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Osteoartrite é tão grave quanto a artrite reumatoide

O Eular 2017- Annual European Congress of Rheumatology – aconteceu esse ano em Madrid, na Espanha, de 14 a 17 de junho. Trata-se de um dos mais importantes eventos sobre reumatologia do mundo, que reúne profissionais dos cinco continentes para a troc...

O Eular 2017- Annual European Congress of Rheumatology – aconteceu esse ano em Madrid, na Espanha, de 14 a 17 de junho. Trata-se de um dos mais importantes eventos sobre reumatologia do mundo, que reúne profissionais dos cinco continentes para a troca de experiências e para discussão científica sobre as novidades. “Uma das discussões muito ricas do Eular tratou da ideia de que pacientes com osteoartrite são mais propensos a ter o impacto de sua condição subestimado por reumatologistas do que os pacientes que com artrite reumatoide. Isso pode ter um impacto negativo em relação ao tratamento no caso de uma discordância entre o médico e a ideia do paciente sobre a gravidade de sua doença. E isso pode interferir na adesão ao tratamento e, claro, nos resultados esperados. A osteoartrite é tão grave quanto a artrite reumatoide”, afirma o Dr. Haim Maleh, reumatologista e fisiatra do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – e professor de reumatologia da Universidade Federal Fluminense – UFF.

“A osteoartrite – também chamada de osteoartrose e mais conhecida como artrose – é uma das doenças reumáticas mais comuns. Ela acomete homens e mulheres, principalmente na terceira idade. É uma doença reumática que incide principalmente nas articulações dos joelhos, coluna vertrebal, quadril, mãos e dedos. Mas a doença não acomete apenas idosos. Um número cada vez maior de pessoas entre 30 e 50 anos têm sofrido dores provocadas pelo desgaste das articulações de joelhos, quadris, tornozelos e coluna”, explica o Dr. Haim.


Um travesseiro inadequado pode trazer problemas para sua coluna

Muitas vezes, a gente acorda com dores na coluna, e acha que isso é fruto de uma simples noite mal dormida, ou um mal jeito qualquer durante o dia anterior. Mas o problema pode estar no travesseiro. Um travesseiro inadequado pode provocar dores const...

Muitas vezes, a gente acorda com dores na coluna, e acha que isso é fruto de uma simples noite mal dormida, ou um mal jeito qualquer durante o dia anterior. Mas o problema pode estar no travesseiro. Um travesseiro inadequado pode provocar dores constantes e trazer problemas para a nossa coluna vertebral.

“Um travesseiro inadequado pode trazer um desconforto que terá reflexos no dia a dia e pode até ocasionar problemas mais sérios, influindo na nossa qualidade de vida. Para começar, pode trazer dormência nas mãos. Depois, com o passar do tempo, dor crônica nas costas, e até artrose, pequenos desgastes nas vértebras, e desvio na coluna. Claro que tais sintomas também podem acontecer devido a outros fatores, como vícios de postura, genética, obesidade, falta de atividade física, movimentos repetitivos, entre outros. Mas um travesseiro inadequado pode trazer sérios problemas sim”, afirma o Dr. Haim Maleh, fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, e professor de reumatologia da UFF.

A correta forma de dormir é posicionando-se de lado

Segundo ele, a correta forma de dormir é posicionando-se de lado, para que a coluna permaneça alinhada. As pernas devem estar dobradas, e os joelhos flexionados, em posição fetal, o que ajuda a aliviar a tensão da lordose lombar. O Dr. Haim diz que dormir sem travesseiro é tão ruim quanto usar um travesseiro inadequado. “Quem tem problemas de respiração ou refluxo deve usar travesseiros que mantenham o corpo mais elevado. O travesseiro não pode forçar a coluna, não pode ser alto ou baixo demais. E deve ser trocado de dois em dois anos, impreterivelmente”, estabelece o médico.


Artrose: tratamento atua sobre os sintomas e devolve a qualidade de vida perdida

A artrose é uma doença que não tem cura, mas a boa notícia é que seus sintomas podem ser tratados e o paciente pode recuperar a qualidade de vida perdida. Trata-se do desgaste da cartilagem que recobre as extremidades dos ossos, e esse desgaste não p...

A artrose é uma doença que não tem cura, mas a boa notícia é que seus sintomas podem ser tratados e o paciente pode recuperar a qualidade de vida perdida. Trata-se do desgaste da cartilagem que recobre as extremidades dos ossos, e esse desgaste não pode ser reposto. “Essa cartilagem tem como objetivo promover uma espécie de deslizamento entre duas extremidades ósseas, eliminando atritos durante o movimento de uma articulação”, explica o Reumatologista Antonio D’Almeida, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

No Brasil, a artrose acomete ao menos 15 milhões de pessoas. Segundo o Ministério da Saúde, é a quarta doença que mais diminui a qualidade de vida das pessoas para cada ano vivido. “No começo, a cartilagem fica mais áspera e aumenta o atrito durante a movimentação de uma articulação. Depois, em uma fase mais grave, essa cartilagem é destruída, chegando a desgastar o osso”, afirma o Reumatologista do CREB.

O principal sintoma da artrose no joelho é a dor ao caminhar, correr ou na prática de exercícios. Muitas vezes, o local apresenta inchaço e até deformação. No caso da atrose nas mãos, há deformidade e inchaço das articulações entre os dedos, dor no punho e nos dedos e sensação de fraqueza nas mãos. No ombro, a dor pior com o movimento, pode apresentar falta de força no braço, sensação de formigamento ou inchaço, além de dificultade de levantar o braço. Na coluna cervical, a artrose provoca dor na região do pescoço, que pode impedir sua movimentação, além de sensação de formigamento e alteração de sensibilidade nos braços, ombros e na face também.

O Dr. Antônio diz que os principais fatores para o desenvolvimento da artrose são: idade acima dos 60 anos, sexo feminino, obesidade, traumas nas articulações, doenças musculares, excesso de movimento das articulações, predisposição genética, prática de exercícios de alto impacto e diabetes mellitus, além de deformidades ósseas. O tratamento inclui uso de medicamento, fisioterapia e exercício físico orientado. “Adotamos protocolos que incluem acupuntura, hidroterapia, RPG e pilates terapêutico, o que têm demonstrado muito sucesso na recuperação da qualidade de vida dos pacientes. É importante atuar sobre os sintomas. Ninguém precisa viver com dor e limitado”, finaliza ele.



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