Escoliose pode afetar até mesmo a capacidade de respiração
Escoliose pode afetar até mesmo a capacidade de respiração
Você sabe o que é escoliose? É uma doença da coluna que provoca dores e muitas vezes aparece já na adolescência. Segundo o ortopedista Marcio Taubman, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, a escoliose apresenta uma curvatura no alinhamento da coluna e sua progressão pode trazer dor por desgaste dos discos intervertebrais ou pela compressão de raízes nervosas.
A escoliose tem tratamento, com excelentes resultados
“Quanto mais cedo tratar, melhor para o paciente. Ao menor sinal de dor, deve consultar um especialista. A escoliose tem tratamento, com excelentes resultados. Utilizamos protocolos que incluem fisioterapia, RPG e hidroterapia, além de acupuntura, que alivia a dor”, diz o Dr. Márcio, lembrando que o CREB tem um centro focado no tratamento de doenças da coluna.
Segundo ele, a escoliose pode acometer crianças saudáveis e as meninas são acometidas de 5 a 8 vezes mais do que os meninos. “A curvatura característica da escoliose pode até não incomodar o paciente, mas pode progredir e em alguns casos atrapalhar até mesmo a capacidade de respiração devido a deformidade do tórax e diminuição do espaço para os pulmões”, afirma.
Você sabe o que é Poliartrite? Reumatologista do CREB explica
Você sabe o que é Poliartrite? Reumatologista do CREB explica
Você sabe o que é poliartrite? Como o próprio nome sugere, trata-se de uma artrite que acomete cinco ou mais diferentes articulações do paciente. A doença pode ser uma consequência de uma doença autoimune (como lúpus, artrite reumatoide ou febre reumática, entre outras) ou, ainda, por meio de vírus ou bactérias. Ombros, cotovelos, mãos, quadris e joelhos são as regiões mais afetadas, segundo o reumatologista e fisiatra Eduardo Sadigurschi, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.
A doença pode provocar dor, inchaço e calor
De acordo com o médico do CREB, a doença pode provocar no paciente acometido muita dor, quadro de inchaço, calor, rubor e até mesmo limitação ou incapacidade de movimento nas regiões atingidas:
- Quanto mais cedo tratarmos, melhor. O tratamento é totalmente individualizado, e depende de uma série de fatores. O paciente costuma sentir muita dor, em diferentes locais do corpo, e sua qualidade de vida pode ser bem comprometida – diz o Dr. Eduardo.
O reumatologista e fisiatra explica que o tratamento prevê o uso de medicamentos específicos e fisioterapia. E que no CREB são utilizados com muito sucesso protocolos que incluem acupuntura, hidroterapia e RPG. “Temos duas piscinas específicas e apropriadas para a prática de hidroterapia. A poliartrite tem cura e o tratamento devolve ao paciente a qualidade de vida perdida. Quanto mais cedo começarmos o tratamento, repito, melhor é”, finaliza ele.
Síndrome de dor miofascial: fisiatra do CREB explica o que é e como tratar
Síndrome de dor miofascial: fisiatra do CREB explica o que é e como tratar
Você sabe o que é síndrome de dor miofascial? Trata-se de uma doença extremamente comum no consultório de reumatologistas e fisiatras, caracterizada pela presença de dor relacionada à inflamação do músculo e da fáscia, tecido conectivo que cobre os músculos. “Esta síndrome faz parte da apresentação clínica dos quadros de Fibromialgia, dos desvios posturais da coluna vertebral e dos movimentos articulares e repetitivos. Resulta em dor crônica e contratura muscular, e a dor muscular se manifesta quando um ponto específico do corpo é pressionado. Este ponto específico é chamado de ponto gatilho, ou seja, um pequeno nódulo palpável nos músculos”, explica o fisiatra Antônio D’Almeida Neto, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.
Existem várias formas de tratamento para essa condição e mudanças no estilo de vida podem ser eficazes para proporcionar alívio. O primeiro passo, garante o Dr. Antônio, é a avaliação de um especialista para que se descarte a causa subjacente. “O reumatologista e o fisiatra são os profissionais indicados para pesquisar as possíveis causas e definir o tratamento correto, que consiste na combinação de medicamentos e técnicas fisioterápicas. Dentre os medicamentos, analgésicos, relaxantes musculares e antidepressivos podem auxiliar no controle dos sintomas”, diz ele.
“Dentre as opções de tratamento fisioterápico, uma técnica que ajuda no manejo da síndrome miofascial é o RPG, disponível no CREB. Este tratamento consiste em técnicas de alongamento da musculatura de sustentação da coluna vertebral, resultando no relaxamento muscular. A acupuntura, que também oferecemos aos nossos pacientes, é outro método útil para alívio dos sintomas”, enumera o fisiatra.
Além de tratamento especializado, o Dr. Antônio sugere mudanças no estilo de vida, que se mostram fundamentais para o controle dos sintomas. “Realize atividade física, pois o exercício tem o benefício adicional de aumentar endorfinas e encefalinas, hormônios que ajudam na analgesia e no relaxamento muscular. A natação é uma ótima opção de exercício para pessoas com dor miofascial. Não tem impacto e trabalha todos os grupos musculares. Controle a obesidade, pois o aumento de peso sobrecarrega as articulações, contribuindo para a dor articular. Mantenha a calma e controle o estresse. O estresse causa dores musculares e fadiga, que podem afetar negativamente o exercício e o sono”, finaliza ele.
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