Mulheres com Lúpus podem engravidar?
Mulheres com Lúpus podem engravidar?
O lúpus é uma doença de longa evolução e sistêmica, que tem causa desconhecida, e acomete principalmente as mulheres, em uma proporção de dez para um em relação aos homens. Uma das maiores dúvidas sobre a doença é: mulheres com lúpus podem engravidar? Quem responde é a reumatologista Isis Reis, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.
- Sim, mulheres acometidas pela lúpus podem engravidar. Mas há algumas condições: a mulher deve ter a doença controlada há ao menos dois anos e não pode ser portadora de doença renal. Já o uso de anticoncepcionais deve ser avaliado em consulta com um especialista – afirma a Dra. Isis.
Segundo a médica do CREB, um mito relacionado à doença é de que a lúpus é contagiosa. Isso não é verdade, garante a reumatologista.
- É muito importante que fique bem claro que a lúpus não é contagiante. Trata-se de um mito. Os sintomas variam, de acordo com o paciente, porém os mais frequentes são dores articulares, manifestações de pele, principalmente nas áreas expostas ao sol, inflamação da pleura e do pericárdio, anemia, alterações dos glóbulos brancos e plaquetas e doença renal. A pessoa acometida pela doença deve procurar um especialista. O tratamento é individualizado – finaliza ela.
Pacientes com dor precisam de apoio emocional. CREB oferece atendimento psicológico
O CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – é a primeira clínica de reumatologia, ortopedia e fisiatria a oferecer, gratuitamente aos seus pacientes aconselhamento psicológico. O trabalho é realizado pela psicóloga Daniela Maleh, em horári...
O CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – é a primeira clínica de reumatologia, ortopedia e fisiatria a oferecer, gratuitamente aos seus pacientes aconselhamento psicológico. O trabalho é realizado pela psicóloga Daniela Maleh, em horários pré-estabelecidos, fortalecendo e completando quando necessário o tratamento dos pacientes com queixas de dor por problemas articulares, coluna ou mesmo com dificuldade de movimentos. Segundo ela, é importante ser ouvido, porque muitas vezes a dor é incapacitante e traz tristeza e depressão.
Estas dores, além de físicas, também são emocionais
“O trabalho de psicologia engloba um espaço para que o paciente possa se expressar, afim de buscar uma melhor compreensão de si próprio. É a partir desta compreensão que ele poderá gerar uma mudança. É fundamental estarmos em movimento, sempre pensando na melhor forma de como lidar com as nossas questões do cotidiano”, afirma a psicóloga do CREB. “Quando falamos de um paciente com dores crônicas, como é o caso de paciente com fibromialgia, artrite reumatoide ou lombalgia e demais doenças reumatológicas, por exemplo, sabemos que há muita dor envolvida. Muitas vezes, este paciente não é compreendido pelas pessoas em sua volta, o que dificulta a convivência. Por tratarmos de pessoas, e não de algo inanimado, temos que entendê-las como um todo, com seu corpo e sua alma e sentimentos. Estas dores, além de físicas, também são emocionais, por isso entende-se que o acompanhamento psicológico pode ajudar muito”, completa ela.
Daniela ressalta que este é um trabalho que deve ser feito junto com o tratamento do médico. “O acolhimento psicológico, diferente do acompanhamento psicológico, vem com o objetivo de simplesmente acolher e escutar aquele paciente que está com dor. Esta prática tem como objetivo oferecer um atendimento psicológico emergencial para aqueles pacientes que apresentavam dores em geral. É um trabalho que pode ser feito em apenas um encontro ou em algumas sessões, depende muito do paciente e de sua demanda. Temos o intuito de trabalhar questões pontuais”, explica a profissional.
“No acompanhamento psicoterápico, o paciente caminha junto com o terapeuta para uma melhor compreensão de sua vida e de suas questões facilitando, assim, uma mudança e ordenamento da sua vida. Sabe-se que terapia não é sinônimo de mudança, mas oferece todas as condições necessárias e as chances são sempre mais significativas. Estando o paciente disposto a investir de todas as formas, inclusive emocionalmente no processo terapêutico, as chances de que ele viva melhor, dentro do que busca, são muito maiores. Quando conseguimos entrar no processo e compreender os nossos sentimentos, a forma de lidar com a dor pode ter um novo significado, tornando-a mais leve”, finaliza Daniela Maleh.
Médico do CREB faz palestra sobre reumatismo
O ciclo de palestras mensais promovido pela Gerência Estadual do Rio de Janeiro levou aos beneficiários, no dia 24 de abril, importantes informações sobre o reumatismo. O especialista no assunto, Dr. Haim Maleh, reumatologista e fisiatra do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – destacou os tipos de reumatismo mais comuns, como artrose, osteoporose e tendinites – e forneceu orientações sobre diagnóstico, tratamento, novas opções terapêuticas e prevenção da doença.
O tema foi bastante elogiado pelos participantes, já que o reumatismo pode comprometer articulações, músculos, tendões e demais componentes do aparelho locomotor. Além disso, causa dores, inchaços e restrições de movimento a cerca de 12 milhões de brasileiros.
Para o palestrante, as informações apresentadas são fundamentais no dia a dia dos beneficiários e daqueles que sofrem com a doença. “Mostramos aos participantes que é possível tratar tais patologias, ter qualidade de vida e, principalmente, que podemos viver bem e sem dor, ao contrário do que muitos pensam”, disse ele.
Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:
- BARRA DA TIJUCA: Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
- BOTAFOGO: Rua Voluntários da Pátria, 408
- COPACABANA: Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
- LEBLON: Av. Ataulfo de Paiva, 355
- MÉIER: Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier
Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:
- SANTO AMARO: Av. Santo Amaro, 5702
- INTERLAGOS: Av. Interlagos, 2255 - âncora SS03 - Shopping Interlagos
- TATUAPÉ: Rua Apucarana, 1619