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Psoríase está associada a dor na coluna lombar

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Sintomas mais comuns da Psoríase

É muito comum que pacientes acometidos pela psoríase apresentem lesões avermelhadas e descamativas, que aparecem em especial nos joelhos, nos cotovelos, nas nádegas e no couro cabeludo. Mas também é comum que sintam dor, edema e rigidez muscular na coluna, principalmente dor lombar, e isso pode indicar um quadro de artrite psoriásica.

“A psoríase é uma doença inflamatória de pele, mas muitas vezes o paciente desenvolve uma artrite psoriásica. Em geral, primeiro o paciente é acometido pela psoríase e, depois, pela artrite psoriásica, mas isso não é absoluto porque muitas vezes pacientes desenvolvem a artrite antes mesmo das lesões na pele”, explica o Dr. Marcus Vinícius de Jesus, reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia.

Psoríase associada a artrite psoriásica

O Dr. Marcus Vinícius pontua que as estatísticas não são exatas, mas apontam que cerca de 40% dos pacientes acometidos pela psoríase desenvolvem sintomas da artrite psoriásica. “Em 85% dos casos, as pessoas com artrite psoriásica manifestam lesões na pele antes dos problemas nas articulações das mãos e pés, típicos de uma artrite”, aponta ele.

O reumatologista do CREB acrescenta que a psoríase no couro cabeludo e nas regiões das nádegas e do umbigo provocam um maior risco de desenvolvimento da artrite psoriásica. “A artrite psoriásica pode provocar dor, edema e rigidez articular, afetando as articulações das mãos e dos pés, além da bacia e da coluna lombar. A dor lombar é muito característica da doença e pode acompanhar a inflamação articular das mãos e punhos ”, revela ele.

Tratando a artrite psoriásica

Ao menor sinal de dor, edema e rigidez articular nas regiões das mãos, pés, bacia e coluna lombar o paciente deve procurar imediatamente um especialista, alerta o Dr. Marcus Vinícius. “A artrite psoriásica pode evoluir para deformidades irreversíveis. Por isso quanto antes iniciarmos o tratamento, melhor”, pontua o médico do CREB.

O reumatologista explica que o tratamento é individualizado porque leva-se em conta as estruturas acometidas. Além de medicamentos específicos, a fisioterapia é muito importante para devolver ao paciente a qualidade de vida perdida. “O diagnóstico é feito por meio de histórico clínico, observação das lesões e podemos solicitar exame de ultrassonografia articular para confirmar a artrite psoriásica. É importante deixar claro que a doença não tem cura, mas podemos, sim, devolver ao paciente a qualidade de vida perdida”, garante.


Dor e sensação de formigamento e dormência nas costas pode sugerir radiculopatia lombar

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Se você sente dor, formigamento e sensação de dormência nas costas, na região cervical ou especialmente na região lombar, é possível que você esteja sofrendo de radiculopatia.

Trata-se de uma lesão ou comprometimento de um ou mais nervos que passam pela coluna vertebral, conhecidos como ciáticos.

“Em geral, a radiculopatia é provocada pela compressão da raiz nervosa por conta de uma hérnia de disco ou artrose na coluna. Mas também pode ser causada por trauma na coluna ou mesmo por uma infiltração por um tumor”, explica o Dr. Márcio Taubman, ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia.

As causas da radiculopatia

A radiculopatia também pode provocar sensação de choque, fraqueza nos membros, diminuição dos reflexos e atrofia dos músculos. “Os sintomas se localizam na coluna, é verdade, mas costumam irradiar para localidades inervadas pelo nervo comprometido, como braços, mãos e pernas. Portanto, uma pessoa acometida pela radiculopatia pode ter essas sensações, como dormência e formigamento, nas pernas, por exemplo. Isto é muito comum”, complementa o Dr. Márcio, citando especificamente a dor no nervo ciático, um exemplo muito comum da radiculopatia.

Entre as principais causas da doença, temos:

  • Hérnias de disco;
  • Estenose do canal vertebral;
  • Artrose da coluna;
  • Massas na medula, como tumores ou abscessos;
  • Infecções, como herpes-zoster, sífilis, HIV, citomegalovírus ou tuberculose;

Como diagnosticar e tratar a radiculopatia?

Além da avaliação física, o médico solicitará radiografia ou ressonância magnética da coluna, para identificar alterações e identificar o nervo afetado e sua causa. “No CREB solicitamos o exame de eletroneuromiografia, que avalia a presença de lesões que afetam os nervos e músculos. Este exame é capaz de registrar a condução de um impulso elétrico em um nervo. Ele é fundamental porque confirma se há lesão no nervo ou outro tipo de doença neurológica associada”, garante o ortopedista.

O médico do CREB diz que o tratamento é individualizado, medicamentoso e inclui fisioterapia, para alongamento e fortalecimento muscular. “No CREB adotamos com muito sucesso protocolos que podem incluir acupuntura e hidroterapia, por exemplo. Ao menos sinal de dor na coluna, um médico especialista deve ser consultado porque quanto antes iniciarmos o tratamento, mais chances de sucesso teremos, e mais rápido”, finaliza ele.


Incontinência urinária tem tratamento. Saiba agora o que é reabilitação perineal

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A incontinência urinária definitivamente não é exclusiva da terceira idade, longe disso. Ela acontece a partir da fraqueza dos músculos pélvicos, responsáveis pela sustentação da bexiga, útero, reto e pela continência urinária.

Essa situação é muito mais comum do que se pode imaginar: se você perdeu uma pequena quantidade de urina que seja durante um acesso de tosse, em meio a uma gargalhada, ao espirrar ou mesmo ao pegar um peso, muito provavelmente você tem incontinência urinária de esforço. Trata-se de uma doença séria, que pode trazer problemas sociais inclusive, mas a boa notícia é que tem tratamento, a chamada reabilitação perineal.

“A incontinência urinária definitivamente não é exclusiva da terceira idade, longe disso. Ela acontece a partir da fraqueza dos músculos pélvicos, responsáveis pela sustentação da bexiga, útero, reto e pela continência urinária. Ao fazer um maior esforço, o paciente sofre um aumento da pressão intra-abdominal, o que provoca a pressão na bexiga. Se a musculatura pélvica não estiver fortalecida e bem coordenada, pode acontecer o vazamento de um pouco de urina”, explica o reumatologista e fisiatra Haim Maleh, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Mulheres são as mais acometidas

O médico do CREB pontua que a incontinência urinária é muito mais comum em mulheres devido a idade, partos vaginais, hipoestrogenismo (menopausa), flacidez muscular, obesidade, dentre outros fatores de risco, e geralmente ocorre no homem após cirurgias ou traumas na próstata. “Muitas vezes, por vergonha, o paciente deixa de realizar atividade física para não ocorrer a perda de urina e, ainda, abandona compromissos sociais também. Isso, quando acontece, pode causar até mesmo depressão”, pontua.

Reabilitação perineal tem resultados excelentes

A incontinência urinária, bem como outras doenças, como vaginismo e prostatismo, devem ser tratadas por meio da reabilitação perineal, disponível no CREB. O Dr. Haim explica que é uma fisioterapia pélvica, com o uso de

Biofeedback, eletroestimulação e exercícios dirigidos para a musculatura do assoalho pélvico, que costuma trazer resultados excelentes.

“A incontinência urinária é um problema muito sério e precisa de tratamento imediato. Por meio de técnicas fisioterápicas específicas podemos simplesmente eliminar a doença, mas é fundamental que o paciente procure um especialista e se dedique ao tratamento”, garante ele.

Segundo o Dr. Haim, a fisioterapia urológica tem evoluído muito e sua eficácia tem ficado cada vez mais comprovada devido aos excelentes resultados que alcançamos no tratamento conservador das disfunções urogenitais e anorretais como, por exemplo, as incontinências urinárias, fecais, disfunções sexuais e as distopias genitais (entre as quais a “queda de bexiga”).

“A reabilitação perineal tem como principais objetivos reduzir a frequência miccional, reduzir a hiperatividade vesical, facilitar o esvaziamento vesical, melhorar a atividade esfincteriana, melhorar a condição muscular do assoalho pélvico e buscar independência funcional para melhora de qualidade de vida. Utilizamos, no CREB, os mais modernos recursos disponíveis, como exercícios perineais, eletroestimulação, biofeedback, ginástica hipopressiva, cinesioterapia, técnicas comportamentais e reorganização corporal, e os resultados são mesmo excelentes” finaliza o reumatologista e fisiatra do CREB.



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