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Viscossuplementação pode ser um ótimo tratamento para a artrose

A incidência da artrose vem aumentando cada vez mais e acomete a maioria dos indivíduos acima de 50 anos. Esse quadro é fruto do envelhecimento da população mundial, ou seja, acontece em todos os continentes. Por isso, o tema merece total atenção dos...

A incidência da artrose vem aumentando cada vez mais e acomete a maioria dos indivíduos acima de 50 anos. Esse quadro é fruto do envelhecimento da população mundial, ou seja, acontece em todos os continentes. Por isso, o tema merece total atenção dos especialistas e ao menor sinal de dor, crepitação, edema e redução de movimento o médico ortopedista, reumatologista ou fisiatra deve ser procurado.

“A artrose é a degeneração progressiva das articulações. Os principais fatores relacionados à artrose são a idade (praticamente 100% das pessoas aos 90 anos têm artrose), a sobrecarga mercânica das articulações e após traumas ou cirurgias, como, por exemplo, fatura do joelho, o que é muito comum”, explica o professor de Traumato Ortopedia da UFRJ e ortopedista Clovis Munhoz, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Há uma boa notícia, porém. Os tratamentos estão cada vez mais avançados e com ótimos resultados, permitindo ao paciente a recuperação da qualidade de vida perdida. A viscossuplementação pode ser uma excelente alternativa para tratar a artrose. “A viscossuplementação é um tratamento utilizado para reposição de fluídos nas articulações com desgaste. É como colocar uma espécie de lubrificante entre as estruturas ósseas e cartilaginosas das articulações, para que diminua o impacto e a dor. Os viscossuplementos são produtos compostos basicamente de ácido hialurônico, um dos principais componentes do líquido sinovial do joelho normal. Ao ser aplicado na articulação, melhora a pressão intra-articular, amortece os impactos e lubrifica, gerando alívio da dor e melhora do movimento, diminuindo a sensação de rigidez. A viscossuplementação é feita por médico especialista, em consultório”, explica o Dr. Clovis.


Qual a diferença da hidroterapia e a hidroginástica?

Qual a diferença entre hidroginástica e hidroterapia? Muita gente confunde as duas atividades, porque ambas são realizadas na piscina, mas as finalidades são bem diferentes. Enquanto a hidroginástica é uma atividade física para condicionamento físico...

Qual a diferença entre hidroginástica e hidroterapia? Muita gente confunde as duas atividades, porque ambas são realizadas na piscina, mas as finalidades são bem diferentes. Enquanto a hidroginástica é uma atividade física para condicionamento físico geral, fortalecimento muscular e melhora da resistência cardiorrespiratória, a hidroterapia é um recurso da fisioterapia, para tratamento de diversas doenças.

– A hidroginástica é realizada por meio de exercícios rítmicos sequenciais, com intensidade moderada e de forma ininterrupta. A hidroterapia utiliza as propriedades da água aquecida, que em nossas piscinas, no CREB, estão entre 32 e 34 graus, para prevenção e no tratamento de diversos problemas dos ossos, músculos, ligamentos, coluna vertebral, assim como para outros problemas, como, por exemplo, diabete.. São exercícios bem específicos, na maior parte das vezes alongamentos, que ajudam a obter uma melhor e mais veloz recuperação do paciente – explica o fisiatra e reumatologia Eduardo Sadigurschi, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Segundo o médico, a hidroterapia oferece relaxamento muscular, alívio da dor, diminuição de edemas, ganho de amplitude de movimento e ganho de força muscular. “A prática da hidroterapia pode ser indicada para qualquer pessoa, de qualquer idade. Mais usualmente, indicamos para problemas traumato-ortopédicos, esportivos, neurológicos e reumáticos. Como, por exemplo, para lombalgias, artroses, bursites, AVC, paralisia cerebral, fraturas, luxações, entorses, hérnias de disco e outras”, orienta o Dr. Eduardo.

Segundo o Dr. Eduardo, uma das grandes vantagens da reabilitação na água aquecida é a diminuição do peso corporal e o relaxamento. Isso permite uma maior liberdade de movimentos, melhora da mobilidade articular, diminuição dos processos inflamatórios, ganho de qualidade muscular e, consequentemente, melhores resultados. O médico ressalta que a hidroterapia é um procedimento de reabilitação física que deve ser prescrita pelo médico que assiste o paciente.


Osteoporose: o melhor caminho é a prevenção

Mais dez milhões de pessoas no Brasil têm osteoporose, o que justifica a grande preocupação com o tema. “A osteoporose é uma doença metabólica que acontece quando deixamos de produzir material ósseo novo suficientemente e, a partir daí, os nossos oss...

Mais dez milhões de pessoas no Brasil têm osteoporose, o que justifica a grande preocupação com o tema. “A osteoporose é uma doença metabólica que acontece quando deixamos de produzir material ósseo novo suficientemente e, a partir daí, os nossos ossos se tornam frágeis, aumentando muito a possibilidade de faturas. A osteoporose é uma doença silenciosa, que pode vir a ser descoberta apenas quando há episódio de uma fratura. E esse é o grande perigo da doença. Uma fratura pode prejudicar muito a qualidade de vida de uma pessoa, inclusive incapacitando determinados movimentos. Na terceira idade, então, o risco de refratura é muito maior”, explica o ortopedista Bernardo Stolnick, Presidente Comitê de Doenças Osteometabólicas da SBOT (Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia) e Coordenador de Doenças Osteometabólicas do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

De acordo com o Dr. Bernardo, a osteoporose é mais comum em mulheres do que em homens, e isso se explica pela perda significativa de cálcio e vitaminas durante a menopausa. Além do processo natural de envelhecimento, são fatores de risco deficiência hormonal, fumo, álcool, dieta pobre em cálcio e vitamina D, sedentarismo e hereditariedade. “A osteoporose normalmente não apresenta sintomas, na maior parte das vezes é identificada quando ocorre a fratura. Mas é possível reverter essa situação, com a realização de um exame chamado Densitometria Óssea, que avalia a densidade dos ossos. É muito importante que pessoas da terceira idade façam esse exame”, explica o médico.

A osteoporose tem tratamento. Além de medicamentos, o médico poderá indicar a prática regular de exercício e uma dieta balançeada, rica em cálcio e vitamina D. Os exercícios, assim como o tipo de atividade física, devem ser orientados caso a caso. No CREB, temos protocolos de reabilitação que contemplam com bastante sucesso o tratamento e a reabilitação de pacientes com osteoporose. Segundo Bernardo, essa dieta deve ser rica em derivados de leite, sardinha, salmão, soja e vegetais verdes, além de nozes e castanhas. “Não podemos apenas esperar pela fratura, para iniciar o tratamento. A prevenção é o melhor caminho. É preciso fazer o exame e adotar práticas saudáveis, como atividade física regular e uma alimentação controlada, rica em cálcio”, finaliza ele.



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