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CREB Prevrefrat tem a chancela da ANS

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Programas de Prevenção a Refraturas são as mais eficazes ferramentas contra a refratura, um problema social muito sério. O CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – oferece aos seus pacientes com osteoporose o CREB Prevcrefrat – Programa d...

Programas de Prevenção a Refraturas são as mais eficazes ferramentas contra a refratura, um problema social muito sério. O CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – oferece aos seus pacientes com osteoporose o CREB Prevcrefrat – Programa de Prevenção a Refraturas da clínica.

  • O CREB Prevrefrat tem chancela da Agência Nacional da Saúde – ANS. O objetivo é reduzir a refratura, tratando quem já teve uma fatura prévia. Uma fratura que ocorre por um pequeno trauma é o indicador mais forte de risco de futura fratura. Se isso ocorreu, é porque o osso está frágil. A causa mais frequente de fragilidade óssea é uma doença chamada osteoporose. Um paciente com fratura por baixo trauma têm quase quatro vezes maior risco para fraturas futuras. Pacientes com uma fratura vertebral terá novas fraturas vertebrais em até três anos. De todas as fraturas, a mais devastadora é a do quadril, por apresentar taxa de mortalidade elevada nos primeiros 12 meses após a fratura. O custo social e econômico das fraturas é bastante elevado – explica o ortopedista Bernardo Stolnicki, ortopedista do CREB e coordenador do CREB Prevrefrat.

Ele explica que o programa busca diagnosticar a causa da fratura por fragilidade estabelecendo diretrizes e parâmetros de tratamento, acompanhamento e monitoração dos resultados, num ambiente multidisciplinar:

  • A osteoporose atinge tanto homens quanto mulheres principalmente depois dos 50 anos. A doença apresenta o aumento da fragilidade óssea e, assim, o paciente está mais exposto a fraturas. As estatísticas contabilizam que, no mundo inteiro, uma fratura osteoporótica ocorre a cada três segundos. Uma em cada três mulheres com mais de 50 anos terão fraturas osteoporóticas, assim como um em cada cinco homens. Uma fratura que ocorre por um pequeno trauma é o indicador mais forte de risco de futura fratura. Se isso ocorreu, é porque o osso está frágil. Temos que olhar para isso com toda a atenção – diz ele.

A densitometria óssea detecta osteoporose precocemente

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Caracterizada pela diminuição da massa óssea, com consequente enfraquecimento e fragilidade do osso e maior possibilidade de fraturas, mesmo após pequenas quedas e traumas, a osteoporose tem números alarmantes.

No Brasil, mais de 10 milhões de pessoas têm a doença e, no mundo, esse número chega a 200 milhões. E mais: de acordo com as estatísticas, uma em cada quatro mulheres, após a menopausa, têm osteoporose e uma a cada cinco mulheres que já tiveram fratura sofrerão outra fatura, em menos de um ano.

O raio-x só detecta a osteoporose quando já há perda de 30% da massa óssea

Os principais fatores de risco da doença são:

• ser mulher;

• ter pele e/ou olhos claros;

• ser baixa e/ou magra;

• quem não toma leite ou ingere pouco alimento com cálcio;

• quem não faz exercício físico;

• quem toma pouco Sol;

• quem tem parente com a doença;

• quem sofre de asma (bronquite), artrite ou alergia;

• fumantes;

• quem bebe muito café e bebida alcoólica;

• quem tem menopausa precoce por cirurgia ou não;

• quem usa antiácidos, anticonvulsivantes, certos diuréticos, heparina e/ou corticoides;

• e quem tem problema de tireoide.

Mas há uma boa notícia: a osteoporose pode ser prevenida e tratada com excelentes resultados. “Podemos diagnosticar a doença, com precisão e precocemente, por meio de um exame de fácil realização, indolor e de alta precisão chamado densitometria óssea.”, explica a ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, Dra. Letícia Junqueira.

 

"Enquanto o raio-x somente detecta a osteoporose quando já há perda de 30% da massa óssea, com esse exame podemos detectá-la quando há perda de menos de 1%. E detectada precocemente, podemos tratá-la com êxito”, finaliza a ortopedista do CREB.


Fascite Plantar: TOC é uma excelente opção

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Fascite Plantar é uma doença caracterizada pela inflamação da membrana de tecido conjuntivo que recobre a parte inferior do pé

Doença caracterizada pela inflamação da membrana de tecido conjuntivo que recobre a parte inferior do pé, se estendendo do osso calcâneo aos dedos, a fascite plantar lesão é provocado por repetidas trações na fáscia plantar. “Os fatores mais conhecidos como influenciadores para o aparecimento da lesão são: erros de exercícios físico, calçados sem amortecimentos para o calcanhar e em mal estado, alterações morfológicas do pé, diminuição da força de flexão plantar e entre outras atividades de esforço repetitivo ao calcâneo”, explica Handerson Meurer, Coordenador de Fisioterapia do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia.

Uma das mais eficientes e recentes técnicas é a Terapia por Ondas de Choque (TOC)

Handerson explica que em alguns casos mais duradouros, se instalando uma lesão crônica, as forças de tensão da fáscia e dos músculos que se inserem no tendão do calcâneo, estimulam a formação de espículas ósseas, que são conhecidas popularmente como esporão de calcâneo. Segundo o ortopedista e fisiatra Alfredo Clapp, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia, o tratamento fisioterapêutico tem uma abordagem preferencialmente de restauração da função mecânica da fáscia plantar e analgesia.

“Algumas técnicas utilizadas agem a favor desses objetivos, como o aparelho de ultrassom, um recurso eletro-termoterapêutico que ajuda no quadro inflamatório através da emissão de ondas que aceleram o metabolismo celular melhorando o aporte sanguíneo e nutrição do local afetado, proporcionando redução do nível de inflamação e consequentemente gerando resultado analgésico, a manipulação através da técnica de crochetagem também é uma forma de tratamento onde se utiliza um gancho para quebra de aderências existentes na fáscia extinguindo postos de fibroses”, diz ele.

O Dr. Alfredo acrescenta que uma das mais eficientes e recentes técnicas dentro do âmbito traumato ortopédico é a Terapia por Ondas de Choque (TOC), que é resultado de um fenômeno que cria uma intensa troca de pressão entre os meios, com efeitos biológicos de aumento da proliferação dos vasos sanguíneos, estimulo nos fatores de crescimentos angiogênicos que estão relacionados com proliferação celular, diminuição da substância P, presente na inflamação e consequentemente regeneração tecidual.

“A TOC é feita em consultório médico, é quase indolor, não invasiva e geralmente três sessões são suficientes para resolver o problema”, garante ele. O CREB dispõe dessa tecnologia, aplicada apenas por médicos treinados para tal.



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