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CREB conta com serviço especializado para tratar de Incontinência Fecal em crianças

Motivo de muito constrangimento para a criança, a Incontinência fecal infantil caracteriza-se pela perda da capacidade de controlar a eliminação dos gases e das fezes e geralmente ocorre com crianças acima de 4 anos. A criança acometida não controla...

Motivo de muito constrangimento para a criança, a Incontinência fecal infantil caracteriza-se pela perda da capacidade de controlar a eliminação dos gases e das fezes e geralmente ocorre com crianças acima de 4 anos. A criança acometida não controla a eliminação das fezes devido a problemas de prisão de ventre ou traumas psicológicos, fazendo com que perca as fezes de forma involuntária.

– Tal condição traz problemas emocionais, até mesmo com afastamento do convívio social por conta de vergonha, medo de descobertas, perda da autoestima e da confiança. As estatísticas aponta que entre 15 e 30% das crianças com distúrbios intestinais funcionais continuam a apresentar dor e infrequência na defecação, dor abdominal e escape fecal muito depois de atingirem a puberdade – afirma Waleska Rocha, fisioterapeuta do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

A fisioterapia é utilizada para fortalecer os músculos e ensinar técnicas de autorregulação

Segundo ela, o CREB conta com um setor especializado para tratamento dessa doença, que varia de acordo com a gravidade e causa. Waleska diz que a fisioterapia é utilizada para fortalecer os músculos da região anal e ensinar técnicas de autorregulação em que o paciente reaprende a defecar e a controlar a eliminação de fezes.

– Os sintomas da incontinência fecal começam com a perda de capacidade de segurar os gases intestinais. Com o passar do tempo, o ânus pode tornar-se mais flácido e frouxo e fezes líquidas deixam de ser retidas, bem como fezes sólidas. O importante é consultar um especialista e iniciar logo o tratamento – garante ela.


Fisioterapia deve ser iniciada logo após a cirurgia de próstata

Um estudo publicado na Revista Brasileira de Fisioterapia garante que em até 87% dos casos os homens que se submetem à cirurgia conhecida como prostatectomia passam a ter incontinência urinária. A fisioterapia aparece, aí, como uma importante aliada,...

Um estudo publicado na Revista Brasileira de Fisioterapia garante que em até 87% dos casos os homens que se submetem à cirurgia conhecida como prostatectomia passam a ter incontinência urinária. A fisioterapia aparece, aí, como uma importante aliada, mostrando-se eficaz na reabilitação de até 90% dos casos de perda urinária.

A incontinência é um fator decorrente da cirurgia

– Utilizamos principalmente exercícios para o fortalecimento da musculatura do assoalho pélvico (estrutura que se localiza na pelve, entre o osso púbis e o cóccix), que tem como principal função sustentar os órgãos pélvicos. Também contamos com a eletroterapia, estímulo elétrico que facilita a contração dos músculos por meio de um eletrodo endo-anal. Esta técnica é realizada junto com o exercício para se obter melhor grau de força muscular – explica a fisioterapeuta Waleska Rocha, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

O tratamento fisioterápico deve ser iniciado o mais rápido possível após a operação. A incontinência é um fator decorrente da cirurgia, não pode ser prevenida, aponta Walesca;

– Mas o acompanhamento pode ser iniciado antes mesmo do procedimento cirúrgico, iniciando, assim, o fortalecimento precoce desse músculo. Além da incontinência urinária, a fisioterapia também auxilia nos casos de impotência, outra queixa comum dos pacientes após a cirurgia de próstata. As técnicas trabalhadas na fisioterapia melhoram a circulação sanguínea e a condução nervosa, ajudando na recuperação da potência sexual – finaliza ela.


Enurese em crianças: o impacto também atinge as famílias

A enurese infantil é definida como uma disfunção miccional que se caracteriza pela perda de urina involuntária durante uma idade em que a criança já deveria ter obtido tal controle. Segundo a fisioterapeuta Walesca Rocha, do CREB – Centro de Reumatol...

A enurese infantil é definida como uma disfunção miccional que se caracteriza pela perda de urina involuntária durante uma idade em que a criança já deveria ter obtido tal controle. Segundo a fisioterapeuta Walesca Rocha, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, tal condição afeta o estado emocional da criança, podendo, ela, demonstrar baixa autoestima.

Uma das mais frustrantes disfunções da infância

– O impacto da enurese na vida da criança não se limita a ela própria; suas famílias sofrem consequências muitas vezes devastadoras. A enurese é uma das mais frustrantes disfunções da infância. Entre os fatores de estresse familiar, estão a elevação de despesas, tempo, e esforços associados com a limpeza e compra de novas roupas pessoais e roupas de cama, bem como colchões, travesseiros e sofás. Além da baixa estima pessoal, pode ocorrer o isolamento e o alto estresse relacionado ao medo de ser ridicularizado por companheiros. Além do alto risco de violência física e emocional, principalmente quando a criança é percebida pela família como preguiçosa, relutante ou rebelde – explica a fisioterapeuta do CREB.

Walesca Rocha explica que a palavra enurese vem do grego “enourein” e significa “fazer urina ou urinar”. Ela conta que estudos demonstram que distúrbios emocionais, estresse familiar e grau de preocupação demonstrado pela criança são os mais importantes fatores de prognóstico para o tratamento. O CREB conta com um setor especializado para tratamento desta doença.



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