Joelho dolorido no corredor profissional ou amador, demanda cuidados
Sabe aquela dor no joelho que incomoda, lateja e limita a sua corrida? Ela pode ser um sintoma de diversos problemas no joelho. Uma delas, a Síndrome do Trato Iliotibial, popularmente chamada de Joelho de Corredor, é muito comum em pessoas que estão iniciando seus treinamentos de corrida, mas também em corredores mais experientes.
“Consiste na inflamação da estrutura tendinosa na parte lateral do joelho, chamado trato iliotibial. Apesar da dor poder ser localizada, normalmente ela atinge desde o quadril até a perna, dificultando o seu diagnóstico. A sua característica é uma dor que aumenta com a progressão da corrida, e que em geral se repete na mesma quilometragem (por exemplo, ao chegar a 2 km de corrida) e muitas vezes só melhora com o interrompimento da atividade física.” – explica o ortopedista Rodrigo Kaz
Caso o indivíduo insista com a corrida, a patologia pode se tornar crônica dificultando a sua resolução. Portanto, procure um especialista para que o diagnóstico exato da lesão possa ser feito.
Os tratamentos com fisioterapia e correção da biomecânica da pisada e corrida têm ótimos resultados, e quanto mais cedo você tiver o seu diagnóstico e iniciar o seu tratamento, menos tempo você ficará sem correr.
Lembre-se que é possível prevenir-se de lesões e manter seu corpo pronto para correr, com atividades que preparem seus músculos e articulações a suportar maiores impactos.
Ao identificar algum sintoma como estes, converse com seu médico.
PRINCIPAIS CAUSAS
ü Treinos excessivos ou muito intensos.
ü Aumento rápido no treinamento.
ü Rigidez muscular ou falta de flexibilidade.
É importante ter atenção com as principais causas de problemas no joelho. Consulte o seu médico antes de iniciar práticas esportivas.
PREVINA-SE
ü Fortaleça e alongue a musculatura.
ü Procure um especialista para analisar a sua pisada (pronada, neutra ou supinada) orientando a compra do calçado adequado.
ü Aqueça o corpo antes da prática de exercícios físicos.
ü Mantenha a postura correta e o alinhamento do joelho, no ciclismo e corrida.
ü Descanse os músculos do corpo pelo menos uma vez na semana.
ü Consulte um médico para avaliação da força muscular (desequilíbrio musculares podem causar lesões).
Dor nas costas? É hora de trocar os travesseiros
Pelo menos 70% dos problemas de saúde têm relação com os maus hábitos e o estresse crônico, situações que afetam todo o corpo.
É tanto estresse que nos últimos 40 anos a população perdeu 25% do tempo total de sono, e a redução de sete para cinco horas eleva o risco de infarto e derrame, dizem pesquisadores da University College of London. E de nada adianta ter um colchão de primeira se o travesseiro for de terceira, ou inadequado, porque isto só piora a insônia.
Como escolher o travesseiro diante de dezenas de modelos, de diferentes tamanhos, texturas e formatos?
O primeiro ponto, talvez o mais importante, é observar a posição em que se costuma dormir. A melhor é a de lado, afirmam médicos e fisioterapeutas, porque ela força menos a coluna e relaxa o corpo. Se a preferência for deitar de costas ou de bruços, também dá para evitar as noites mal dormidas. Basta saber qual é o modelo que mais se adapta ao seu jeito de dormir. Há travesseiros até para quem sofre de dores de coluna, para quem ronca ou é alérgico.
Para reduzir o estresse e a dor nas costas, é bom ter um travesseiro que mantenha o alinhamento do pescoço com o tronco, diz o ortopedista Antônio Eulálio, do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia Jamil Haddad (INTO). A altura correta do travesseiro faz a diferença entre ter bons sonhos ou ficar imerso em pesadelos.
— Quem dorme de lado deve optar por um modelo que ocupe o espaço entre o ombro e a cabeça. Esta altura varia de 10cm a 15cm. Dormir com o travesseiro muito alto ou muito baixo manterá a cabeça inclinada para um dos lados. Isto contrai os músculos do pescoço. Então, a chance de torcicolo é grande. Se prefere dormir de bruços ou de costas, use um travesseiro baixo — ensina Eulálio.
Travesseiro de molas, regulável, antialérgico e refrescante
Há travesseiros para todos os biotipos m e posições ao dormir. Só um dos fabricantes do país produz 20 modelos. Tem regulável, de molas, antialérgico, de espuma, perfurado, alto, baixo, lavável e até de material desenvolvido pela Agência Espacial Americana (NASA). Assim como os modelos, os preços variam, de R$ 25 a R$ 150, em média. E é melhor trocá-los a cada dois anos.
Um dos mais vendidos, o regulável, vem com camadas removíveis, até quatro opções de alturas e gomos massageadores que estimulam a circulação. O refrescante, de espuma, é ventilado e lavável: indicado para pessoas que dormem de costas e transpiram muito. Outros travesseiros têm recheio de íons de prata que prometem eliminar 90% dos ácaros.
Já os de espuma viscoelástica moldam-se ao contorno da cabeça, exercendo menos pressão e absorvendo o calor. Esta e a tecnologia do modelo Nasa, que também traz gomos massageadores. O ortopedista Antônio Eulálio, do Into, diz que não há um modelo melhor ou pior.
– A Nasa criou uma espuma viscoelástica moldável e que dissipa calor para o revestimento interno de suas naves, e usam este material em travesseiros. Porém nem todas as pessoas se adaptam. Um bom exame no ortopedista pode ajudar a escolher melhor o modelo.
O reumatologista Arnaldo Libman, do Centro de Reumatologia e Ortopedia, concorda.
– Travesseiro não pode ser muito duro, nem muito mole. Ele precisa preencher as curvas da coluna cervical. Se você forçar esta parte, poderá sentir dor, queimação e até náusea, tonteira e lacrimejamento, além de piorar problemas de coluna, como artrose – alerta.
Como reduzir o risco de queda?
Assuma um papel ativo na prevenção de quedas para garantir sua própria segurança. Saber se você está em risco é o primeiro passo.
Na medida que envelhecemos, nossos reflexos ficam mais lentos e nossos ossos tornam-se mais frágeis, podendo aumentar a probabilidade de uma queda.
Quem apresenta um risco maior de sofrer uma queda?
Pessoas com mais de 65 anos, com quatro ou mais desses fatores de risco, aumentam o risco de queda:
- Uma história prévia de quedas.
- Artrite ou artrose
- Depressão.
- Tonteira.
- Doença crônica, tal como diabetes, obesidade.
Outros fatores de risco significativos são:
- Fraqueza do corpo inferior.
- Deficiência de vitamina D.
- Uso de alguns medicamentos (como sedativos ou antidepressivos).
- Problemas de visão.
- Dor no pé ou calçado ruim.
- Riscos presentes no ambiente domiciliar, tais como degraus irregulares ou tapetes.
Como reduzir o risco de queda ?
1– Exercite-se. Incorpore na sua rotina exercícios para fortalecer a musculatura e que também trabalhem o equilíbrio. Dentre as opções, o Pilates permite ganho muscular sem gerar impacto nas articulações.
2- Avalie sua pisada. A Baropodometria é um teste que permite a avaliação da forma de pisar, e a correção individualizada da pisada, através de palmilhas.
3- Avalie a massa óssea, através da densitometria óssea. A presença osteoporose, doença caracterizada pela perda de massa óssea, torna os ossos frágeis, sendo um fator de risco para fratura, no paciente com risco de queda.
4- Modifique o seu ambiente. Limpe o seu caminho da desordem, como sapatos, livros e jornais jogados pelo chão. Livre-se de tapetes, ilumine o ambiente. Mantenha os objetos que você costuma usar habitualmente, acessíveis. Adicione barras de apoio no banheiro. Instale corrimãos em escadas.
Assuma um papel ativo na prevenção de quedas para garantir sua própria segurança. Saber se você está em risco é o primeiro passo.
Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:
- BARRA DA TIJUCA: Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
- BOTAFOGO: Rua Voluntários da Pátria, 408
- COPACABANA: Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
- LEBLON: Av. Ataulfo de Paiva, 355
- MÉIER: Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier
Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:
- SANTO AMARO: Av. Santo Amaro, 5702
- INTERLAGOS: Av. Interlagos, 1989
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