Pacientes com osteoporose devem consumir vitamina D diariamente
Um estudo realizado por especialistas em Zurique, na Suíça, garante que consumir mais de 20µg (microgramas) de vitamina D ao dia pode reduzir em até 30% o risco de fraturas. A pesquisa envolveu 31 mil pessoas, entre as quais 91% eram mulheres, com mé...
Um estudo realizado por especialistas em Zurique, na Suíça, garante que consumir mais de 20µg (microgramas) de vitamina D ao dia pode reduzir em até 30% o risco de fraturas. A pesquisa envolveu 31 mil pessoas, entre as quais 91% eram mulheres, com média de idade de 76 anos. Especialista em osteoporose, o Dr. Bernardo Stolnicki, ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, diz que essa pesquisa mostra que a vitamina D é uma grande aliada na luta contra o risco de fratura.
- A ingestão de cálcio é fundamental no tratamento da osteoporose. Seja por meio de uma alimentação balanceada e rica neste elemento ou mesmo por comprimidos, o paciente acometido pela doença deve consumir 1 mil miligramas de cálcio todos os dias. Já a vitamina D é muito importante na mineralização óssea. É ela quem leva o cálcio para o osso, é a condutora.
Hoje sabemos que pacientes idosos que tomam vitamina D melhoram o tônus muscular e o equilíbrio
O ortopedista do CREB acrescenta que a Associação Americana de Médicos, dos EUA, recomenda aos médicos que receitem aos seus pacientes com osteoporose a ingestão de vitamina D, bem como a Sociedade Americana de Estudos do Metabolismo Ósseo (ASBMR), também dos Estados Unidos.
O melhor tratamento da Osteoporose é a prevenção, evitando refraturas
Doenças reumáticas acometem crianças, adolescentes e jovens
As principais doenças reumáticas que acometem crianças são a artrite idiopática juvenil, o lúpus, a febre reumática e outras doenças inflamatórias.
Trata-se de um grande erro associar as doenças reumáticas à terceira idade. Absolutamente qualquer pessoa está passível de ser acometida pelas doenças reumáticas, até mesmo crianças, adolescentes e jovens.
- As principais doenças reumáticas que acometem crianças são a artrite idiopática juvenil, o lúpus, a febre reumática e outras doenças inflamatórias. Muita gente acha que o reumatismo é uma doença exclusiva da terceira idade, o que não é verdade. De fato, muitas das doenças reumáticas são associadas a doenças degenerativas, que apresentam desgaste de cartilagem, perda de massa óssea e enfraquecimento muscular. Mas até mesmo crianças são acometidas e também podem sentir dor e rigidez nas articulações, inclusive com limitações de movimento – explica o fisiatra e reumatologista Eduardo Sadigurschi, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia.
Segundo o médico do CREB, em países desenvolvidos 25% das doenças reumáticas acometem pessoas até 16 anos de idade. No Brasil, a febre reumática é a doença reumática mais comum em jovens, adolescentes e crianças, além de outras patologias inflamatórias, como o lúpus eritematoso sistêmico (LES), a dermatopolimiosite (DMP), a esclerodermia (ESP) e as vasculites.
- A febre reumática é mais comum a partir dos cinco anos e pode ser originada por uma infecção da garganta causada pela bactéria estreptococo. São sinais da febre reumática a febre, fortes dores nas articulações e lesões de válvulas cardíacas. A febre reumática é uma das principais causas de problemas cardíacos em jovens – orienta o Dr. Eduardo, pontuando que um especialista seja consultado quando a criança apresenta uma dor que não melhora nem com uso de analgésico.
CREB tem equipe multidisciplinar para o Pós-cirúrgico
O CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – oferece atendimento pós-cirúrgico por meio de de uma equipe multidisciplinar, que envolve não apenas o cirurgião, como médicos fisiatras, reumatologistas e ortopedistas, fisioterapeutas com espec...
O CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – oferece atendimento pós-cirúrgico por meio de de uma equipe multidisciplinar, que envolve não apenas o cirurgião, como médicos fisiatras, reumatologistas e ortopedistas, fisioterapeutas com especialização e mesmo psicólogos para apoio emocional. A clínica acredita que a troca de informações e a atuação de todos esses profissionais possibilitarão um pós-cirúrgico tranquilo e exitoso.
- Essa troca de informações é fundamental para que esse processo de pós-cirúrgico ocorra da melhor forma possível. No CREB temos um diferencial, que é o apoio psicológico, feita por uma psicóloga. Muitas vezes, a adaptação não é nada fácil, tanto física quanto emocionalmente. Damos todo o suporte ao paciente, para que seu pós-cirúrgico seja o mais breve possível. Inclusive, esse apoio psicológico não gera custo algum para o paciente”, explica o dr. Haim Maleh, fisiatra e reumatologista do CREB e professor de reumatologia da UFF – Universidade Federal Fluminense.
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