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Dor na batata da perna pode ser sinal de Síndrome da Pedrada

Dor na batata da perna pode ser sinal de Síndrome da Pedrada

Quem nunca sentiu alguma dor, ou mesmo um desconforto, na batata da perna? Muito comum. a Síndrome da Pedrada é um nome popular utilizado para o estiramento do músculo gastrocnêmio da perna, também popularmente chamado de “batata da perna”. Segundo João Marcelo Amorim, ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – e médico do time de futebol do Flamengo, geralmente o problema ocorre durante uma atividade física intensa, tal como corrida.

“Durante esse esforço físico pode ocorrer um estiramento súbito do músculo. O resultado da Síndrome da Pedrada é dor na panturrilha, forte e repentina, sensação de ter levado uma pedrada na panturrilha, formação de um hematoma no local da dor e dificuldade ou incapacidade para andar”, explica o ortopedista do CREB.

Como tratar a Síndrome da pedrada

O Dr. João Marcelo explica que após o quadro agudo, a interrupção do exercício é necessária e a avaliação médica é fundamental para avaliar o grau de estiramento muscular. “Nesses casos, o exame de ultrassonografia permite a avaliação do músculo afetado, assim como a classificação do grau do estiramento muscular e avaliação do hematoma, assim como a sua dimensão”, explica.

Para o tratamento, é fundamental o repouso muscular. “Associado ao repouso, prescrevemos a fisioterapia com o objetivo de alívio da dor e recuperação da mobilidade. O tempo de recuperação depende do grau da lesão”, finaliza o ortopedista.


Você sabe o que é entesite?

Você sabe o que é entesite?

A entesite é uma inflamação da êntese, podendo ocorrer em doenças autoimunes, tais como a psoríase,artrite psoriásica, e doenças inflamatórias intestinais (Doença de Crohn e Retocolite Ulcerativa). “Os músculos do nosso corpo se fixam nos ossos por meio dos tendões, e a parte final desse tendão, que se fixa no osso, se chama êntese”, explica a reumatologista Liseth Acochiri Gutierrez, do CREB – Centro de Reumatologia e ortopedia Botafogo.

Segundo a reumatologista, “nessas doenças autoimunes ocorre uma entesite principalmente dos membros inferiores, mais predominante no tendão de aquiles e fáscia plantar, resultando em dor em pés e tornozelos, ao esforço”. Ela pontua que geralmente não ocorre inchaço nas articulações e muitas vezes é difícil diferenciar de uma simples tendinite, causa por esforço físico.

Avaliação com reumatologista

“Pacientes com psoríase ou doença inflamatória intestinal que apresentam quadros recorrentes de inflamação dos tendões dos membros inferiores devem procurar uma avaliação com reumatologista, pois pode se tratar de uma entesite e nesse caso uma investigação e tratamento específicos devem ser realizados”, alerta a médica do CREB. Um dos exames diagnósticos que auxiliam na investigação, de acordo com a dra. Liseth, é a ultrassonografia com doppler, pois permite a visualização da êntese inflamada.


Ortopedista do CREB explica tipos de lesão no menisco

Ortopedista do CREB explica tipos de lesão no menisco

O menisco é uma estrutura de cartilagem, presente no joelho, responsável pelo amortecimento dessa articulação. Cada joelho possui dois meniscos, o primeiro localizado na parte interna, chamado de menisco medial, e o segundo denominado de menisco lateral, com localização mais externa.

As lesões de meniscos são classificadas em lesões traumáticas e lesões degenerativas.

  • Lesões traumáticas ocorrem em qualquer faixa etária, sendo a principal causa de lesão de meniscos em pacientes abaixo de 40 anos. São causadas após trauma. Já as lesões degenerativas ocorrem geralmente após 40 anos de idade e estão associados ao desgaste cartilaginoso que ocorre a partir dessa faixa etária. Estas não possuem associação com o trauma – explica o ortopedista Marcelo Alvim, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Sintomas da lesão no menisco

Segundo o médico do CREB, o principal sintoma da lesão no menisco é a dor na articulação do joelho, precipitada ao realizar movimentos, principalmente para subir e descer escadas. Além da dor, diz ele, pode haver inchaço ou derrame articular e restrição para mobilidade da articulação, devido a inflamação da membrana sinovial da articulação, resultando na produção de líquido sinovial inflamatório.

  • O tipo de tratamento de uma lesão meniscal dependerá da localização da lesão, do tamanho, do tempo de ocorrência, da idade do paciente. Esses fatores são fundamentais para opção individualizada entre o tratamento cirúrgico ou conservador. O tratamento conservador consiste na realização de fisioterapia, combinando técnicas pra alívio da dor, alongamento e fortalecimento muscular, sendo o principal tratamento indicado para lesões de aspecto degenerativo – explica ele.


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