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Retorno à atividade física? Um médico especialista deve ser consultado primeiro

Muita gente interrompe suas atividades físicas no inverno, por conta do frio, de uma viagem de férias, e acaba adiando a volta a academia ou ao esporte predileto. Quando o faz, se sente “engessado”, duro, sem a mesma desenvoltura de antes. Outros sim...

Muita gente interrompe suas atividades físicas no inverno, por conta do frio, de uma viagem de férias, e acaba adiando a volta a academia ou ao esporte predileto. Quando o faz, se sente “engessado”, duro, sem a mesma desenvoltura de antes. Outros simplesmente decidem trocar o sedentarismo pelo esporte, de olho no verão, que se aproxima. Essas pessoas precisam procurar um médico especialista para voltar às suas atividades físicas regulares sem sofrer riscos de contusões e dores, principalmente na coluna.

– Se o treino excessivo pode trazer problemas de ordem médica para atleta, imagine alguém que estava sedentário e decide se matricular numa academia ou correr no calçadão da praia. Quem estava acostumado com a atividade física, e para por dois ou três meses, também tem que voltar sob orientação médica – afirma o ortopedista Clovis Munhoz, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – e professor de ortopedia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

É preciso voltar paulatinamente à atividade

O Dr. Munhoz pontua que é preciso voltar paulatinamente à atividade. O mesmo vale para o sedentário que resolve se exercitar regularmente. Ele lembra que sentir dores pelo corpo após a prática de exercícios físicos é normal para quem estava de férias ou sedentário. Mas essas dores logo devem desaparecer.

– Sem orientação, essas dores podem provocar problemas maiores. É muito comum, por exemplo, aparecerem dores nas costas. Sem cuidado e orientação, essas dores podem se transformar em uma contusão. Nunca é demais lembrar que 80% da população mundial, segundo a Organização Mundial da Saúde, têm, teve ou terá dor nas costas. O primeiro passo é consultar um médico especialista e retornar à atividade paulatinamente. Outra atitude fundamental é fazer exercícios de alongamento, antes e após a prática esportiva – orienta ele.


Ao amamentar, a mãe deve ter cuidado com a postura

É muito comum ouvir mães de bebês reclamarem de dores na coluna quando a criança começa a ganhar peso. São bebês que ainda amamentam, recebem colo o dia todo e é nesse momento que essa queixa se torna generalizada nos consultórios médicos. As transfo...

É muito comum ouvir mães de bebês reclamarem de dores na coluna quando a criança começa a ganhar peso. São bebês que ainda amamentam, recebem colo o dia todo e é nesse momento que essa queixa se torna generalizada nos consultórios médicos.

As transformações do corpo incluem a movimentação dos ossos da coluna

– As transformações do corpo para abrir espaço para o desenvolvimento do feto no útero durante a gestação incluem a movimentação dos ossos da coluna. Após o parto, ainda com os ossos e músculos voltando a seus lugares, a mãe já entra na maratona de carregar o bebê. Essas dores podem se transformar em um problema crônico – afirma o ortopedista Marcio Taubman, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

O médico do CREB dá uma dica importante de ser seguida pelas mães: se acomodar corretamente sobre um sofá ou uma cadeira, ou mesmo na cama, para amamentar o bebê. Ele diz que é muito importante ter muito cuidado com a postura na hora de amamentar.

– Muitas mães amamentam o bebê em pé, mal sentadas, sem qualquer preocupação com sua postura e sua coluna.

Infelizmente, isso é muito comum. É um grande erro. Os bebês crescem, ficam pesados e o ato de amamentar passa a ficar um pouco mais complicado. É preciso ter atenção a isso. Procurar um especialista, para evitar que o problema se torne crônico é fundamental. Há um acessório chamado babysling, que prende o bebê ao corpo da mãe para ser transportado no colo. É uma excelente opção. As mãos e os braços da mãe ficam livres para as tarefas necessárias. O bebê fica ainda mais seguro.

É preciso verificar se a costura está em bom estado e se o pano não está cobrindo o rosto do bebê. Este acessório não é adequado para uso ao andar de bicicleta e no carro o correto é utilizar a cadeirinha. Se a mãe optar pelo acessório por um longo período, recomendo que se faça um alongamento antes e depois – diz o Dr. Marcio.


Bico de papagaio tem tratamento, com grandes chances de melhora

Localizado próximo das articulações das vértebras, o osteofito é uma formação óssea anormal. Mais conhecido como bico de papagaio, pode produzir fortes dores na região afetada, podendo haver até mesmo a limitação de movimentos. Esta doença acomete pr...

Localizado próximo das articulações das vértebras, o osteofito é uma formação óssea anormal. Mais conhecido como bico de papagaio, pode produzir fortes dores na região afetada, podendo haver até mesmo a limitação de movimentos. Esta doença acomete principalmente pessoas acima dos 50 anos, mas isso não quer dizer que jovens e adultos não tenham bico de papagaio.

O bico de papagaio é uma artrose

O bico de papagaio tem esse nome popular porque a formação óssea parece com o bico da ave. Segundo o reumatologista Eduardo Sadigurschi, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – “tal deformação é resultado de uma ausência da cartilagem que funciona como amortecedor entre os ossos. Com o passar dos anos, pode gerar uma má formação, que pode ser visível ou mesmo palpável. O bico de papagaio é uma artrose. Essa deformação óssea pode reduzir movimentos das articulações, provocar fortes dores, sensação de queimação nas costas e um incômodo frequente. Em alguns casos, dependendo da localização, pode ocasionar dormência ou formigamento nos membros superiores ou inferiores, e mesmo zumbido, tonteira e lacrimejamento”.

O reumatologista do CREB pontua que as principais causas do bico de papagaio são: má postura, sobrepeso, sedentarismo e falta de cuidados com a coluna vertebral. “A boa notícia é que há tratamento, com grandes chances de melhora. Ao menor sinal de dor, é preciso procurar um médico”, finaliza o Dr. Eduardo.



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