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Torcicolo pode ser um sinal de alerta para outras doenças

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O torcicolo é uma doença absolutamente comum, que leva muitos pacientes ao consultório médico.

Ela apresenta rigidez e dor no pescoço, mas também pode trazer dor de cabeça, limitação em movimentar a cabeça, dificuldade de elevação do ombro do lado da torção, inchaço na região, tensão e, em alguns casos, tremor.

Segundo o Dr. Sérgio Rosenfeld, reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia, Ortopedia e Fisioterapia, ao menor sinal desses sintomas um especialista deve ser consultado.

O estresse, por exemplo, é um fator desencadeante da doença muitíssimo comum. É preciso evitá-lo. Também devemos optar por medidas preventivas, como trocar o colchão e travesseiros por modelos mais anatômicos e confortáveis, utilizar mobília que favoreça a postura no trabalho e realizar atividade física regular, fortalecendo a musculatura, a postura e o tônus muscular. Caminhar é muito bom, é uma atividade muito saudável – estabelece ele.

Tratamento para o Torcicolo

O médico do CREB diz que é preciso evitar a atividade física durante uma crise de torcicolo. A acupuntura, diz, pode ser uma excelente opção para eliminar as dores. O Dr. Sérgio pontua que o CREB oferece esse serviço, realizado por profissionais gabaritados e especialistas. Em alguns casos, o médico poderá optar pelo uso de um colar cervical, para que o pescoço fique imobilizado. O Dr. Sérgio ressalta que as melhores condutas serão definidas em consultório médico, com um especialista.

Podemos optar por um tratamento medicamentoso, aliado a fisioterapia. O pilates terapêutico também é uma excelente opção. O importante é visitar o médico e definir o melhor tratamento. O torcicolo pode até parecer inofensivo, mas mão é. Na verdade, ele pode ser um verdadeiro sinal de alerta para outras doenças – finaliza ele.


Osteoporose tem tratamento individualizado

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Uma reportagem publicada originalmente em um jornal inglês e reproduzida no New York Times, em maio, produziu uma ampla discussão sobre o tratamento da osteoporose. Segundo o artigo, os bisfosfonatos – drogas usadas no tratamento da doença – teriam um excelente resultado no prazo de três a cinco anos e, a partir daí, não apresentaria mais benefícios para o paciente. A conclusão da reportagem é que apenas pacientes de alto risco deveriam continuar utilizando essas drogas por mais de cinco anos.

Especialista em osteoporose, o Dr. Bernardo Stolnicki, ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – afirma que de fato os bisfosfonatos têm efeito de até cinco anos para pacientes que têm baixo ou médio risco da doença. “Esses pacientes podem ter período de férias desta medicação. Mas pacientes com alto risco devem tomar a medicação, sim, mesmo em um prazo superior a cinco anos. O mais importante a dizer é que a osteoporose deve ser tratada de forma individualizada. Não há uma única receita de bolo para o seu tratamento”, afirma ele.

– Pacientes de alto risco não podem parar nunca o seu tratamento. Não podem ter o que chamamos de “período de férias” da medicação. Mas cabe ao especialista acompanhar e sugerir outros medicamentos. Não existem apenas os bisfosfonatos para tratar a doença. Existem outras drogas e o importante é deixar claro que o tratamento é completamente individualizado. No CREB, adotamos no tratamento protocolos que incluem hidroterapia, acupuntura e um programa de reabilitação física, sempre respeitando as individualizadas e necessidades de cada paciente – afirma o médico.


Enxaqueca acomete 20% das mulheres e de 5 a 10% dos homens

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Os números são contundentes: 20% das mulheres e 5 a 10% da população masculina são acometidos pela enxaqueca, segundo a Sociedade Brasileira de Cefaleia. Já o Ministério da Saúde destaca que ela acomete predominantemente em pessoas com idades entre 2...

Os números são contundentes: 20% das mulheres e 5 a 10% da população masculina são acometidos pela enxaqueca, segundo a Sociedade Brasileira de Cefaleia. Já o Ministério da Saúde destaca que ela acomete predominantemente em pessoas com idades entre 25 e 45 anos, sendo que após os 50 anos essa porcentagem tende a diminuir principalmente em mulheres. A doença também aparece em 3 a 10% das crianças, igualmente meninos e meninas antes da puberdade, mas com predominância nas meninas após essa fase.

“A enxaqueca é um tipo de cefaleia que apresenta uma dor pulsátil em um dos lados da cabeça, e as vezes em ambos os lados. Pode ser acompanhada, geralmente, por fotofobia, fonofobia, náusea e vômito. Pode durar, normalmente, entre quatro e 72 horas, sendo mais curtas em crianças. Muitas vezes, é tratada como uma simples dor de cabeça, o que é um erro. A doença precisa de um tratamento adequado”, explica o Reumatologista Sergio Rosenfeld, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

A acupuntura é uma excelente opção para combater a dor

Segundo ele, é preciso identificar os fatores que deflagram a crise de enxaqueca, para evita-los no dia a dia, como tipos de alimentos, bebidas, jejum falta ou excesso de sono, etc. As crises devem ser tratadas com repouso, hidratação, silêncio e tranquilidade. “O tratamento é medicamentoso, e também passa por uma dieta específica. A acupuntura pode ser uma excelente opção, para combater a dor.



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