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A atuação do médico fisiatra

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Aprimorar e restaurar a capacidade funcional e, principalmente, a qualidade de vida de pessoas com algum tipo de deficiência física ou outro tipo qualquer de limitação momentânea.

Esse é, em suma, o papel do médico fisiatra, ramo da medicina também conhecida como medicina física e de reabilitação.

O médico fisiatra é especializado em cuidar de pacientes com lesões nos músculos, ossos, ligamentos e, ainda, no sistema nervoso. As alterações da marcha, sejam por alterações neurológicas, ortopédicas ou reumatológicas, bem como lesão na medula espinhal, pacientes que sofreram acidente vascular cerebral (AVC), lesão cerebral traumática e outras lesões debilitantes são algumas das doenças avaliadas e tratados pelo fisiatra.

O fisiatra buscará promover a melhora da qualidade de vida do seu paciente

Para tratar destes pacientes, o médico fisiatra pode contar e liderar uma equipe multidisciplinar, que inclui fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, psicólogos e assistentes sociais. A principal função e objetivo do médico fisiatra é ajudar a pessoa momentaneamente incapacitado a otimizar suas habilidades e recuperar a qualidade de vida perdida. Por meio de medidas e orientações fisiátricas, é possível aliviar a dor, restabelecer movimentos e oferecer a qualidade de vida que todos nós merecemos ter.

Histórico – A fisiatria é uma especialidade recente. Foi criada em 1947, nos Estados Unidos, quando um conselho independente de medicina física foi estabelecido sob a autoridade do American Board of Medical SpecialIties. Na primeira metade do século 20, as especialidades não oficiais medicina física e reabilitação se desenvolveram em separado, embora ambos tratassem de pacientes em situação semelhante, ou seja, com lesões incapacitantes. Frank H. Krusen foi o pioneiro da fisiatria, enfatizando o uso de agentes físicos, como a hidroterapia e oxigênio hiperbárico, por exemplo. O termo fisiatria foi criado por ele em 1938.

A fisiatria ganhou um espaço cada vez maior durante as duas guerras mundiais, no tratamento de soldados e civis feridos. O médico Howard A. Rusk tornou-se o pioneiro da fisiatria, após ser nomeado para reabilitar pilotos da força aérea norte-americana, durante a segunda guerra mundial.

Em 1943, o Comitê Baruch, liderado pelo filantropo Bernardo Baruch, definiu a especialidade como a combinação da medicina física e reabilitação. Este comitê arrecadou fundos e os distribuiu para a adoção de programas de treinamento e pesquisa em todos os Estados Unidos. Em 1949, finalmente, a especialidade mudou seu nome para medicina física e reabilitação, ou fisiatria.

Subespecialidades da Fisiatria

Há seis subespecialidades da fisiatria: medicina neuromuscular, analgésico, medicina da reabilitação pediátrica, medicina da lesão da medula espinhal, medicina esportiva e medicina de lesões cerebrais. Há, ainda, o estudo mais específico das áreas hospitais e medicamentos paliativos, manejo da dor musculoesquelética, fisiatria da intervenção, reabilitação cirúrgica, reabilitação reumatológica, obesidade e outras modificações na doença de estilo de vida, reabilitação cardiopulmonar, cuidados de amputados e reabilitação do câncer.

A medicina neuromuscular inclui doenças que afetam parte do sistema neuromuscular, como os nervos periféricos (os braços, as pernas, o rosto e o pescoço), os neurônios motores musculares e a junção neuromuscular (onde os nervos e os músculos se juntam). São tratados os distúrbios que afetam tanto adultos como crianças, muitos dos quais genéticos. Como na maior parte das vezes esses distúrbios são de longa evolução, o fisiatra buscará promover a melhora da qualidade de vida do seu paciente, reduzindo os sintomas, como a dor, a marcha e o equilíbrio, por exemplo.

A Medicina Esportiva, também conhecida como medicina do esporte e do exercício, trata da aptidão física e do tratamento e prevenção de lesões relacionadas ao esporte e ao exercício físico. O médico fisiatra trata de atletas, de alto rendimento ou não, mas também de atletas amadores, que sofreram lesões incapacitantes. Essa subespecialidade surgiu somente no final do século 20.

Indicação da Fisiatria

O grande benefício que a fisiatria traz é restabelecer a qualidade de vida perdida, eliminando, na media do possível, os sintomas, como a inflamação, a dor e a limitação de movimento, por exemplo. Ela é indicada para todas as pessoas, independente de sexo e idade, que possuam algum tipo de deficiência cerebral, óssea, muscular, etc. O fisiatra trata do corpo inteiro. Ele não se limita ao local onde está o problema apresentado pelo paciente, buscando foco no corpo inteiro e na qualidade de vida de seu paciente.

Entre outras deficiências tratadas pelo fisiatra estão problemas cognitivos, anomalias ortopédicas, problemas de mobilidade, problemas intestinais e vesiculares, distúrbios do andar, incontinência urinária ou fecal, dor e rigidez muscular ou hipotonia. Este profissional vai tratar de temas que abordam cuidados, mobilidade, atividades da vida diária, como vestir, banhar e comer, educacional e vocacional e questões de vida útil. Em resumo, o fisiatra sempre buscará restaurar a qualidade de vida de seu paciente.


Centro da Coluna CREB: centro de excelência em diagnóstico e tratamento de pacientes com dores na coluna

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Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que 85% da população mundial tem, teve ou terá dores na coluna vertebral. No Brasil, estima-se que um em cada três pessoas sofre de dores crônicas, especialmente dores na coluna, uma das mais frequentes. A OMS afirma que, nesse exato momento, metade da população mundial sente dores na região que vai do pescoço até o cóccix, no final da coluna. A má notícia é que dessa legião de pessoas, 60% sequer contam com um diagnóstico para suas dores e, assim, não estão sendo adequadamente tratados.

A boa notícia, entretanto, é que 90% das dores crônicas na coluna podem ser tratadas por meio de procedimentos não cirúrgicos e protocolos de reabilitação adequados. Ou seja, é possível ser feliz e não sentir dor. E é baseado nesta estatística e utilizando os mais modernos e eficazes protocolos de tratamento que atua o Centro da Coluna CREB (Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo), um centro de excelência em diagnóstico e tratamento de pacientes com dores na coluna, com uma bagagem de 30 anos de experiência em problemas músculo-esqueléticos.

– Atendemos das mais simples às mais complexas doenças na coluna vertebral que envolvem as regiões cervical, torácica, lombar ou sacral da coluna. Temos um atendimento especializado em coluna vertebral e dispomos de todos os recursos tecnológicos e protocolos para atendimento, em nossa própria clínica. Um exemplo são as duas piscinas climatizadas que dispomos para a prática de hidroterapia. Contamos também com estúdio de Pilates, as mais diversas técnicas de fisioterapia, acupuntura, RPG e aparelhos modernos, como raio-x digital, tudo concentrado na própria clínica. Assim, podemos oferecer um atendimento global, sempre com orientação de médicos reumatologistas e fisiatras – explica o reumatologista e fisiatra Haim Maleh, do CREB.

Segundo o médico, um diagnóstico preciso é o primeiro ponto para um tratamento de sucesso. O CREB conta com uma equipe multidisciplinar, o que oferece mais dinamismo ao tratamento proposto. O Centro da Coluna CREB conta com profissionais extremamente experientes e especializados, que trabalham em conjunto, como reumatologistas, fisiatras, ortopedistas e fisioterapeutas. “O paciente recebe um atendimento individual e tem todo o acompanhamento em seu tratamento, que é realizado na própria clínica. Os resultados são mais efetivos, mesmo porque o controle é maior”, garante o Dr. Haim Maleh.

– Os problemas da coluna vertebral têm em comum a dor, o desconforto, a sensação de queimação ou dormência, formigamento nos braços e mãos ou membros inferiores, tonteira, zumbido no ouvido ou mesmo lacrimejamento. Esses são sintomas comuns, que podem ter várias causas, como posturais, metabólicas, inflamatórias, infecciosas, emocionais e tumorais que podem ser por doenças da própria coluna ou por metástase de outros órgãos. É fundamental, portanto, uma avaliação médica e um diagnóstico correto para instituir o tratamento. Esse é o nosso objetivo, um correto diagnóstico para podermos orientar e tratar corretamente, facilitando o sucesso no tratamento e o bem estar do paciente – explica ele.

O Centro da Coluna CREB utiliza os mais moderno e eficientes protocolos e procedimentos não-cirúrgicos para o tratamento de problemas da coluna. “A dor é um sinal de alerta emitido pelo nosso corpo. E quanto mais rápido o paciente for tratado, mais fácil será alcançar sucesso no tratamento, e em menos tempo. “A perda de tônus muscular secundário ao sedentarismo, má postura e obesidade podem fazer uma pressão muito grande sobre a coluna vertebral, ocasionando os mais variados tipos de lesões. Atletas e praticantes amadores de esportes também podem sentir dores, muitas vezes após a realização de exercícios em excesso ou mal praticados. Somente um especialista poderá dar um diagnóstico preciso”, diz o Dr. Haim Maleh, lembrando que são sinais de alarme para dores nas costas febre sem motivo aparente, fraqueza muscular, anestesia ou dormência na face interna das coxas, dor do joelho até o tornozelo e dores noturnas que não melhoram mesmo com repouso.

– A lombalgia é, em países industrializados, a principal causa de incapacidade em pessoas com menos de 45anos. Estima-se que de 5 a 10% das causas de afastamento do trabalho provém de pacientes com lombalgia. Os números realmente são alarmantes e o pior é que muitas vezes a pessoa acha que são dores passageiras e não busca orientação médica. Mas essa pequena dor pode se transformar em um problema crônico. Ao menor sinal de dor nas costas, é preciso procurar um especialista – finaliza o Dr Haim Maleh.


Treinamento do assoalho pélvico: disfunções afetam milhares de mulheres

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O assoalho pélvico é responsável pela sustentação dos órgãos localizados na cavidade pélvica: bexiga, reto, órgãos reprodutivos femininos, próstata. Está relacionado com o funcionamento dos esfíncteres urinários e anal, ajudando a manter a continênci...

O assoalho pélvico é responsável pela sustentação dos órgãos localizados na cavidade pélvica: bexiga, reto, órgãos reprodutivos femininos, próstata. Está relacionado com o funcionamento dos esfíncteres urinários e anal, ajudando a manter a continência urinária e fecal. Suas disfunções afetam milhares de mulheres, seja na forma de incontinência urinária associada ou não a prolapsos genitais (bexiga caída ou útero caído), alterações evacuatórias, disfunções sexuais e/ou relacionadas à dor pélvica. Tais queixas são frequentes na prática diária de urologistas, ginecologistas, proctologistas e fisioterapeutas.

“Como qualquer outro músculo esquelético, os músculos do assoalho pélvico podem ser treinados a desenvolver aumento de força muscular, que acarreta em melhora da função e diminuição dos sintomas. O treinamento muscular é adquirido por meio da prática de exercícios específicos, baseados no preceito de que os movimentos voluntários repetidos proporcionam aumento da força muscular. Seus efeitos benéficos incluem desenvolvimento, melhora, restauração ou manutenção não só da força muscular, como também da resistência, mobilidade, flexibilidade, relaxamento, coordenação e habilidade, através dos movimentos”, explica a fisioterapeuta Walesca Rocha, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

A atuação do fisioterapeuta na reeducação do assoalho pélvico tem como finalidade melhorar a performance muscular. A intervenção fisioterapêutica deve ser realizada de forma preventiva ou terapêutica. “Arnold Kegel, médico ginecologista, foi o primeiro, em 1948, a introduzir o treinamento da musculatura do assoalho pélvico feminino para tratar a incontinência urinária. Ele obteve um percentual de 84% de cura, de acordo com seus estudos. O tratamento fisioterapêutico deve ter início somente após uma avaliação detalhada, realizada por um profissional. As disfunções do assoalho pélvico podem ser tratadas, e, o que é melhor, com grandes chances de sucesso”, finaliza Walesca.



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