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Técnica utilizada em processos inflamatórios, a mesoterapia está disponível no CREB

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Mesoterapia para processos inflamatórios

Criada pelo médico francês Michel Pistor, a mesoterapia consiste em injetar no tecido subcutâneo – são micro inoculações – misturas de medicamentos, com o objetivo de auxiliar no tratamento das patologias indicadas. Trata-se de uma ótima opção para tratamento complementar de processos inflamatórios e dolorosos que se manifestam nas cervico/lombalgias, tendinites, bursites, artrites, artroses, estiramentos e traumatismos.

“As aplicações são absorvidas e distribuídas pelo organismo do paciente, diluindo-se para órgãos como aparelho gastrointestinal, hepático, cardiovascular e renal. As composições utilizadas geralmente são antiinflamatórios, relaxantes musculares, vasodilatadores, cumarinicos, simpaticoliticos, entre outros, misturados a um analgésico. Representa uma nova via de administração de fármacos em pequenas quantidades na região onde é projetada a dor. É uma técnica habitualmente bem tolerada e desprovida de efeitos secundários relevantes”, explica o Dr. Sergio Rosenfeld, reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

O reumatologista do CREB informa que as aplicações de mesoterapia devem ser feitas com intervalos de sete a dez dias e resultados já aprecem entre a primeira e segunda dose. Ele ressalta que deve ser aplicada ao lado de protocolos que podem incluir acupuntura, hidroterapia e outros. O CREB dispõe dessa técnica, que só pode ser solicitada por médicos.


Como reduzir o risco de queda?

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Assuma um papel ativo na prevenção de quedas para garantir sua própria segurança. Saber se você está em risco é o primeiro passo.

Na medida que envelhecemos, nossos reflexos ficam mais lentos e nossos ossos tornam-se mais frágeis, podendo aumentar a probabilidade de uma queda. 

Quem apresenta um risco maior de sofrer uma queda?

Pessoas com mais de 65 anos, com quatro ou mais desses fatores de risco, aumentam o risco de queda:

  •     Uma história prévia de quedas.
  •     Artrite ou artrose
  •     Depressão.
  •     Tonteira.
  •     Doença crônica, tal como diabetes, obesidade.

  Outros fatores de risco significativos são:

  •     Fraqueza do corpo inferior.
  •     Deficiência de vitamina D.
  •     Uso de alguns medicamentos (como sedativos ou antidepressivos).
  •     Problemas de visão.
  •     Dor no pé ou calçado ruim.
  •     Riscos presentes no ambiente domiciliar, tais como degraus irregulares ou tapetes.

Como reduzir o risco de queda ?

 1– Exercite-se. Incorpore na sua rotina exercícios para fortalecer a musculatura e que também trabalhem o equilíbrio. Dentre as opções, o Pilates permite ganho muscular sem gerar impacto nas articulações.

2- Avalie sua pisada. A Baropodometria é um teste que permite a avaliação da forma de pisar, e a correção individualizada da pisada, através de palmilhas.

3- Avalie a massa óssea, através da densitometria óssea. A  presença osteoporose, doença caracterizada pela perda de massa óssea, torna os ossos frágeis, sendo um fator de risco para fratura, no paciente com risco de queda.

4- Modifique o seu ambiente.  Limpe o seu caminho da desordem, como sapatos, livros e jornais jogados pelo chão. Livre-se de tapetes, ilumine o ambiente. Mantenha os objetos que você costuma usar habitualmente, acessíveis. Adicione barras de apoio no banheiro. Instale corrimãos em escadas.

Assuma um papel ativo na prevenção de quedas para garantir sua própria segurança. Saber se você está em risco é o primeiro passo.


Fisioterapia utiliza eletroterapia contra a dor

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Muito utilizada nos tratamentos fisioterápicos, a eletroterapia consiste na utilização de correntes elétricas terapêuticas como solução de vários problemas de saúde. “Existe uma diversidade de correntes que podem ser utilizadas na eletroterapia, cada...

Muito utilizada nos tratamentos fisioterápicos, a eletroterapia consiste na utilização de correntes elétricas terapêuticas como solução de vários problemas de saúde. “Existe uma diversidade de correntes que podem ser utilizadas na eletroterapia, cada qual com suas particularidades próprias. Mas todas elas tem um objetivo de recuperar a capacidade funcional e morfológica dos tecidos”, explica o fisioterapeuta Cícero Eduardo P. de Barros, do staff de reabilitação do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Cícero explica que há vários tipos de aparelhos de eletroterapias, como por exemplo ultrassom, laser e microondas. O ultrassom é utilizado principalmente contra artrite, artrose, bursite, ciática, contraturas musculares, neurites, osteítes, reumatismos, torcicolos, lombalgias, edemas, hematomas e fibroses e aderências. “Em nossos protocolos no CREB para pacientes com essas queixas, lançamos mão também da hidroterapia, acupuntura analgésica, RPG e o pilates, o que traz grande benefício para esses pacientes. Com a integração diagnóstica médica e fisioterapêutica, costumamos obter melhor resultado”, diz.



Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:

  • BARRA DA TIJUCA:   Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
  • BOTAFOGO:   Rua Voluntários da Pátria, 408
  • COPACABANA:   Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
  • LEBLON:   Av. Ataulfo de Paiva, 355
  • MÉIER:   Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier

Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:

  • SANTO AMARO:   Av. Santo Amaro, 5702
  • INTERLAGOS:   Av. Interlagos, 2255 - âncora SS03 - Shopping Interlagos
  • TATUAPÉ:   Rua Apucarana, 1619