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Tempos tecnológicos trazem novas doenças

“Wiitis”, “síndrome do ecrã tela” e “cotovelo de telemóvel” são os nomes de novas doenças destes novos tempos tecnológicos

“Wiitis”, “síndrome do ecrã tela” e “cotovelo de telemóvel” são os nomes de novas doenças destes novos tempos tecnológicos, cuja origem do problema está no uso excessivo de um videogame, um celular, um tablet e gadgets do gênero. Haim Maleh, fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo e professor de reumatologia da Universidade Federal Fluminense (UFF) diz que Tendinite, síndrome do túnel carpo, epicondilite, obesidade, perda de audição e dores lombares são problemas cada vez mais diagnosticadas em jovens, fruto da vida que levam.

  • São doenças antigas, que ganham novos nomes. Nosso desafio é estabelecer a origem das doenças diagnosticadas e obviamente que o estilo de vida desses jovens nos indicam caminhos. O uso de mochilas cada vez mais pesadas, a falta da prática de exercício físico regular e as horas seguidas diante de computadores, videogames e celulares trazem problemas imediatos. Novas doenças surgem com os novos tempos tecnológicos que vivemos – explica ele.

Segundo o médico do CREB, teclar no celular o dia inteiro, repetida e excessivamente, por exemplo, pode ocasionar inflamações nos tendões.

  • Por causa das redes sociais, jovens passam o dia no celular. Isso tem conseqüência. Nosso papel é alertá-los que precisam readquirir hábitos saudáveis, como praticar exercícios regulares, caminhar e buscar outras fontes de lazer que não apenas os eletrônicos. E ao menor sinal de dor e desconforto, os pais devem levar seus filhos a um médico para evitar que o problema se agrave – diz o Dr. Haim Maleh.

Qual tratamento fisioterapêutico é mais eficaz: individual ou em grupo?

Qual tratamento fisioterapêutico é mais eficaz: individual ou em grupo?

O tratamento fisioterapêutico individual ou em grupo são igualmente eficazes nas lesões musculoesqueléticas? De acordo com um artigo publicado no conceituado British Journal of Sports Medicine, o tratamento fisioterapêutico individual ou em grupo são igualmente eficazes. A eficácia dependerá, claro, do esforço e comprometimento do paciente e da atuação do profissional fisioterapeuta.

Segundo Handerson Meurer, Coordenador de Fisioterapia do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, o exercício é um dos componentes mais eficazes da fisioterapia para uma série de condições musculoesqueléticas. Os protocolos dos exercícios podem ser individuais ou em grupo.

  • Às vezes, o paciente tende a achar que o resultado não será tão eficiente porque está fazendo sua fisioterapia em grupo. Não é verdade. Ensaios clínicos que incluíram condições associadas à dor lombar, cervical, quadril, joelho, tornozelo, ombro, cotovelo e punho foram feitos e os efeitos foram os mesmos nos dois modos de fisioterapia, individual e em grupo. Na fisioterapia em grupo, se gasta mais tempo na educação do paciente para ele executar corretamente o exercício e isso é positivo. O paciente se esforça mais. Não há evidências de que a fisioterapia individual ofereça mais ganhos ao paciente – finaliza ele.

Terapia infunsional faz com que organismo absorva conteúdo mais rapidamente

Terapia infunsional faz com que organismo absorva conteúdo mais rapidamente

Você sabe o que é terapia intravenosa? Também conhecida como terapia infunsional, trata-se da aplicação de medicamentos injetados diretamente na corrente sanguínea do paciente, o que faz com que o organismo absorva o conteúdo de forma muito mais rápida. O CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – dispõe dessa terapia que deve ser realizada tão somente com indicação e supervisão de médicos trinados para tal.

  • Trata-se de um recurso novo, que traz excelentes resultados no tratamento de doenças crônicas. É o caso, por exemplo, da osteoporose. A grande vantagem da terapia infunsional é a adesão ao tratamento, a maior velocidade da absorção do medicamento no organismo do paciente – afirma o Dr. Haim Maleh, professor de reumatologia da UFF – Universidade Federal Fluminense – e fisiatra e reumatologista do CREB.


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