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Dor na região dos ombros, estendendo-se pelos braços?

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Experimentando forte dor nos braços, especialmente na área dos ombros? A dor só diminui quando os braços estão em repouso?

Existem diversas condições médicas que podem resultar em dor e limitação de movimentos no ombro, tais como a síndrome do impacto subacromial (bursite), lesões nos tendões, danos cápsulo-ligamentares e artrose, entre outras. Sua questão pode estar relacionada a uma bursite simples.

Recomendamos que busque uma clínica especializada em reumatologia e ortopedia, onde um especialista poderá avaliá-lo, realizar exames de raios-x e ultrassonografia para um diagnóstico preciso de sua condição.

É importante saber que há tratamentos eficazes, e muitas vezes, excelentes resultados são alcançados. Uma boa notícia é que existe uma abordagem chamada Terapia de Ondas de Choque (TOC) disponível atualmente, com resultados positivos em aproximadamente 85% dos casos de tendinite e bursite no ombro, podendo até mesmo evitar a necessidade de cirurgia.


Enurese Noturna: hábito de urinar durante o sono

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Enurese é o termo médico utilizado para definir a emissão involuntária de urina, a maior parte das vezes noturna, e que ocorre com maior frequência nas crianças.

Trata-se de uma condição clínica decorrente da combinação de fatores, caracterizada pelo hábito involuntário de urinar durante o sono, o que acarreta dificuldades na relação social em crianças e adolescentes.

A enurese noturna monossintomática (ENM) pode ser definida como a presença de incontinência urinária durante o sono, na ausência de sintomas diurnos, em crianças com pelo menos 5 anos. “A ENM primária caracteriza-se por episódios de enurese em criança que nunca chegou a controlar a urina de noite ou nunca mais de seis meses seguidos, enquanto a ENM secundária apresenta incontinência urinária após o controle total da bexiga ter sido obtido há, pelo menos, seis meses”, explica a fisioterapeuta Walesca Rocha, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

As estatísticas apontam que a enurese afeta aproximadamente 10% de crianças de 7 anos e cerca de 1 a 2% de adolescentes e adultos jovens, com histórico familiar na maioria dos pacientes e ocupa papel de destaque na pediatria, pela alta frequência, pelo impacto psicossocial e por ser assunto controverso em relação à etiologia e ao tratamento. “Nas crianças com ENM, o exame físico é habitualmente normal.

Porém, o pediatra deverá atentar para certas particularidades que poderão auxiliar no diagnóstico da provável etiologia da enurese noturna”, explica Walesca, acrescentando que a ENM foi considerada resultante de uma tríade patogênica: a falta de secreção de vasopressina durante o sono, instabilidade e/ou redução da capacidade noturna da bexiga e Incapacidade de despertar pela sensação de uma bexiga cheia.

“É reconhecido que mudanças comportamentais, incluindo o Déficit de Atenção, a Hiperatividade e o Transtorno Desafiador Opositivo, podem apresentar-se como enurese noturna. Outras causas associadas à enurese devem ser consideradas, como constipação, apneia do sono, diabete melito ou insípido, hiperatividade e disfunção neurológica, assim como o abuso sexual em criança”, finaliza ela.


Lúpus: tratamento pode oferecer excelentes resultados

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O lúpus é uma doença de longa evolução sistêmica e de causa desconhecida, que acomete principalmente as mulheres, em sua maioria na faixa etária entre os 15 e 35 anos.

Segundo Haim Maleh, fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia, Ortopedia e Fisioterapia, os sintomas variam de paciente para paciente, entre os quais dores articulares, manifestações de pele, principalmente nas áreas expostas ao sol, inflamação da pleura e do pericárdio, anemia, alterações dos glóbulos brancos e plaquetas e doença renal.

Diagnóstico do Lúpus

“O diagnóstico da doença é clínico e laboratorial. É fundamental que a paciente se consulte com um reumatologista experiente, que identifique o lúpus e proponha o melhor tratamento”, explica o Dr. Haim Maleh. O tratamento, adianta ele, pode variar de acordo com o quadro clínico apresentado, sendo indicado, normalmente, anti-inflamatórios e, em alguns casos, corticoides. “O reumatologista prescreverá os remédios, mas faz parte do tratamento uma dieta equilibrada e saudável e a prática de exercícios físicos regulares.

Uma observação importante é que a pessoa com lúpus não deve se expor ao sol. É preciso suar sempre bloqueadores solares. E a mulher com a doença pode engravidar, mas é preciso que o lúpus esteja controlado há pelo menos dois anos e que não haja doença renal”, acrescenta o médico do CREB.

– O lúpus não é contagioso, tem tratamento e ao contrário do que acontecia há duas décadas, o prognóstico é hoje muito favorável. Mas é preciso procurar um reumatologista – finaliza ele.



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