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Osteoporose tem uma nova forma de tratar

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Caracterizada pela diminuição da massa óssea, com consequente enfraquecimento e fragilidade dos ossos e, portanto, maior possibilidade de fraturas, a osteoporose se instala de maneira silenciosa, sem que haja sintomas. Por isso, 75% das pessoas só descobrem ser portadoras da doença quando há uma fratura, quando a osteoporose já está em estágio avançado. E os números são cada vez maiores: estima-se que mais de 10 milhões de pessoas têm osteoporose no Brasil, número que pula para 200 milhões de pessoas no mundo todo.

Segundo estatísticas, uma em cada quatro mulheres, após a menopausa, tem osteoporose e uma a cada cinco mulheres que já tiveram fratura sofrerão outra fatura, em menos de um ano. Muito comum na terceira idade, a osteoporose deve ser tratada a partir de um amplo programa orientado pelo médico reumatologista, que inclui a prática regular de exercício físico e uma dieta balanceada, rica em cálcio. Segundo o reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – Dr. Eduardo Sadigurschi, a doença pode, no entanto, ser prevenida. “A osteoporose pode ser diagnosticada, com precisão e precocemente, através de um exame de fácil realização, indolor e de alta precisão chamado densitrometria óssea. Enquanto com o raio-x somente podemos detectar a osteoporose quando já há perda de 30% da massa óssea, com esse exame podemos detectá-la quando há perda de menos de 1%. E detectada precocemente, podemos tratá-la com êxito”, diz ele.

O tratamento da osteoporose deve ser  abrangente, devendo constar de orientação para as atividades físicas, hidroterapia, reposição  de cálcio e vitaminas envolvidas no mecanismo de fortalecimento ósseo e medicamentos que atuem na remodelação óssea. A novidade no tratamento da osteoporose é a comodidade e facilidade de uso de um novo  medicamento de forma injetável de três em três meses, evitando alguns desagradáveis efeitos colaterais dos medicamentos orais. O CREB saiu na frente mais uma vez e é a primeira clínica de reumatologia e ortopedia do país a oferecer o medicamento. “Esse remédio promove animadores resultados, ainda que utilizado de três em três meses. Muitos pacientes têm problemas com as medicações atuais e, agora, poderão ampliar seu tratamento. E aqueles que não podem tomar o remédio via oral podem fazê-lo através de injeção, com aplicação trimestral”, explica o Dr. Eduardo.


Osteoporose, doença séria que precisa ser tratada

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A osteoporose apresenta estatísticas alarmantes, que fizeram com que a Organização Mundial da Saúde (OMS) instituisse o período entre 2000 e 2010 como a década do osso e da articulação, com ações específicas em todo os continentes. Segundo dados oficiais, 200 milhões de mulheres são acometidas pela osteoporose em todo o mundo. Outro dado impressionante é que uma em cada cinco pacientes morre, dentro de um ano, após sofrer fratura de quadril.

A osteoporose é uma doença que leva ao enfraquecimento dos ossos, tornando-os vulneráveis aos pequenos traumas. “Nosso esqueleto é constituído por mais de 200 ossos, que dão rigidez, forma e sustentação ao corpo. Também têm como função proteger o cérebro, o coração, os pulmões e demais órgãos vitais. A osteoporose enfraquece esses ossos e é uma patologia assintomática, ou seja, sem sintomas, lenta e progressiva. Seu caráter silencioso faz com que a osteoporose muitas vezes só seja diagnosticada quando ocorrem fratura, principalmente nos ossos do punho, colo do úmero, quadril e coluna vertebral”, explica Eduardo Sadigurschi, reumatologista e fisiatra do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Segundo o médico do CREB, entre os principais indícios da osteoporose destacam-se a dor de coluna vertebral prolongada, associada à diminuição da altura do paciente devido a microfraturas em vértebras, e o desenvolvimento de uma cifose, ou seja, corcunda. “A osteoporose é uma doença complexa, com causas não totalmente conhecidas. Alguns fatores estão associados a um maior risco para essa doença. Entre eles, ser mulher, envelhecer, ter um corpo pequeno, ser branco ou asiático e ter histórico familiar da doença. As mulheres têm um risco quatro vezes maior de desenvolver osteoporose. Os homens também podem desenvolver a doença”, afirma ele.

Novos medicamentos estão sendo disponibilizados no mercado. Resultados do estudo Multiple Outcomes of Raloxifene Evaluation (MORE), anunciados pelo American College of Rheumatology mostram, por exemplo, que a substância raloxifeno reduz significativamente o risco sintomático de fraturas vertebrais em até 68%, após um ano de tratamento. Outro medicamento lançado recentemente tem como base o alendronato sódico e calecalciferol: é rico em vitamina D, componente fundamental para o desenvolvimento de ossos fortes e para a prevenção à osteoporose. Segundo o reumatologista, há estudos que mostram que a vitamina D é aliada do cálcio na redução da perda óssea. “A vitamina D é um componente que auxilia na absorção do cálcio no intestino”, explica o médico, acrescentando que a vitamina D está presente em alimentos como gema de ovo, fígado, ostras e determinados peixes oleosos. No 23º encontro anual da American Society for Bone and Mineral Research, uma nova vacina foi apresentada e promete ser uma arma eficiente na luta contra a osteoporose. Ela atua no combate à perda de tecido ósseo.

A prevenção é, na verdade, a grande arma que temos contra a osteoporose. O médico do CREB explica que há um exame, chamado densitometria óssea, que mostra o estado dos ossos, principalmente no que se refere à quantidade de cálcio. “A osteoporose pode ser diagnosticada, com precisão e precocemente, através da densitometria óssea, um exame de fácil realização, indolor e de alta precisão. Enquanto um raio-x somente detecta a osteoporose quando já há perda de 30% da massa óssea, com esse exame podemos detectá-la quando há perda de menos de 1%. E detectada precocemente, podemos tratá-la com êxito”, finaliza o Dr. Eduardo Sadigurschi, lembrando que para tratar da doença é fundamental a utilização de medicação apropriada, fazer reposição de cálcio e vitamina D e praticar exercícios físicos orientados.


Médico do CREB faz palestra sobre reumatismo

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O ciclo de palestras mensais promovido pela Gerência Estadual do Rio de Janeiro levou aos beneficiários, no dia 24 de abril, importantes informações sobre o reumatismo. O especialista no assunto, Dr. Haim Maleh, reumatologista e fisiatra do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – destacou os tipos de reumatismo mais comuns, como artrose, osteoporose e tendinites – e forneceu orientações sobre diagnóstico, tratamento, novas opções terapêuticas e prevenção da doença.

O tema foi bastante elogiado pelos participantes, já que o reumatismo pode comprometer articulações, músculos, tendões e demais componentes do aparelho locomotor. Além disso, causa dores, inchaços e restrições de movimento a cerca de 12 milhões de brasileiros.

Para o palestrante, as informações apresentadas são fundamentais no dia a dia dos beneficiários e daqueles que sofrem com a doença. “Mostramos aos participantes que é possível tratar tais patologias, ter qualidade de vida e, principalmente, que podemos viver bem e sem dor, ao contrário do que muitos pensam”, disse ele.



Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:

  • BARRA DA TIJUCA:   Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
  • BOTAFOGO:   Rua Voluntários da Pátria, 408
  • COPACABANA:   Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
  • LEBLON:   Av. Ataulfo de Paiva, 355
  • MÉIER:   Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier

Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:

  • SANTO AMARO:   Av. Santo Amaro, 5702
  • INTERLAGOS:   Av. Interlagos, 1989
  • TATUAPÉ:   Rua Apucarana, 1619