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Ortopedista do CREB dá dicas para a terceira idade contra o risco de quedas

Ortopedista do CREB dá dicas para a terceira idade contra o risco de quedas

Não são apenas os idosos que correm o risco de cair e se machucar. Isso pode acontecer com qualquer um, mas é óbvio que as possibilidades disso acontecer com uma pessoa idosa são muito maiores. O maior problema, na verdade, não está na queda em si, mas sim nos efeitos que ela pode produzir em uma pessoa da terceira idade. As consequências é que mais preocupam os especialistas.

Segundo o ortopedista Bernardo Stolnicki, do CREB (Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo) e coordenador do CREB Prevrefrat (Programa de Prevenção a Refratura da clínica), o envelhecimento traz redução de massa muscular e óssea, perda de equilíbrio e força, e isso aumenta muito o risco de uma queda. E suas consequências.

  • Uma simples queda pode trazer um grande problema, como a fratura do fêmur, por exemplo, o que é extremamente comum e é uma das mais graves consequências de quedas de pessoas da terceira idade. Inclusive, aumenta a mortalidade da população idosa – alerta ele.

Stolnicki diz que todo cuidado e pouco. E lista as 11 recomendações para as pessoas da terceira idade, orientações , aliás, do próprio Ministério da Saúde sobre o tema:

  • evite tapetes soltos;
  • escadas, apenas com corrimãos nos dois lados;
  • idosos devem usar sapatos fechados e de sola de borracha;
  • use tapetes antiderrapantes no banheiro;
  • não ande em áreas com piso úmido jamais;
  • não encere a casa;
  • deixe luzes acessas de noite no caso de precisar ir ao banheiro;
  • caso ande de ônibus, espere que ele pare totalmente para subir ou descer dele;
  • atravesse sempre na faixa de pedestre, e esteja seguro de que o sinal não vai abrir imediatamente;
  • caso precise, use bengala, muleta ou andador.

Ortopedista do CREB explica porque encolhemos na terceira idade

Ortopedista do CREB explica porque encolhemos na terceira idade

Encolher de tamanho faz parte do processo natural de envelhecimento do ser humano. Esse processo chama-se senescência e não se trata de alguma doença ou um problema pontual. Todos passam por isso. “Nosso organismo se modifica com o tempo, isso é natural. Os tecidos ficam mais flexíveis, há perda de fluídos e hormônios e também observamos perda de força e estrutura de músculos e ossos. O encolhimento é algo natural”, explica Clovis Munhoz, ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – e professor de ortopedia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Senescência

Uma pesquisa feita por cientistas alemães promoveu um estudo sobre a altura dos discos e a forma da coluna vertebral na terceira idade. Os cientistas contaram com a participação de 1200 voluntários em busca de respostas para duas perguntas: há redução dos discos que se localizam entre os ossos ou a altura dos discos aumentar com o passar do anos? Diminuímos de tamanho acontece porque os ossos ficam mais comprimidos?

Os cientistas concluíram que os discos localizados na parte baixa das costas, da lombar, aumentaram de altura até as pessoas atingirem 70 anos, tanto em homens quanto nas mulheres. No entanto, a principal parte das vértebras ficou menor com a idade. O centro dos ossos aparentava ter baixado seu nível de propriedades. A parte superior de cada osso sofreu mudanças em sua densidade, chegando a uma massa mais reduzida se comparada com a inferior. A concavidade aumentou em toda a extensão.

“O encolhimento acontece por conta das mudanças nos ossos, não nos discos que estão localizados entre ele. Nossa coluna tem várias vértebras, que são ligadas por articulações, ou seja, os discos intervertebrais. Esses discos tem material fibroso e gelatinoso, que fazem a função de amortecedores. O que diminui com o passar dos anos são as vértebras”, explica o Dr. Clóvis.


Fisioterapeuta do CREB diz que Bexiga Hiperativa tem tratamento

De acordo com a Sociedade Internacional de Continência (ICS), a Síndrome da Bexiga Hiperativa é definida como urgência miccional, com ou sem incontinência de urgência, geralmente acompanhada por frequência e noctúria.

Você sabia que mais de 30% das pessoas idosos com idade acima dos 75 anos sofrem da Síndrome da Bexiga Hiperativa (BH)? Além de afetar diretamente a qualidade de vida do paciente, a BH pode causar ao idoso isolamento social, frustração, ansiedade e até mesmo depressão.

De acordo com a Sociedade Internacional de Continência (ICS), a Síndrome da Bexiga Hiperativa é definida como urgência miccional, com ou sem incontinência de urgência, geralmente acompanhada por frequência e noctúria. A pessoa acometida tem contrações vesicais involuntárias durante a fase de enchimento, não permitindo o controle da bexiga.

  • O acometido sofre desconforto, urgência para urinar e até mesmo perda miccional. Essa doença pode ser causada por vários fatores, entre os quais a diminuição da resposta inibitória do arco reflexo da micção pelo sistema nervoso central. Também podemos encontrar causas miogênicas, como alteração estrutural e ultraestrutural primária do detrusor; e alterações do urotélio, que podem aumentar as informações aferentes, que são interpretadas pelos centros superiores como uma necessidade imperiosa de urinar. Quando a causa é indeterminada, ela é chamada Bexiga Hiperativa Idiopática – explica o fisioterapeuta Handerson Meurer, gerente de fisioterapia do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

O tratamento deve ser iniciado o quanto antes

Segundo o fisioterapeuta do CREB, a BH tem tratamento, que deve ser iniciado o quanto antes.

  • A fisioterapia é um tratamento conservador simples, de baixo custo e é considerado de primeira linha no trato da Bexiga Hiperativa. Não é invasiva e tem pouquíssimas contraindicações, proporcionando a reabilitação do assoalho pélvico por meio de exercícios de contração e relaxamento da musculatura, com uso de eletroestimulação e biofeedback. O resultado é extremamente eficaz, pois leva a bexiga a contrair menos e traz ao paciente consciência do próprio corpo e o controle da micção – garante Handerson.


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