma criança bem orientada vai crescer com uma postura correta e isso certamente irá fazer a diferença no futuro”, concorda o ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – Márcio Taubman.

Segundo o Dr. Márcio, essa pesquisa comprova que a intervenção precoce na postura das crianças deve ser incentivada como medida de prevenção para a dor nas costas. “Como todos os problemas de saúde, quanto mais cedo começarem as medidas de prevenção, menos doenças teremos no futuro”, pontua o médico do CREB. Ele conta que os pais ainda não têm o hábito de levarem seus filhos para uma avaliação e acompanhamento, mas que esta medida é fundamental e poderá evitar uma série de problemas que começam na coluna vertebral.


CREB é pioneiro na aplicação de Miofibrólise Percutânea

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Desenvolvida no Brasil desde 2005, a Miofibrólise Percutânea é um método de tratamento não invasivo, que intervém sobre as fibroses e contraturas funcionais do tecido muscular, com o objetivo de livrar o movimento de grande parte das dores, sejam traumáticas ou inflamatórias. Esta técnica é uma evolução moderna da Fibrólise clássica de Ekman, também conhecida como “Crochetage Mioaponeurótica”, que surgiu na Europa, em especial na Itália nos anos 90.

O  CREB- Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – é pioneiro na aplicação do método, que é realizado por nossa equipe especializada e devidamente treinada, sob supervisão de médicos fisiatras e reumatologistas. A técnica conta com um aparato instrumental constituído por três empunhaduras de suporte e oito instrumentos  efetivos, cada um  com seu papel na evolução prática, respondendo a cada acesso anatômico e respeitando os fatores ergonômicos.

Segundo o fisiatra e reumatologista do CREB, Haim Maleh, as indicações para a realização do método são variadas e alguns exemplos mais frequentes são as aderências cicatriciais pós-cirúrgicas, neuralgias por irritação mecânica e dores provocadas por fenômeno inflamatório ou traumático do aparelho locomotor, entre outros. “Através deste método é possível aumentar o aporte sanguíneo, romper aderências, aumentar a amplitude de movimento e reduzir à dor”, explica ele.


Dores de inverno: previna-se

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As estatísticas apontam que as clínicas de reumatologia e ortopedia têm uma demanda até 20% maior de pacientes que reclamam de dores no inverno. São dores no pescoço, na perna, no joelho, na coluna… e o motivo é o frio. “No inverno, com o frio intenso, as pessoas ficam mais retraídas e contraídas. Isso acaba gerando uma tensão muscular que pode significar dor”, explica o reumatologista e fisiatra do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo -, Dr  Eduardo Sadigurschi.

Para evitar maiores problemas, o médico do CREB orienta as pessoas a se alongarem mais durante o inverno. Segundo ele, o alongamento ativa a circulação e diminui o frio. “Também podemos fazer movimentos fáceis durante o nosso dia a dia, como por exemplo aquecer as mãos. Basta vira a palma da mão para cima e massageá-la lenta e firmemente com o polegar da outra mão”, ensina ele.

Outra dica é com o sono. Além de devidamente aquecido com cobertores, a pessoa deve se preocupar com a posição ao dormir. “No frio a tendência é permanecer um maior tempo na mesma posição. O ideal é dormir de lado, com um travesseiro entre as pernas, outro entre os braços e com a coluna reta. O travesseiro deve se encaixar na altura do ombro. Dormir com conforto e adequadamente é fundamental para a saúde da nossa coluna”, avisa ele.

O Dr. Eduardo lembra que muitas vezes as pessoas não dão a devida atenção a pequenas dores do dia a dia e acabam por adquirir um problema maior, que irá demandar mais tempo e esforço para o tratamento. “As dores de fato aumentam no inverno e sempre indicam que alguma coisa não está correta. Não se pode deixar isso de lado. Se a pessoa está sentindo dores regulares, deve procurar um especialista para avaliar seu quadro e tomar as medidas necessárias. Assim, evita-se um problema mais sério e mantemos a nossa qualidade de vida”, finaliza ele.



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