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CONTEÚDO CREB SOBRE SAÚDE

News | Viva sem dor

 

Rompimento do ligamento cruzado anterior

De cada 10 pessoas que têm o ligamento cruzado anterior de um dos joelhos rompidos, quatro podem acabar reincidindo no trauma no outro joelho, em um prazo de até 10 anos após a primeira ocorrência, indicam pesquisas. “Em alguns casos, fatores genéticos influenciam para que a lesão do ligamento cruzado anterior (LCA) aconteça nos dois joelhos. Muitas pessoas nascem com o túnel do fêmur, sulco femoral por onde passam os ligamentos, mais estreitos. Esse fator contribui para que aumente a probabilidade da pessoa sofrer de lesão do LCA. Um dos sinais mais claros disso são as ocasiões em que vários indivíduos de uma mesma família são acometidos pelo mesmo tipo de lesão”, explica o Dr. Clovis Munhoz, ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – e diretor médico do Vasco da Gama.

O Dr. Clovis alerta que uma série de fatos vêm contribuindo para cada vez mais freqüentes lesões do LCA em jogadores de futebol: por exemplo, o excesso de jogos em um curto período de tempo e a violência e rispidez cada vez maior das faltas durante o jogo. “Temos hoje uma grande evolução da preparação física, onde o atleta faz todos os movimentos do aparelho locomotor com muita mais força e reflexo”, ilustra ele.

– Numa situação de fadiga muscular em uma partida de futebol, por exemplo, a musculatura perde em velocidade de contração e coordenação. Dessa forma, durante um movimento rotacional, como um drible ou um desequilíbrio, os ligamentos são sobrecarregados, causando a lesão. A forma mais comum na produção de lesão é quando o atleta finca o pé no solo e gira o corpo. Em caso de atletas profissionais é praticamente obrigatória a reconstrução do ligamento por meio de uma cirurgia por vídeo artroscopia, que utiliza uma parte do tendão da patela ou os tendões flexores, sendo aproximadamente 50% de cada escolhido – acrescenta o Dr. Clovis Munhoz.


Má postura e sedentarismo são os vilões das dores na coluna

A má postura e o sedentarismo são as principais causas das dores na coluna vertebral. E isso afeta muita gente: de acordo com a Organização Mundial de Saúde – OMS – nada menos do que 85% da população mundial já sentiu, sente ou sentirá dores nas costas. “Os dados são alarmantes e preocupam as autoridades e médicos porque a maioria desses problemas é causado por vícios e alterações posturais da coluna. Basta sentar numa cadeira de forma errada, por exemplo, para engrossar as estatísticas, com dores, hérnias de disco, entre outros problemas na coluna”, explica o médico fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, Haim Maleh.

Segundo o Dr. Haim, a má postura é, sem dúvidas, a maior causa de problemas na coluna. E a falta de exercício físico regular só agrava o problema. “O mal posicionamento aumenta as curvas naturais do corpo e pode até levar a inclinação lateral da coluna, o que nos traz contração muscular, bastante desconforto e dores. Manter uma boa postura ao andar, sentar, dormir, dirigir, praticar exercícios físicos faz toda a diferença e certamente traz muito mais qualidade de vida”, garante o médico do CREB.

O Dr. Haim Maleh diz que o primeiro passo em busca de uma melhor qualidade de vida deve passar pela prática de esportes regulares. Antes, porém, ele recomenda uma visita ao médico. “Se a pessoa não buscar a ajuda médica, não praticar exercícios e não cuidar de sua postura, é possível que venha a ter problemas maiores como artroses, cardiopatias e hérnias de disco. Alterações na coluna vertebral, como as hiperlordoses – mais comuns nas mulheres – e a hipercifose torácica – freqüente tanto no sexo masculino como feminino – são muito constantes. Quem sente dores regulares precisa primeiro conversar com o médico, para ser bem orientado. A dor na coluna tem cura e temos vários protocolos que trazem excelentes resultados”, finaliza ele.


Osteoporose tem uma nova forma de tratar

Caracterizada pela diminuição da massa óssea, com consequente enfraquecimento e fragilidade dos ossos e, portanto, maior possibilidade de fraturas, a osteoporose se instala de maneira silenciosa, sem que haja sintomas. Por isso, 75% das pessoas só descobrem ser portadoras da doença quando há uma fratura, quando a osteoporose já está em estágio avançado. E os números são cada vez maiores: estima-se que mais de 10 milhões de pessoas têm osteoporose no Brasil, número que pula para 200 milhões de pessoas no mundo todo.

Segundo estatísticas, uma em cada quatro mulheres, após a menopausa, tem osteoporose e uma a cada cinco mulheres que já tiveram fratura sofrerão outra fatura, em menos de um ano. Muito comum na terceira idade, a osteoporose deve ser tratada a partir de um amplo programa orientado pelo médico reumatologista, que inclui a prática regular de exercício físico e uma dieta balanceada, rica em cálcio. Segundo o reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – Dr. Eduardo Sadigurschi, a doença pode, no entanto, ser prevenida. “A osteoporose pode ser diagnosticada, com precisão e precocemente, através de um exame de fácil realização, indolor e de alta precisão chamado densitrometria óssea. Enquanto com o raio-x somente podemos detectar a osteoporose quando já há perda de 30% da massa óssea, com esse exame podemos detectá-la quando há perda de menos de 1%. E detectada precocemente, podemos tratá-la com êxito”, diz ele.

O tratamento da osteoporose deve ser  abrangente, devendo constar de orientação para as atividades físicas, hidroterapia, reposição  de cálcio e vitaminas envolvidas no mecanismo de fortalecimento ósseo e medicamentos que atuem na remodelação óssea. A novidade no tratamento da osteoporose é a comodidade e facilidade de uso de um novo  medicamento de forma injetável de três em três meses, evitando alguns desagradáveis efeitos colaterais dos medicamentos orais. O CREB saiu na frente mais uma vez e é a primeira clínica de reumatologia e ortopedia do país a oferecer o medicamento. “Esse remédio promove animadores resultados, ainda que utilizado de três em três meses. Muitos pacientes têm problemas com as medicações atuais e, agora, poderão ampliar seu tratamento. E aqueles que não podem tomar o remédio via oral podem fazê-lo através de injeção, com aplicação trimestral”, explica o Dr. Eduardo.



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