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Raio-X Digital oferece mais recursos aos médicos

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O CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia, é a primeira clínica ortopédica do país a oferecer o Raio-X Digital, o que há de mais moderno em exame de imagem em chapas radiográficas.

E quem ganha com isso são os pacientes da clínica, que passam a contar com um equipamento de última geração, que possibilita uma maior confiabilidade da qualidade da imagem e do diagnóstico como nunca visto antes.
 
Somado a um software especial, o Raio-X Digital oferece muito mais informações para os médicos que, assim, ganham recursos para um diagnóstico preciso. “O Raio-X Digital  abole de vez com o negatoscópio. O médico recebe a imagem digital, diretamente em seu computador. A qualidade da imagem é incrivelmente melhor e os recursos que o software especial do equipamento de Raio-X Digital oferece tornam essa diferença ainda maior. As imagens podem ser armazenadas e comparadas, sem perda, para evolução do tratamento. O paciente recebe o Raio-X Digital em CD”, explica o médico reumatologista e fisiatra do CREB, Eduardo Sadigurschi.

Segundo o médico do CREB, o software oferece uma maior latitude e detalhes de imagem com alto contraste. “Com uma imagem em alta definição, o médico por aplicar um zoom para uma visão muito mais rica em detalhes. O Raio-X Digital elimina a perda de detalhes em ossos densos e outras áreas com pouca penetração”, diz ele. Em vários estudos ficou caracterizado que as imagens produzidas pelo Raio-X Digital aumentaram a satisfação em relação ao diagnóstico. Ou seja, todos só têm a ganhar. Para mais informações sobre o Raio-X Digital, ligue para o CREB – (21) 3182-8282. Teremos o prazer em lhe atender.


Boca e olhos secos? Isso pode ser síndrome de Sjögren

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Boca e olhos secos? Isso pode ser síndrome de Sjögren. Um reumatologista deve ser consultado.

Se você frequentemente tem a sensação de secura nos olhos e na boca, o melhor a fazer é marcar uma consulta com um reumatologista. Este é o quadro mais comum de Síndrome de Sjögren, uma doença crônica e autoimune que provoca a inflamação das glândulas lacrimais e salivares, deixando os olhos e a boca secos com constância.

A Dra. Isis Reis Carvalho, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia – explica que outro sintoma que deve ser levado em conta no diagnóstico da Síndrome de Sjögren é o histórico de cáries do paciente, já que a diminuição da produção de saliva resulta na maior proliferação de germes bucais.

“Em geral, o acometido pela doença tem a sensação de areia nos olhos. Quando eles ficam secos, há risco de infecções oculares, o que pode provocar danos à córnea. Por isso, um reumatologista deve ser consultado imediatamente”, avisa ela.

A reumatologista do CREB acrescenta que a boca seca, por sua vez, pode trazer dificuldades para a deglutição, ou seja, o ato de engolir, além de aumentar o risco de cárie dentária, inflamação gengival e outros problemas relacionados à boca e aos dentes. “Alguns pacientes apresentam, também, ressecamento nasal, da pele e até mesmo vaginal”, aponta.

Os sintomas da Síndrome de Sjögren

Dor nas articulações, principalmente nas mãos e nos punhos, inchaço e sensação de calor local, além da sensação de fadiga são outros sintomas da Síndrome de Sjögren. Esses podem ser os primeiros sintomas da doença e podem levar a limitação dos movimentos articulares. “Em geral, as mulheres são mais acometidas e a Síndrome de Sjögren pode vir acompanhada de outras doenças autoimunes, como a artrite reumatoide ou o lúpus”, relata a reumatologista do CREB.

A Dra. Isis pontua que o tratamento da Síndrome de Sjögren deve contar com o apoio de um reumatologista, de um oftalmologista e de um dentista, trabalhando os três em parceria. “O uso de medicamentos imunossupressores são fundamentais para o sucesso do tratamento”, avisa a médica do CREB.


Uso regular de salto alto: problemas à vista

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A Universidade de Iowa, nos Estados Unidos, promoveu uma pesquisa que comprova que o uso de sapato de salto alto pode causar danos à saúde da mulher.

Através de sensores, câmeras e outros modernos equipamentos de baropodometria, como o utilizado no CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia -, os pesquisadores mediram as forças e ondas de choque nos pés de mulheres, entre 18 e 40 anos, enquanto caminhavam com sapatos com saltos de cinco e 7,5 cm.

A pesquisa mostrou que o uso do salto alto altera a postura, causando a inclinação do tornozelo para dentro e desestabilizando as articulações. Também foi observada uma carga bem maior sobre os joelhos, especialmente quando se usava sapato com 7,5 cm de salto.

Outra pesquisa, desta vez realizada na Inglaterra, constatou que mulheres que usavam salto alto ao menos cinco vezes na semana tinham os músculos da panturrilha até 13% menores do que mulheres que usam sapato de salto baixo ou tênis. Além disso, o tendão de Aquiles destas mulheres que usam sapato de salto alto regular era mais rígido e grosso. Essas mulheres disseram que sentem dor na panturrilha quando caminham sem sapatos.

“O uso regular de sapato de salto alto é ruim e dores são consequência disso. As mulheres que usam salto alto sabem disso. Mas quanto maior o salto e mais regular o uso, maior é o risco do desenvolvimento de doenças como a artrose. O uso frequente de sapatos com salto alto provoca o encurtamento nos músculos da parte de trás da perna, danos à coluna, dores no joelho, calosidades, joanetes e unhas encravadas, entre tantos outros possíveis problemas. E isso piora ainda mais quando falamos de adolescentes e jovens, que estão em um período em que o corpo ainda está moldando a postura”, explica o ortopedista Marcio Taubman, do CREB.

– O uso de sapato de salto alto, por horas seguidas, como é tão comum, pode trazer sérios problemas para a mulher. Causa alterações sensíveis na postura e na marcha e isso, a  longo prazo, gera dor, desequilíbrio muscular, estresse articular e até degeneração nas articulações. Outro problema que encontramos é o uso de sapatos menores do que o tamanho do pé e sapatos de bico fino. Isso realmente contribui para o aparecimento de problemas que podem ser sérios. Se a pessoa sente dores nos pés, joelho, quadril, tornozelo ou coluna, deve fazer uma avaliação com um especialista. Há um moderno exame,  chamado de baropodometria dinâmica,  que é capaz de oferecer essas informações, que ajudarão a identificar o diagnóstico e a melhor orientação de tratamento – diz o médico do CREB.



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