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Cuidados com a Saúde no Trabalho: Prevenção de Dores na Coluna e nas Pernas

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No ambiente de trabalho, o cansaço e o estresse são comuns, mas muitos trabalhadores enfrentam exaustão e dores na coluna ou pernas ao final do dia. Motoristas de táxi, cobradores, vendedores e seguranças são alguns dos profissionais que passam horas sentados ou em pé. Essa situação é agravada pelo excesso de peso, má postura e falta de atividade física.

Dores na coluna e nas pernas devem ser tratadas por um especialista assim que surgirem. Automedicar-se não é recomendado, pois apenas um profissional qualificado pode fornecer um diagnóstico preciso. O CREB - Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo - oferece um programa abrangente de tratamento, que inclui hidroterapia, RPG, Acupuntura, Manipulação Vertebral/Osteopatia, Ginástica Corretiva, Eletroterapia, Cinesioterapia e Terapias Manuais. Os tratamentos são personalizados, visando solucionar uma variedade de problemas relacionados à coluna vertebral.

Segundo o ortopedista Dr. Márcio Taubman, esses profissionais devem estar atentos, pois têm maior probabilidade de desenvolver alterações e lesões, como tendinite no punho e ombro, epicondilite (problemas no cotovelo) e outros problemas na coluna. Ele destaca a importância de aprender a sentar corretamente, mesmo em cadeiras que não são ergonômicas. Uma pequena almofada rígida pode ser utilizada para preencher o espaço entre a coluna e o encosto da cadeira.

Além disso, é fundamental realizar alongamentos regulares a cada duas horas durante o expediente. Vendedores, por exemplo, que passam a maior parte do dia em pé, podem sofrer dores frequentes que se irradiam para os membros inferiores. É aconselhável usar calçados confortáveis e com amortecimento. Consultar um especialista para avaliação e orientação é sempre recomendado. A prevenção é o melhor remédio, conclui o ortopedista do CREB.


Hábitos saudáveis para uma vida plena na terceira idade

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Cerca de metade da população idosa no Brasil sofre de doenças crônicas, incluindo diabetes, câncer, reumatismo e doenças cardiovasculares, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Dores nas costas e artrite ou reumatismo afetam 35,1% e 24,2% dos idosos, respectivamente. 

A idade é um fator importante que contribui para a condição de saúde dos idosos, com anos de má postura e doenças degenerativas que afetam o funcionamento musculoesquelético. Segundo o Dr. Alfredo Clapp, ortopedista do CREB - Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, as doenças degenerativas afetam a postura do idoso, mesmo que não atinjam diretamente os ossos ou músculos, pois podem desencadear um mecanismo de compensação. Isso leva a dor ou desconforto durante o movimento, alterando o alinhamento postural para compensar a sensação ruim. Essa condição compromete outras articulações e modifica o equilíbrio físico, podendo alterar o padrão da caminhada, o alinhamento do quadril, da coluna e até o movimento dos braços. 

Para melhorar a qualidade de vida dos idosos, o  CREB recomenda um tratamento personalizado e abrangente que inclui medicação, atividade física regular, banho de sol e protocolos que incluem hidroterapia, acupuntura e RPG. 

O tratamento personalizado deve levar em consideração as necessidades individuais do paciente, com foco em exercícios físicos regulares e uma dieta saudável e equilibrada, rica em cálcio. O sedentarismo pode agravar a rigidez das articulações, portanto, a atividade física é fundamental para melhorar a força muscular, a condição física e o equilíbrio. Tomar banho de sol regularmente também é recomendado, garante Dr. Alfredo Clapp. 

Procurar a ajuda de um especialista é essencial para o sucesso do tratamento individualizado e para melhorar a qualidade de vida dos idosos. 


Síndrome do Impacto do Ombro

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Causas, sintomas e tratamento

Inicialmente, a dor no ombro pode ser suportável, mas pode aumentar com o tempo e tornar-se mais intensa, especialmente durante a noite. Pode irradiar pelo braço e caso ocorra dormência nas mãos, problemas de coluna devem ser investigados. Se não for tratada, a condição pode levar a fraqueza muscular, restrição dos movimentos e, em casos graves, incapacidade de mover o braço devido à perda de força ou a lesões tendíneas.

Comparado a uma bola de golfe equilibrada por um suporte, o ombro tem anatomia articular complexa, instável e de grande mobilidade. Isso o torna suscetível a várias lesões e entre elas e a síndrome do impacto é a mais comum em adultos de 40 a 50 anos.

Acomete principalmente indivíduos com atividades profissionais que exigem movimentos repetitivos do ombro, como professores, e jogadores de basquete, vôlei, tênis etc. É considerada uma doença de causa multifatorial, ou seja, também fazem parte do grupo de risco pessoas com predisposição genética (familiares com o mesmo problema), que nasceram com morfologia desfavorável (osso do ombro mais curvo, mais inclinado ou mais espesso), que precisam usar muletas por longos períodos ou ainda sofreram fratura ou calcificação na região.

Essa doença inflamatória e degenerativa pode causar tendinite, bursite e até levar ao rompimento do tendão. Por isso é fundamental buscar atendimento médico especializado logo no início do incômodo.

Causa

A Síndrome do Impacto do Ombro é uma condição dolorosa que afeta a articulação do ombro. É causada pelo atrito repetitivo entre estruturas ósseas e tecidos moles, como a bursa (uma bolsa cheia de líquido) e o tendão do músculo supraespinhal. Os sintomas incluem dor no ombro, especialmente durante movimentos elevados do braço, perda de força e movimento limitado.

Diagnóstico

O diagnóstico é feito através de avaliações clínicas, incluindo testes de força e irritativos, e pode ser confirmado por exames de imagem, como ultrassonografia articular.

Tratamento

O tratamento para a Síndrome do Impacto do Ombro pode incluir fisioterapia, uso de gelo, medicamentos para alívio da dor. Casos crônicos e refratários podem ser tratados com Terapia por Ondas de Choque (TOC). Em último caso pode ser necessária uma cirurgia para corrigir a causa subjacente. É importante procurar ajuda médica assim que se sentir dor persistente para evitar complicações.



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  • LEBLON:   Av. Ataulfo de Paiva, 355
  • MÉIER:   Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier

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