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Tendinite provoca dor, vermelhidão e edema. E pode tirar Cristiano Ronaldo da Copa

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Dor, vermelhidão, edema e até perda funcional parcial do tendão ou tendões envolvidos do joelho, como no caso do jogador português Cristiano Ronaldo, podendo ser, também, em outras articulações, são as consequências de uma tendinite, inflamação no tendão, uma das maiores queixas dos pacientes que se dirigem aos consultórios dos ortopedistas. O fundamental é procurar um especialista, que irá avaliar o grau da lesão e propor o melhor tratamento, medicamentoso e que inclui protocolos que envolvem fisioterapia, eletroterapia, acupuntura, hidroterapia e Terapia por Ondas de Choque (TOC).

“Nossos músculos têm a função de promover o movimento. Em suas extremidades, existe uma transição entre o tecido muscular e o tecido fibroso, que se adere à parte óssea. Tendão é o nome desse tecido altamente resistente e fibroso. Mas nós exercitamos os nossos tendões o dia inteiro, seja caminhando ou praticando atividade física. Um movimento abrupto ou excessivo pode provocar uma inflamação. Quando isso acontece, o ideal é interromper qualquer exercício e mesmo uma caminhada. As vezes, a dor inicial não é tão intensa e a pessoa resolve continuar sua caminhada. E um especialista deve ser consultado”, explica o Dr. Antônio D’Almeida, fisiatra do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Segundo ele, é preciso evitar que uma simples lesão se transforme em um caso mais complicado, muitas vezes incapacitando para muitas atividades. “Em alguns casos, contamos, aqui no CREB, com a TOC – Terapia de Ondas de Choque -, que segundo estatísticas internacionais resolve 80% dos casos que o tratamento tradicional não dá conta. A Terapia de Ondas de Choque na realidade não é com choques, e sim com ondas acústicas.É uma terapia não invasiva e geralmente indolor, de fácil realização, aplicada em consultório, que em poucas sessões oferece resultados satisfatórios”, acrescenta o Dr. Antônio.


Espondilite anquilosante acomete principalmente a coluna vertebral

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A espondilite anquilosante é uma artropatia inflamatória crônica, autoimune, que acomete principalmente a coluna vertebral, a bacia e os quadris. Segundo o Professor de Reumatologia da UFRJ e reumatologista e fisiatra do CREB – Centro de Reumatologia...

A espondilite anquilosante é uma artropatia inflamatória crônica, autoimune, que acomete principalmente a coluna vertebral, a bacia e os quadris. Segundo o Professor de Reumatologia da UFRJ e reumatologista e fisiatra do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, Haim Maleh, também pode atingir o intestino, os rins, os ossos e os olhos e se caracteriza por dor constantes, por mais de três meses, com rigidez nos locais doloridos.

Um artigo publicado no Annals of the Rheumatic Diseases recomenda que o paciente seja precocemente encaminhado ao médico especialista diante da suspeita de espondilite aquilosante, porque existe um gap considerável, de em torno de cinco a oito anos, do início do sintoma até o diagnóstico da doença. “Dor crônica na coluna é o principal sintoma da espondilite anquilosante. Mas muitas vezes o paciente acha que é uma dor passageira, e opta pela automedicação. É fundamental que um especialista seja consultado, porque quando mais cedo se diagnóstica a doença, mais rapidamente poderemos curá-la”, avisa o Dr. Haim.

A espondilite anquilosante atinge dois a três homens, para cada mulher. A Sociedade Internacional de Espondiloartrites (ASAS) criou critérios para auxiliar o médico no diagnóstico da doença. O paciente deve ser encaminhado ao médico imediatamente se a dor crônica nas costas durar mais de três meses e se apresentar dor inflamatória (principalmente pela manhã), presença do HLA-B27, Sacroileíte detectada em exames de imagem (RX ou ressonância), manifestações extra articulares ( psoríase, doença inflamatória intestinal ou uveíte), manifestações periféricas (artrite, entesite ou dactilite), história familiar de espondiloartrites, boa resposta aos antiinflamatórios e, finalmente, exames de inflamação alterados.

“A prática de exercício físico é o melhor a fazer. A espondilite anquilosante aparece principalmente por volta dos 25 anos de idade, mas apesar de pouco comum também pode acometer jovens antes dos 16 anos e pessoas com mais de 45 anos. As mulheres geralmente apresentam um quadro clínico mais leve. É preciso estar atento a alguns detalhes. O colchão utilizado, por exemplo, deve ser firme, sem depressões. Uma tábua pode ser usada entre o colchão e o estrado da cama. Atividade física regular também é muito importante. Ao menor sinal de dores, um especialista deve ser consultado, para que o diagnóstico seja determinado e o tratamento iniciado”, finaliza o médico.


Reabilitação Neurológica: O que é? Quando iniciar, quanto tempo dura o tratamento?

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Um programa de reabilitação neurológica é muito mais do que um simples tratamento. Trata-se de um programa totalmente individualizado, focado em ações com o objetivo de recuperar uma importante função do paciente, como a marcha, o movimento de um membro ou mesmo a fala. O próprio nome diz tudo: reabilitar é tornar hábil de novo.

“Não buscamos reduzir ou eliminar os sintomas, apenas, mas recuperar a funcionalidade perdida. Todos os profissionais de um programa de reabilitação neurológica estão envolvidos e focados para devolver ao paciente a autonomia, o bem-estar físico, emocional e social e ajudá-lo a readquirir uma ou mais habilidades perdidas”, resume o neurologista Bruno Mattos Coutinho, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

De acordo com o médico do CREB, inúmeros problemas de saúde podem deixar sequelas no sistema nervoso, podendo ser originados por traumatismo crânio-encefálico, tumores, lesões medulares, convulsões, paralisia cerebral, entre outros ou ser consequência de alterações do sistema circulatório, a partir de um acidente vascular cerebral ou um acidente isquêmico transitório. “Infecções, como uma encefalite ou uma meningite, também podem trazer sequelas ao sistema nervoso central”, acrescenta o Dr. Bruno.

Equipe multidisciplinar e tratamento individualizado

O neurologista do CREB explica que a reabilitação neurológica deve envolver profissionais de diversas áreas, como um neurologista, um ortopedista, fisioterapeutas, psicólogos e nutricionistas, entre outros, e ser absolutamente individualizada. “O primeiro passo é identificar todos os comprometimentos neurológicos do paciente para traçar um plano de intervenção nas mais diferentes áreas, como fisioterapia, terapia da fala, terapia ocupacional, neuropsicologia, preparação física e nutrição. A família do paciente também deve ser envolvida”, afirma o Dr. Bruno.

Os objetivos e metas da reabilitação neurológica serão definidos no plano de intervenção, sem uma data definida para finalização. É o próprio processo que ditará o ritmo da reabilitação. Entre outros objetivos e atividades, estão:

- Autonomia nas atividades de vida diária (comer, vestir, higiene pessoal, escrita, atividades domésticas, entre outros);

- Melhorar a comunicação, a linguagem e a fala;

- Controle de perturbações do comportamento

- Controle de esfíncteres;

- Atividades de melhoria da mobilidade, equilíbrio e controlo muscular;

- Treino de marcha;

- Treino cognitivo;

- Controle da dor;

- Acompanhamento nutricional;

- Aconselhamento e envolvimento familiar;

- Aconselhamento e treino de utilização de ajudas técnicas.

CREB dispõe de serviço de reabilitação neurológica

O CREB dispõe de um abrangente serviço de reabilitação neurológica, com hidroterapia em piscinas aquecidas e cinesioterapia nos seus vários métodos, entre outras medidas de reabilitação física. Além disso, oferece tratamento para a espasticidade e distonias, com aplicação da toxina botulínica Tipo A, que apresenta excelentes resultados clínicos. “Atualmente, o uso de Toxina Botulínica Tipo A é considerado tratamento “padrão ouro” em distonias e de espasticidade. A Toxina Botulínica Tipo A vem sendo usada há 20 anos no tratamento de condições neurológicas, especificamente nas doenças caracterizadas por distonias e espasticidade. O tratamento é feito através de injeções musculares realizadas pelo médico”, explica o Dr. Bruno.

Segundo ele, além de avanços na terapêutica com a Toxina Botulínica Tipo A, também houve grande desenvolvimento de técnicas de reabilitação neurológica, que proporcionam uma vida ativa e produtiva a pacientes que, em outros tempos, seriam permanentemente considerados incapazes. “Pacientes com espasticidade e distonias têm necessariamente que estar num programa de reabilitação física/multiprofissional. Entre os resultados do tratamento está a melhora das atividades funcionais do paciente, como a marcha, a movimentação voluntária e retorno ao trabalho e a diminuição da dor. Outros benefícios são a prevenção de contraturas, a diminuição da frequência e gravidade dos espasmos dolorosos e até o retardo na indicação de procedimentos cirúrgicos, ou mesmo a sua suspensão”, garante, finalizando que o tratamento deve começar de forma imediata e sem prazo determinado para terminar.



Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:

  • BARRA DA TIJUCA:   Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
  • BOTAFOGO:   Rua Voluntários da Pátria, 408
  • COPACABANA:   Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
  • LEBLON:   Av. Ataulfo de Paiva, 355
  • MÉIER:   Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier

Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:

  • SANTO AMARO:   Av. Santo Amaro, 5702
  • INTERLAGOS:   Av. Interlagos, 2255 - âncora SS03 - Shopping Interlagos
  • TATUAPÉ:   Rua Apucarana, 1619