Reumatologista do CREB explica como reduzir risco de queda
Reumatologista do CREB explica como reduzir risco de queda
Como reduzir o risco de queda? Essa é uma pergunta que toda a pessoa da terceira idade e seus familiares fazem quando vão a um consultório médico. Trata-se de uma pergunta extremamente oportuna, porque os índices de fratura do fêmur na terceira idade são enormes e preocupantes.
“À medida que envelhecemos, nossos reflexos tornam-se mais lentos e nossos ossos se tornam mais frágeis, podendo aumentar a probabilidade de uma queda”, explica a Dra. Isis Dutra Marques, reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo. Ela pontua que apresentam um maior risco de sofrer quedas pessoas com mais de 65 anos, que tenha quatro ou mais dos seguintes fatores de risco: uma história prévia de quedas, artrite ou artrose, depressão, tonteira, doença crônica, como diabetes, e obesidade. “Há outros fatores de risco significativos: fraqueza do corpo inferior, deficiência de vitamina D, uso de alguns medicamentos (como sedativos ou antidepressivos), problemas de visão e dor no pé ou calçado ruim. É muito importante estar atento aos riscos presentes no ambiente domiciliar, tais como degraus irregulares ou tapetes espalhados pela casa”, acrescenta a médica do CREB.
Mas como essas pessoas podem reduzir o risco de queda? “É preciso assumir um papel ativo na prevenção de quedas para garantir sua própria segurança. Saber se você está em risco é o primeiro passo a ser dado”, garante ela. A Dra. Isis dá quatro dicas preciosas.
1-Exercite-se. Incorpore na sua rotina exercícios para fortalecer a musculatura e que também trabalhem o equilíbrio. Dentre as opções, o pilates permite o ganho muscular sem gerar impacto nas articulações.
2-Avalie sua pisada. A baropodometria é um teste que permite a avaliação da forma de pisar, e a correção individualizada da pisada, através de palmilhas. O CREB dispõe desse exame.
3- Avalie a massa óssea, através da densitometria óssea. A presença osteoporose, doença caracterizada pela perda de massa óssea, torna os ossos frágeis, sendo um fator de risco para fratura, no paciente com risco de queda. Também é possível realizar esse exame na clínica.
4- Modifique o seu ambiente. Limpe o seu caminho da desordem, como sapatos, livros e jornais jogados pelo chão. Livre-se de tapetes, ilumine o ambiente. Mantenha as coisas que você costuma usar facilmente acessíveis. Adicione barras de apoio no banheiro. Instale corrimãos em escadas.
Túnel de carpo comprime nervo mediano do punho
Túnel de carpo comprime nervo mediano do punho
A Síndrome de Túnel de Carpo é a compressão do nervo mediano do punho. A doença pode provocar dor intensa na mão e no punho, perda da força e dormência no local. Segundo a ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – Dra. Renata Rosenfeld, ao menor sinal destes sintomas é preciso procurar um especialista. Quanto mais cedo, mais chances de sucesso tem o tratamento, aponta ela.
- Um especialista saberá distinguir e dar o diagnóstico correto. E temos um exame, a eletroneuromiografia, que elimina qualquer dúvida. É muito importante iniciar logo o tratamento, que deverá ser adaptado caso-a-caso, podendo ser utilizado medicamentos, fisioterapia analgésica, cinesioterapia e acupuntura. Quando tratamos a síndrome de túnel de carpo logo no início, há boas chances de recuperação sem a necessidade de cirurgia – afirma a médica do CREB.
Segundo ela, muitas vezes esses sintomas se confundem com sintomas de problemas na coluna cervical, por isso um especialista deve ser procurado. A boa notícia é que há tratamento, e no CREB utiliza-se protocolos que incluem acupuntura, crochetagem e outros.
Caminhar regularmente combate dores e está ao alcance de quase todo mundo
Praticar exercícios regularmente é fundamental para a nossa saúde e condição básica para alcançarmos uma boa qualidade de vida. Se exercitar traz inúmeros benefícios, entre os quais combate a dores musculares e nos ossos e reforço da coluna. Mas qual exercício é indicado para você? A verdade é que é preciso ter prazer com a atividade realizada, seja ela futebol, natação, academia de ginástica ou luta marcial.
Para quem não gosta de esportes em geral, a melhor opção é a caminhada. Trata-se de uma atividade física de baixo impacto, que pode ser adotada por quase todo mundo, inclusive pessoas da terceira idade.
Existem mais de 300 doenças que atacam os ossos e os músculos, como a fibromialgia, a osteoporose, a lombalgia, a artrose e tantas outras. Caminhar é uma atividade simples, que todos têm acesso, independente de investimentos, como mensalidades, e oferece condicionamento físico. Nas primeiras sessões, a intensidade das dores já diminui.
O médico do CREB recomenda que antes de iniciar a atividade física, a pessoa procure um médico para uma avaliação clínica.
A caminhada é excelente. É um exercício aeróbico que pode ser realizado com intensidade moderada no início, para aqueles que estão fora de forma. Com o tempo, os exercícios podem ser intensificados. Quanto mais se pratica, mais se avança. A caminhada aumenta os níveis plasmáticos de endorfinas. Assim, a percepção da dor diminui. Já o alongamento e o relaxamento da musculatura aliviam a tensão no local e a dor desaparece. Isso sem falar que se movimentar ajuda a fortalecer os músculos para que trabalhem melhor na sustentação dos ossos. E os movimentos, por sua vez, melhoraram o funcionamento das articulações e aumentam a lubrificação nas cartilagens, aliviando dores nos ossos.
Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:
- BARRA DA TIJUCA: Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
- BOTAFOGO: Rua Voluntários da Pátria, 408
- COPACABANA: Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
- LEBLON: Av. Ataulfo de Paiva, 355
- MÉIER: Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier
Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:
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- INTERLAGOS: Av. Interlagos, 2255 - âncora SS03 - Shopping Interlagos
- TATUAPÉ: Rua Apucarana, 1619