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Outras aplicações de Toxina Botulínica Tipo A

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A aplicação da Toxina Botulínica Tipo A, aliada a um programa de reabilitação física, é considerada “padrão ouro” no tratamento de distonias – movimentos involuntários  que levam a posturas anormais de segmentos do corpo – e  da espasticidade – rigidez do músculo que limita o movimento articular e provoca dor. Segundo o Dr. Flávio Henrique Costa, médico do setor de reabilitação neurológica do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – há várias outras indicações onde esse tratamento traz excelentes resultados. “É o caso, por exemplo, de alguns distúrbios dos movimentos ligados a doença de Parkinson”, afirma ele.

Segundo o médico do CREB, a aplicação da Toxina Botulínica Tipo A pode ser indicada, por exemplo, para quadros de Blefaroespasmo, Distonia Oromandibular, Torcicolo Espasmódico, Hemidistonia e Distonia Generalizada. “Utilizamos esse tratamento também para tics motores intratáveis clinicamente, como o piscar excessivo. Outras aplicações com resultados muito satisfatórios são indicadas para a hiperhidrose palmar (suor excessivo das mãos) e a sialorréia na doença de Parkison (excesso de salivação), além de bexiga neurogênica e espasmo-hemifacial (movimento involuntário de metade da face)”, enumera.

Além dos serviços de diagnóstico, tratamento e reabilitação física em reumatologia, ortopedia e fisiatria, que o tornam um centro de referência, o CREB  agora dispõe de um abrangente serviço de reabilitação neurológica, com  hidroterapia em piscinas aquecidas, cinesioterapia nos seus vários métodos e acupuntura, entre outras medidas de reabilitação física. Além disso, o CREB oferece aplicação da Toxina Botulínica Tipo A, com médicos especialistas.


Fibromialgia: Senado quer classificar como doença crônica

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A Comissão de Assuntos Sociais do Senado se reuniu no dia 17 de agosto e defendeu a classificação da fibromialgia como uma doença crônica. Os membros da comissão relataram que a doença ainda não é aceita por muitos médicos e de difícil diagnóstico, e...

A Comissão de Assuntos Sociais do Senado se reuniu no dia 17 de agosto e defendeu a classificação da fibromialgia como uma doença crônica. Os membros da comissão relataram que a doença ainda não é aceita por muitos médicos e de difícil diagnóstico, e muitos pacientes sofrem preconceitos, já que a principal característica da fibromialgia são dores por todo o corpo, mas cujas causas são aparecem em exames.

A Comissão recebeu, na audiência, representantes do Ministério da Saúde, da Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor, da Associação Brasileira de Fibromiálgicos (Abrafibro) e de médicos. Segundo o coordenador de Atenção às Pessoas com Doenças Crônicas do Ministério da Saúde, Sandro José Martins, presente ao encontro, a diretriz clínica para o controle do paciente com dor crônica apresenta a orientação para o paciente com fibromialgia, destacando a importância de tratamentos não farmacológicos, como acupuntura, exercícios físicos, terapia, entre outros. A senadora Ana Amélia, membra da comissão, informou que pretende propor um projeto para que a doença seja classificada como crônica.

A fibromialgia se caracteriza por dores por todo o corpo, cujas causas são aparecem em exames

A fibromialgia é uma das doenças reumatológicas que mais levam o paciente ao consultório do médico. De 3 a 5% da população pode apresentar esse quadro clínico, sendo que de 80 a 90% são mulheres, entre 30 e 60 anos. “A fibromialgia ainda é uma doença pouco conhecida. Pela dificuldade em se estabelecer um diagnóstico seguro devido à falta de objetividade dos exames radiológicos e laboratoriais, é muito importante que o paciente procure um reumatologista experiente com essa doença. Ele irá se basear em aspectos clínicos, na avaliação da história familiar e no exame físico do paciente”, explica o médico reumatologista e fisiatra do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, Antonio D’Almeida.

Segundo o médico do CREB, os principais sintomas da doença são dores por todo o corpo, nas articulações, nos músculos, na coluna vertebral, e nos tendões, além de dor de cabeça, sensibilidade ao frio, formigamento nos pés e ou nas mãos, tonteiras, desânimo, fadiga, dificuldades para dormir, sono não reparador e, por fim, desmotivação e tristeza. “A fibromialgia é uma doença de longa evolução, mas o tratamento individualizado pode controlar as dores e demais sintomas. Utilizamos medicamentos específicos e protocolos, que podem incluir hidroterapia, pilates, acupuntura e fisioterapia. É possível devolver a qualidade de vida perdida. O tratamento deve ser acompanhado por uma equipe interdisciplinar, com reumatologista, fisiatra e fisioterapeuta, para o devido acompanhamento do paciente”, explica o médico do CREB.

 

Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

O que fazer quando a coluna trava?

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Problemas de coluna, praticamente todo mundo já teve, tem ou terá. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 85% da população mundial ao menos uma vez já teve ou terá algum episódio de dor na coluna vertebral. Mas o que fazer quando a coluna simp...

Problemas de coluna, praticamente todo mundo já teve, tem ou terá. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 85% da população mundial ao menos uma vez já teve ou terá algum episódio de dor na coluna vertebral. Mas o que fazer quando a coluna simplesmente trava?

Um especialista deve ser consultado imediatamente

 

“Quando a coluna trava, como se diz popularmente, é sinal de que algo está errado. É um aviso. Um especialista deve ser consultado imediatamente. Muitas vezes, as pessoas buscam a automedicação e acham que o problema está resolvido. Trata-se de um grande erro”, explica o fisiatra Antonio D’Almeida, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

O Dr. Antonio diz que a primeira dica é manter a calma. Em geral, diz ele, é possível tratar do problema com medicação e fisioterapia, sendo indicado, muitas vezes, acupuntura e protocolos que incluem hidroterapia e RPG, além de pilates terapêutico. Ele acrescenta que o paciente deve se movimentar com responsabilidade, evitando excessos mas também não ficando deitado por dias.

“Em geral, após um episódio agudo, o próprio corpo reage e a dor e inflamação começam a diminuir naturalmente. Isso pode levar dias ou até semanas, por isso é muito importante iniciar logo um tratamento adequado. Somente o especialista poderá dar o diagnóstico e propor o tratamento correto. Volto a dizer que a automedicação é uma dos maiores inimigas da nossa saúde. Procure um especialista tão logo sinta as dores”, afirma ele.



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