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Outubro, mês de luta e conscientização contra as doenças reumáticas

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As doenças reumáticas acometem mais de 12 milhões de brasileiros.

E ao contrário do que se imagina, não se restringem à terceira idade. Adultos, jovens e até crianças também são acometidos pelas mais de 120 tipos diferentes de doenças reumáticas. A questão é tão séria e merece tanto a atenção de todos que tradicionalmente outubro é um mês marcado por campanhas públicas de alerta e conscientização sobre doenças reumáticas.

Campanhas públicas de conscientização

Em 12 de outubro, comemora-se o Dia Contra a Artrite Reumatoide. Trata-se de uma doença inflamatória crônica, que afeta a membrana sinovial das pequenas articulações, podendo provocar inchaço e dores, principalmente nas mãos e nos pés. A artrite reumatoide acomete mais de dois milhões de brasileiros, uma em cada cem pessoas, sendo duas vezes mais mulheres na faixa entre 40 e 60 anos do que os homens. No dia 20 de outubro é o Dia Mundial e Nacional da Osteoporose.

“Esta doença é caracterizada pela diminuição da massa óssea e tem como consequência o enfraquecimento e a fragilidade do osso, permitindo uma maior possibilidade de fraturas, mesmo após pequenas quedas e traumas. Uma em cada quatro mulheres, após a menopausa, têm osteoporose e uma a cada cinco mulheres que já tiveram fratura sofrerão outra fatura, em menos de um ano. No Brasil, temos mais de 10 milhões de pessoas acometidos pela doença e, no mundo, são 200 milhões. Estas estatísticas demonstram a gravidade do problema”, afirma o ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia, Bernardo Stolnicki, coordenador do Prevrefrat CREB – Programa de Prevenção à Refratura promovido pela clínica.

No dia 30 de outubro é a vez do o Dia Nacional da Luta contra o Reumatismo. As doenças reumáticas acometem mais de 12 milhões de brasileiros, entre idosos, adultos, jovens e até crianças. “O reumatismo é uma afecção aguda, crônica, com quadro de dor articular ou alterações dos músculos e ossos. A definição da doença é bem abrangente e muitas vezes os sintomas dos diferentes tipos de reumatismo se confundem entre si. O reumatismo se manifesta por dores nas articulações sendo necessária a avaliação do reumatologista para a melhor classificação do problema e tratamento adequado”, afirma o fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia, e professor da Universidade Federal Fluminense (UFF), Dr. Haim Maleh.


CREB trem tratamento para todo tipo de dor na coluna

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Muita gente acha que é comum sentir dores nas costas, e quando isso acontece opta pela automedicação e não dá ao fato a devida atenção. Trata-se de um grande erro. Dor na coluna, seja ela qual for, pode ser uma simples contratura ou uma distensão mus...

Muita gente acha que é comum sentir dores nas costas, e quando isso acontece opta pela automedicação e não dá ao fato a devida atenção. Trata-se de um grande erro. Dor na coluna, seja ela qual for, pode ser uma simples contratura ou uma distensão muscular, mas também pode revelar algum problema mais sério. Somente um especialista está apto a diagnosticar o problema e propor o melhor tratamento.

Utilizar automedicação é perigoso

“Utilização de uma postura correta ao longo do dia, prática de atividade física regular, alimentação balanceada evitando o sobrepeso e utilização de móveis ergonômicos são atitudes que ajudam a prevenir dores na coluna. Mas quando ela aparece, alguma coisa está sugerindo. É um grande erro achar que um anti-inflamatório qualquer resolve o problema e pronto. Utilizar automedicação é perigoso, principalmente porque o paciente não sabe a causa daquela dor”, explica o ortopedista Márcio Taubman, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

A boa notícia é que da mesma forma que a dor chega, ela vai embora, com o tratamento correto. O especialista avaliará o paciente e irá propor o melhor tratamento. No CREB utilizamos protocolos, com muito sucesso, que incluem Reeducação Postural Global (RPG), Pilates terapêutico, ACUPUNTURA e hidroterapia. Cada caso é avaliado de forma personalizada. O importante é que ninguém precisa sentir dores na coluna, porque há tratamentos conservadores, sem necessidade de cirurgia, mas ao menor sinal de dor é preciso procurar o especialista”, finaliza o ortopedista do CREB.


Os aspectos psicológicos da enurese

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Enurese é o hábito involuntário de urinar durante o sono, mais conhecido como “xixi na cama”.

Até 5 anos, esse comportamento é considerado normal, mas após os 7 anos, crianças com enurese noturna devem ser tratadas. “A enurese pode ser considerada um problema biocomportamental, pois, além do processo físico de molhar-se, é um comportamento inadequado não provocado por uma condição clínica, como uma doença ou o uso de remédios. Sendo assim, muitas vezes associa-se a diversos fatores emocionais, comportamentais e de relacionamento”, explica a fisioterapeuta Waleska Rocha, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia.

Muitos pais acreditam que seus filhos molhem a cama por terem o sono pesado. De fato, crianças enuréticas podem ser mais difíceis de acordar do que outras crianças, mas não há diferença no padrão de sono entre um grupo e outro.

“Às vezes, atribui-se a causa do problema a fatores emocionais. É sabido que o estresse provoca mudanças fisiológicas. Situações estressantes como divórcio dos pais, nascimento de um irmão, perda de um ente querido, ou uma forte ansiedade podem levar a criança a voltar a molhar a cama, mesmo após já ter obtido o controle. Um outro fator complicador da enurese é o medo do escuro ou de levantar à noite, ao ponto de impedir a ida ao banheiro. Contudo, já foi observado que crianças enuréticas, ao dormir fora de casa, mantêm-se secas a noite inteira. É um fenômeno cujo funcionamento não se compreende inteiramente. Assim sendo, requer-se dos familiares compreensão diante da situação”, observa Waleska.

Ao tratar a enurese, espera-se uma melhora no ajustamento social da criança

Alguns fatores psicossociais podem estar associados ao xixi na cama. Por exemplo, a enurese tende a ser mais frequente em ambientes sociais menos favorecidos. “Crianças enuréticas geralmente são altamente impactadas pela sua condição, passando por isolamento social, humilhação, estresse, ansiedade, medo da exposição e sensação de imaturidade. Com isso, espera-se que, ao tratar a enurese, haja também uma melhora no ajustamento social da criança, na relação familiar e na própria percepção da criança ou adolescente sobre si mesmo”, finaliza a fisioterapeuta, pontuando que o CREB dispõe dos mais modernos recursos de fisioterapia urológica, que alcança excelentes resultados no tratamento da enurese.



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